quarta-feira, 20 de julho de 2022

O serviço de Sri S. Subramania Iyer ao Dharma Rakshana Sabha





O serviço de Sri S. Subramania Iyer ao Dharma Rakshana Sabha

Neste episódio, temos um vislumbre do serviço dedicado do Sri S. Subramania Iyer ao Dharma Rakshana Sabha para reformar a gestão dos templos.

 

Por Sandeep Balakrishna

 

APESAR DE POSSUIR UM PROBLEMA OCULAR PERSISTENTE — em vez disso, devido a uma consciência muito sensível, S. Subramania Iyer pediu permissão para se aposentar do serviço, o que ele fez em 13 de novembro de 1907. Ele poderia facilmente ter estendido por mais oito meses e conseguiria ganhar uma pensão anual de 1.200 libras, em vez das atuais 880 libras. O Dirigente do Conselho, em um Diário Extraordinário, registrou o seu apreço pelos “serviços eminentes”, prestados por Sir S. Subramania Iyer, K.C.I.E.[1], durante seu longo mandato como Juiz da Suprema Corte. Foi ainda dito:

As altas qualidades jurídicas, a independência de caráter e o profundo aprendizado que ele sempre demonstrou ao longo de sua longa carreira lhe renderam um nome que por muito tempo será mantido em reverência e estima pelo Governo e pelo público.

   Em 1896, ele havia sido feito um Dewan Bahadur[2]; algum tempo depois, foi elevado a Companheiro da Ordem do Império Britânico; e, em 1900, recebeu a investidura de K.C.I.E. (“Cavaleiro-Comandante da Ordem do Império Indiano”), com direito de usar o título de “Sir”. Ele fez um discurso inspirador aos graduados do ano na Convocação da Universidade de Madras, em cujo bem-estar ele sempre teve um especial e pessoal interesse pessoal. Ele defendeu o abrandamento dos encargos dos alunos, para a minimização dos problemas do exame, para a difusão da cultura liberal e a extensão do ensino superior. Tais serviços para a Universidade tiveram um forte apreço e assim ele foi honrado com o cargo de Vice-Chanceler, uma honra nunca estendida a um indiano até então.

– VII –

Nos anos anteriores da aposentadoria, o impulso que buscava se realizar era o impulso soberano da alma. De fato, sua paixão pelas coisas do espírito pode-se dizer que estavam no fundo de todas as outras paixões de alta ascensão de sua vida. Dedicado como sempre, foi ao estudo das escrituras antigas de sua religião e ao desenrolar de seus mistérios, ele poderia dar mais tempo à contemplação de suas verdades e ao cultivo de seus ascetismos agora que o manto do cargo tinha sido finalmente jogado fora. Mas o feitiço do Yoga não poderia durar por muito tempo. Para nenhuma alma profunda, a religião jamais significou o abandono de toda a preocupação com os males dos semelhantes. Pelo contrário, parecia a todas essas almas que a religião seria uma coisa totalmente estéril e inútil - um mero alívio para silenciar a consciência - se não resulte em uma busca frenética da tarefa de aperfeiçoamento humano.

 

Dharma Rakshana Sabha

   É o zelo religioso de SIR SUBRAMANIA AIYER que deu permanência ao seu interesse na reforma do sistema de administração de doações religiosas e de caridade, e o levou a organizar e dirigir o Dharma Rakshana Sabha, que era um órgão registrado e reconhecido para checar e as contas e relatar a condição dos templos e instituições de caridade. É o mesmo zelo que inspirou seus apelos comoventes para a liberalização das instituições sociais hindus, e o levou a organizar conferências dos Pandits — como as realizadas em Conjeevaram e Tiruvadi, para modernizar sua perspectiva sobre a vida. É o mesmo zelo que respira em suas mensagens para a juventude do país. É, mais uma vez, o mesmo zelo que está mantendo sua fé no valor potente do nacionalismo indiano como uma força para o bem da raça. É o mesmo zelo que garantiu sua lealdade à causa da democracia que lhe é nada mais do que o trabalho prático fora do princípio sagrado da fraternidade. É, naturalmente, o mesmo zelo religioso que o levou a seguir em frente para tomar o lugar que ele poderia ter tomado entre as forças do Home Rule (Movimento de Autogoverno da Índia) com a maior consequência possível.

   Ele que tinha assistido ao nascimento do Congresso em 1884, retornou ao seu serviço em 1914, como presidente do Comitê de Recepção, em Madras.

   O que o profeta inicia, o estadista consuma: martírio e oportunismo (no melhor sentido) são processos complementares no progresso da reforma. Para Sir S. Subramania Iyer pertence à distinção de estar entre aqueles a quem o destino nomeia.

   A Pátria é seu principal interesse. Política é apenas um dos meios.

   Geralmente, toda a vida de um grande homem é considerada dominada ou permeada por uma qualidade imponente da cabeça ou do coração. Pode ser força de vontade, pode ser ousadia intelectual, pode ser a busca de um ideal desconhecido, pode ser filantropia, pode até ser o desejo de popularidade ou de fama. No caso de Sir Subramania Aiyer, é magnanimidade. É sua natureza ser magnânimo. Mesmo suas falhas aparentes devem ser atribuídas a essa nobreza natural e imutável da alma. Ele ajudou a um grande número de jovens a se educar; e, de fato, nenhum aluno em dificuldades jamais foi até ele sem obter os meios necessários de alívio.

   O Ranganatha Mudaliyar Memorial Hostel, agora chamado Victoria Hostel, deve sua existência à sua iniciativa, que, naturalmente, foi apoiada por uma bela assinatura. Enquanto ele liderava o tribunal, seus subalternos tiveram uma ampla participação em sua prosperidade, e foi sua mão que levantou o finado Sr. P. B. Sundara Iyer e o finado Sr. Y. Krishnaswami Iyer da obscuridade comparativa à eminência que eles finalmente ocuparam. O falecido Swami Vivekananda, quando seu objeto era tudo menos para louvar teosofistas, sentiu que era necessário falar do

MM. Juiz Subramania Iyer a quem minha mais profunda gratidão é devida. Ele tem a visão de gênio, e é um dos amigos mais importantes que tenho nesta vida, um verdadeiro amigo, de fato, um verdadeiro filho da Índia.

   Uma natureza tão sem arte, tão sincera e tão ardente em sua devoção deve necessariamente ser tão rápida para ser movida à indignação. Uma vez que toda a fala prossegue em tal caso fora da plenitude do coração, a expressão da desaprovação deve ser tão boca cheia quanto a expressão de simpatia ou apreço. Daí a nota ocasional de veemência no discurso de Sir Subramania Iyer, quando diz respeito àqueles que lhe parecem estar entre o país e o que ele considera ser seu destino legítimo.

Continua

Fonte: https://www.dharmadispatch.in/author/sandeep-balakrishna



[1] O título foi concedido pelo governo de Sua Majestade a Rainha Vitória, por uma indicação do Vice-Rei da Índia, o Lord Curzon, em 1900.

[2] Dewan Bahadur ou Diwan Bahadur foi um título de alta honra concedido pelo governo britânico na Índia. Era concedido a indivíduos que desempenharam um serviço fiel ou atos de bem-estar público à nação. Poucas pessoas ilustres tiveram a honra de recebê-lo. Os agraciados em sua maioria eram os governantes dos principados do Império Indiano (Marajás, Rajás, Primeiros-Ministros etc.).

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Texto traduzido a partir do original em inglês por Jaimini Dasa (Robson Gimenes),

Emissário (Acharya), do Ashram Sarva Mangalam, da Suddha Dharma Mandalam.

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https://www.dharmadispatch.in/culture/sri-s-subramania-iyers-service-to-the-dharma-rakshana-sabha?fbclid=IwAR0_yo64YoILrZ9VYjZKGAlXgkqrvmuMum6HziFQBGx0-ISCJuLwbaZLgbw





quarta-feira, 13 de julho de 2022

Guru Purnima Puja

 



Hoje, dia 13 de julho, é um dia muito especial chamado GURU PURNIMA.

 

Cada tradição possui uma forma de contemplar e agradecer sua linhagem de GURUS (mestres e professores) ...

No Suddha Dharma Mandalam não é diferente, possui sua metodologia própria, pois de acordo com as lições e sistemas que o Dasa (devoto) vai recebendo vai tendo contato com todos os detalhes e toda a linhagem de Gurus representativos da SDM e assim podemos não só os agradecer mas tbm ter contato com Eles.


Asmat Gurubhyo Namah:

Asmat Parama Gurubhyo Namah:

Asmat Sarva Gurubhyo Namah:


Representando aqui toda essa linhagem numa forma mais externa, nada melhor que o Yantra de Mitra Deva, que em Sânscrito descreve todos os detalhes, silabas e outros detalhes dessa linhagem e acima de tudo, representa o nosso Guru maior manifestado Sri Bhagavan Mitra Deva.

Que nesse dia possamos meditar, fazer nossas preces, rituais e tals, agradecendo nossos professores, mestres, gurus, acharyas, swamis, babas, rishis e assim por diante..... que trabalharam incansavelmente em prol do Sanatana Dharma... e é graças a estes movimentos que este vasto conhecimento chegou até os dias atuais.

Obrigado a todos os mestres e professores que tive até hj, que me ensinaram através do conhecimento e do exemplo.... e agradeço desde já, aos muitos que ainda irei conhecer !

Guru Purnima Ki Jaya !


SUBHAMASTU SARVA JAGATAM

OM NAMAH SRI PARAMA RISHIBHYO YOGUIBHIYAH:


Um Abraço do amigo Erick G. Schulz

(Jnana Dhatha Acharya do SDM - Ashram "Sarva Mangalam")


                                                             Sri Bhagavan Mitra Deva 

segunda-feira, 4 de julho de 2022

OS SONHOS DE VIDAS PASSADAS

 

 




Don Benjamin Gúsman Valenzuela
Sri Vájera Yogui Dasa (Autoridade Iniciática Ocidental do SDM)

Pergunta: A quarta classe em que os sonhos foram divididos, isto é, sonhos proféticos, tem mais atração para mim. Você não acha extraordinário que o que nós sonhamos agora se realize exatamente igual dois ou mais anos depois? Que esses mesmos sonhos nos previnam de males ou nos guiem ao sucesso?

Resposta: Não há dúvida de que os sonhos proféticos são muito importantes, mas você verá que o mais interessante é a quinta e última subdivisão. É claro que essa fase da ciência dos sonhos é difícil de ser provada pelos seres do mundo corrente. Vou começar essa explicação contando uma experiência minha.

Quando criança, eu costumava ter um pesadelo terrível. Foi repetido para mim com um intervalo de dois ou três anos. No começo desse pesadelo, eu disse a mim mesmo no mesmo sonho: "Isso eu já sonhei". E como a visão era assustadora, repeti a mim mesmo: "Isso é assustador, eu não quero sonhar de novo." Mas parece que o registro gravado em minha alma foi forçado a terminar seu desenvolvimento por uma força oculta interna. Apesar do imenso esforço que eu fazia para impedir a repetição da marcha das visões desagradáveis, com suas respectivas sensações e pensamentos, o pesadelo se realizava até terminar completamente seu desenlace.

O sonho se tratava do seguinte: eu me via passar por uma floresta enorme, acompanhado de um amigo. Em uma parte do caminho eu via uma cobra que pula sobre mim e me morde, inoculando em mim seu veneno mortal. Eu também vi que meu amigo corre onde eu estou, com o propósito de me defender e matar a cobra. Mas, infelizmente, a víbora também pula nele e o morde.

Eu, como se realmente estivesse vivendo isso, me sentia morrendo e, com grande desespero, gritava chamando a minha mãe. Eu perdi o conhecimento. Era a morte. Naquele momento, eu acordei banhada em transpiração, com meu coração batendo intensamente e todo o meu “Eu” envolvido em terror.

Passaram-se muitos anos e eu já tinha uns quarenta anos, quando, por conta de uma iniciação especial, os Mestres da Mandalam, através de seus poderes místicos, examinaram minhas vidas passadas. Ao fazer exame tão transcendente, uma noite eu tornei a sonhar o pesadelo da serpente, com uma série de detalhes, interessantes apenas para mim, e qual não foi minha surpresa ao receber dias depois uma carta do mestre iniciador Srinivasachariar, que me comunicava o resultado do exame da minha vida anterior. Nessa carta, que eu mantenho como relíquia, os Mestres, ao descrever minha existência anterior, me relatam a morte que eu tive na minha vida anterior e este relato era consistente com o pesadelo que, com tanto horror, foi repetido para mim desde a minha infância. E o mais surpreendente é que eu nunca havia comunicado tal sonho a ninguém e aquele que me escreveu morava do outro lado do mundo. Depois disso, estudando os livros sagrados da Índia, cheguei à conclusãode que, quando um sonho se repete da mesma forma, é quase certo que se trata de memória espiritual de uma experiência de vidas passadas.

Pergunta: Diga-me ... como essas memórias de vidas passadas são produzidas se o ego ou espírito está encarnado em um novo corpo e, portanto, tem outro cérebro?

Resposta: Memória, inteligência e vontade são as três grandes faculdades do espírito. O cérebro físico não tem qualquer faculdade, é apenas o instrumento ou veículo onde a alma manifesta as qualidades do espírito. Quando o cérebro físico é ferido ou intoxicado, a memória que pode ser transmitida pelo espírito, através desse veículo material, é obstruída.

Pergunta: Então, a memória só está no espírito?

Resposta: Sem espírito ou, como um brâmane diria, sem o Atma não há vida. O Atma ou vida se manifesta através de formas como: memória, inteligência, vontade e atividade. O Atma é o Indivíduo Eterno, ou seja, é o disco espiritual indestrutível que registra e preserva todos os eventos que acontecem a um ser na vida. O Atma ou Purusha, como também é chamado, registra até os pensamentos mais insignificantes. Tudo o que sentimos, vimos, ouvimos, comemos ou provamos permanece indelevelmente inscrito no Ego por toda a eternidade. Quando algum alto iniciado entra em contato com uma faceta daquele repositório de memória, ele vê, sente e entende o passado como se realmente estivesse vivendo naquele exato momento.

Este é o caso de Teresa Neuman, a alemã estigmatizada. Naturalmente, há cenas de vidas passadas que, devido à maior força com que foram impressas, destacam-se acima das outras ou antes das mais fracas. Essas experiências ou eventos registrados em nosso Purusha, com maior intensidade, são os que afloram primeiro, geralmente de forma espontânea quando meditamos, enquanto dormimos ou quando somos submetidos à regressão de memória mediante o hipnotismo ou catalepsia.

Mas, os grandes iniciados que receberam a Diksha Yoga Devi podem lembrar, com perfeita clareza, várias encarnações passadas com apenas um esforço de vontade. Dessa forma, eles sabem quem foram em outras vidas, onde viveram e o que fizeram.

Mesmo que não corresponda ao tema dos sonhos repetidos, sobre os quais estamos falando agora; no entanto, acho conveniente dizer que quem quer que tenha o domínio de examinar seu próprio espírito e examinar suas vidas passadas, também pode fazê-lo com os demais homens. Eu lembro que Jesus Cristo perguntou aos seus discípulos: Quem os homens dizem que eu sou? E um respondeu: "Você era Elijah". Outro disse: "João Batista", e eles continuaram a nomear outros profetas do passado. E Jesus, sabendo quem ele era antes, negava os nomes equivocados, até que sua verdadeira identidade foi apontada a ele. Um grande Mestre pode examinar no Atma as diferentes reencarnações de nosso espírito e revelar para nós quem fomos antes. Por enquanto, só quero dizer que os sonhos que se repetem com insistência, quase certamente, são memórias de passagens culminantes de nossas vidas anteriores.

Pergunta: Que explicação notável para um mistério tão oculto.

Resposta: O conhecimento desses fatos traz à nossa consciência a imensa satisfação de nos saber eternos em termos de indivíduos espirituais. E que tudo o que somos é o resultado da maior ou menor pureza e ação de nosso ser através das formas materiais que são organizadas na vida visível. Daí o fato da herança física e espiritual. Essas duas heranças serão tratadas quando analisarmos o tema das reencarnações.

 

Tradução de:

Acharya, Vidya Vinayaka Dasa
Augusto Simões Cunha

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LOS SUEÑOS DE VIDAS PASADAS (3° parte)

Don Benjamin Gúsman Valenzuela
Sri Vájera Yogui Dasa (Autoridade Iniciática Ocidental do SDM)

Pregunta: La cuarta clase en que se dividió los sueños, es decir los sueños Proféticos,

tiene mayor atracción para mí, ¿No le parece extraordinario que lo que hemos soñado ahora, se realice exactamente igual dos o más años después? ¿Qué esos mismos sueños nos prevengan de males o nos guíen al éxito?

Respuesta: No hay duda que los sueños proféticos tienen gran importancia, pera ya verá

usted, cuanto más interesante es la quinta y última sub-división. Claro que esta fase de la ciencia de los sueños es difícil que la comprueben los seres del mundo corriente. Comenzaré esta explicación relatando una experiencia mía.

Yo, cuando niño, solía tener una tremenda pesadilla. Se me repetía con intervalo de dos o tres años. Al comenzar dicha pesadilla, yo me decía en el mismo sueño: “Esto ya lo he soñado”. Y como la visión era espantosa, yo mismo repetía. “Esto es tremendo, no quiero volver a soñarlo”. Pero parece que el disco grabado en mi alma era forzado a terminar su desarrollo por una interna fuerza oculta. A pesar del inmenso esfuerzo que hacía para detener la repetición de la marcha de las desagradables visiones con sus respectivas sensaciones y pensamientos, la pesadilla se realizaba hasta terminar completamente su desenlace.

Se trataba de esto: me veía ir por un bosque inmenso, acompañado de un amigo. En una parte del sendero veo una culebra que salta sobre mí y me muerde, inoculándome su mortífero veneno. Vi también que mi amigo corre donde estoy, con el propósito de defenderme y matar a la serpiente. Más, desgraciadamente, la víbora salta también sobre él y lo muerde.

Yo, tal como si lo estuviera realmente viviendo, me sentía, morir y, con gran desesperación, gritaba llamando a mi madre. Perdía el conocimiento. Era la muerte. En ese momento despertaba bañado de transpiración, con el corazón latiendo intensamente y todo mi Yo envuelto por el terror.

Pasaron así muchos años y yo tendría ya unos cuarenta años, cuando por motivo de una iniciación especial, los Maestros del Mandalam, por medio de sus místicos poderes, examinaron mis vidas pasadas. Al hacer tan trascendente examen, una noche volví a soñar la pesadilla de la serpiente, con una serie de detalles, solamente interesantes para mí, y, cuál no sería mi sorpresa, al recibir días después una carta aérea del Iniciador Srinivasachariar, el cual me comunicaba el resultado del examen de mi vida anterior. En esa carta, que conservo como reliquia, al describir los Maestros mi anterior existencia, me relatan la muerte que yo tuve en mi vida anterior y dicho relato concordaba con la pesadilla que, con tanto espanto se me repetía desde mi niñez. Y lo asombroso es que yo nunca había comunicado a nadie tal sueño y el que me escribía, vivía al otro lado del mundo. Después de esto, estudiando los libros sagrados de la India, llegue al conocimiento de que cuando un sueño se repite en idéntica forma, es casi seguro que se trata del recuerdo espiritual de alguna experiencia de vidas pasadas.

Pregunta: Dígame… ¿cómo se producen esos recuerdos de las vidas pasadas si el ego o espíritu está encarnado en un nuevo cuerpo y por lo tanto posee otro cerebro?

Respuesta: La memoria, la inteligencia y la voluntad son las tres grandes facultades del espíritu. El cerebro físico no tiene ninguna facultad, es solamente el instrumento o vehículo donde el alma manifiesta las cualidades del espíritu. Cuando el cerebro físico se lesiona o intoxica, la memoria que puede transmitir el espíritu, a través de ese vehículo material se entorpece.

Pregunta: Entonces, ¿La memoria solo radica en el espíritu?

Respuesta: Sin espíritu o como diría un Brahman, sin Atma no hay vida. El Atma o la vida se manifiesta a través de las formas como: Memoria, inteligencia, voluntad y actividad. El Atma es el Eterno Individuo, es decir es el Indestructible disco espiritual que registra y conserva grabados todos los acontecimientos que le suceden a un ser en la vida. El Atma o Purusha, como también es denominado, registra hasta los más insignificantes pensamientos. Todo lo que hemos sentido, visto, oído, palpado o gustado, queda indeleblemente inscrito en el Ego por toda la eternidad. Cuando algún alto Iniciado toma contacto con una faceta de ese repositorio de la memoria, ve, siente y comprende el pasado como si realmente lo estuviera viviendo en ese preciso instante.

Es el caso de Teresa Neuman, la estigmatizada alemana. Naturalmente, hay escenas de las vidas pasadas que, debido a la mayor fuerza con que fueron impresas, resaltan sobre las otras o antes que las más débiles. Esas experiencias o acontecimientos grabados en nuestro Purusha, con mayor intensidad, son los que afloran primero, generalmente, en forma espontánea cuando meditamos, mientras dormimos o cuando se nos somete a la regresión de la memoria mediante el hipnotismo o catalepsia.

Pero, los grandes iniciados que han recibido la Yoga Devi Diksha pueden recordar con perfecta claridad, varias encarnaciones pasadas con sólo un esfuerzo de voluntad. De esa manera, ellos saben quiénes han sido en otras vidas, donde han vivido y lo que han hecho.

Aun cuando no corresponda al tema de los sueños repetidos, sobre los que estamos hablando ahora; sin embargo, creo conveniente decir que quien alcanza la maestría de examinar su propio espíritu y escudriñar sus vidas anteriores, también puede hacerlo con los demás hombres. Recuerdo que Jesucristo preguntó a sus discípulos: ¿Quién dicen los hombres que soy Yo? Y uno respondió: “Tú fuiste Elías”. Otro dijo: “Juan el Bautista”, y continuaron nombrando otros profetas del pasado. Y Jesús, sabedor de quien había sido antes, negaba los nombres equivocados, hasta que su verdadera identidad le fue señalada. Un gran Maestro puede examinar en el Atma las diferentes reencarnaciones de nuestro espíritu y revelarnos quienes hemos sido antes. Por el momento, solo quiero decir que los sueños que se repiten con insistencia, casi con seguridad son recuerdos de culminantes pasajes de nuestras vidas anteriores.

Pregunta: Que notable explicación de tan oculto misterio.

Respuesta: El conocimiento de estos hechos trae a nuestra conciencia la satisfacción inmensa de sabernos eternos en cuanto a individuos espirituales. Y que todo lo que somos es el resultado de la mayor o menor pureza y actuación de nuestro ser a través de las formas materiales que se organizan en la vida visible. De aquí se deduce el hecho de la herencia física y espiritual. Estas dos herencias serán tratadas cuando analicemos el tema de las reencarnaciones.

domingo, 19 de junho de 2022

OS SONHOS PROFÉTICOS

 

 

 OS SONHOS PROFÉTICOS 


                                                       Don Benjamin Gúsman Valenzuela

                                                              Sri Vájera Yogui Dasa 
                                (Primeira Autoridade Iniciática Externa no Ocidente do SDM)


Pergunta: Se bem me lembro, você disse que na ciência religiosa revelada pelos Mahatmas da Índia, os sonhos são divididos em cinco partes e até agora você fez referência a apenas dois, isto é, aos sonhos correntes e aos simbólicos.

A explicação que você nos deu abriu um novo mundo com infinitas possibilidades, tanto científicas quanto poéticas, peço-lhe que continue com as explicações tão interessantes.

Resposta: A poesia e a beleza em todas as manifestações da arte pura, na escultura, pintura, dança, música, canto e literatura, são algumas das artes promovidas pelas religiões da Índia, sem esquecer que eles também transmitem alegria e paz através de seus sacramentos, cerimônias e orações chamadas: Mantras, Yapas, Kirtan e Dhyanas.

Pergunta: O Suddha Dharma Mandalam não infunde aos seus discípulos o temor de Deus, o medo ou aversão a um demônio ou o terror a um inferno eterno?

Resposta: Muito distantes estão os sábios brâmanes para usar a ideia de um Deus e de sua criação para produzir terror, ódio ou exasperar seus seguidores. Fazer isto seria para os sacerdotes brâmanes uma heresia criminosa, que resulta apenas em más sugestões produtoras de aberrações formadas por terror, produzindo esta torpe instrução a pior loucura, que é a loucura do temor místico.

Quantas pessoas existem neste mundo que odeiam a Deus e quantas são as que o negam? E tudo por causa da filosofia errada que induz ao medo.

Pergunta: Mas você não acha que há muitos que se abstêm de fazer o mal, porque temem a Deus e sentem temor do inferno eterno?

Resposta: Ser um homem inofensivo apenas por ser influenciado pelo terror de um castigo eterno, não produz qualquer avanço evolutivo para o espírito deste homem. Ser algemado pelo medo é como o ladrão não poder roubar, porque suas mãos estão fortemente atadas por fortes algemas, mas o desejo do roubo está latente dentro dele. Veremos como, com o estudo dos sonhos, entenderemos a orientação divina de amar a um Deus sem temê-lo, procurando seguir suas leis, influenciados pelo verdadeiro conhecimento das mesmas; esse amor vindo a ser automático, fluente, contínuo e imenso. Agora, para você se lembrar de uma das maneiras que Deus tem para nos guiar, vou me referir à Terceira Fase dos sonhos. São os Sonhos Proféticos, formados por memórias de ações que ocorrem em nós durante o sono, as quais, ao despertar, lembramos de seu desenvolvimento perfeitamente normal. Não como os sonhos simbólicos, que, como expressei anteriormente, sofrem na lembrança as distorções que os tornam, em certo sentido, inverossímeis. Os sonhos proféticos são lembrados com grande clareza. Há muitos deles que, após um curto período de tempo, são exatamente os mesmos que foram vistos, outras vezes levam um mês, um ano ou muitos anos para serem concluídos. A quarta categoria de sonhos também são proféticos, mas eles são apagados da nossa mente física e são lembrados quando estamos em um lugar onde fomos pela primeira vez, levando-nos a impressão exata de ter estado lá antes.

Acontece também que, ao encontrar pessoas estranhas em uma reunião, temos claramente a lembrança de ter feito tal reunião em um tempo sem tempo. Estas memórias pertencem à categoria de "premonições" e, como elas não foram suficientemente gravadas em nosso cérebro físico, ao acordar foram esquecidas, mas não deixaram de estar na memória da alma, aflorando na superfície física quando algo nos comove.

Quando os sonhos são fortemente impressos no cérebro físico, então nos lembramos deles ao acordar e sua memória perdura por vários anos ou por toda a vida. Vou começar a explicar uma das maneiras pelas quais os sonhos proféticos ocorrem.

Lembre-se de que quando dormimos, nossa alma vai para o plano astral ou Kama loka, ou o que é o mesmo, chegamos à localidade das sensações, como também podemos alcançar o plano mental onde vivem os grandes seres, quer sejam santos ou anjos, Rishis ou Devas, assim chamado pelos sacerdotes brâmanes, podendo tais Devas fazer contato com nossa consciência, se eles veem a necessidade de avisar-nos de algum infortúnio ou guiar-nos a uma situação melhor. Os Devas, com seus cérebros fluidos e com as suas capacidades búdicas, são mil vezes superiores aos homens em sabedoria e desvelam, desde as esferas causais, as raízes dos acontecimentos. Ao relacionar tais raízes, eles se antecipam aos eventos que irão produzir as inúmeras causas no futuro.

Imagine que alguém está no topo de uma montanha e de lá vê que nas suas encostas corre velozmente um carro, que vai atravessar uma ponte que tem um ou dois pilares soltos e carcomidos, faltando apenas uma pequena sacudida para haver o colapso da ponte. Ele se comunica telepaticamente com o motorista do carro, ou com qualquer dos passageiros, sobre o perigo que enfrentam, dizendo-lhes: "a ponte está ruim, se você passar com o carro ela vai cair". Então a pessoa advertida terá um palpite de que algo ruim vai acontecer ou imagina uma ponte caindo e um carro que caminha no vazio, antecipando assim a um fato ruim evidente. Quando é necessário dar um aviso, os anjos dos planos superiores alertam em sonhos para os perigos, ou nos indicam pessoas que vamos encontrar, locais que vamos conhecer ou outras circunstâncias da vida.

Ao se comunicar mentalmente, a entidade espiritual forma claramente em nossa poderosa imaginação do “mental superior” as imagens correspondentes, que são transferidas para nossa memória desperta. Quando essas experiências são bem registradas, uma das causas dos sonhos premonitórios se produz em nossa memória física.

Pergunta: Então ... Existem outras causas que podem produzir premonições?

Resposta: Diz-se também que, estando todos os acontecimentos na mente onisciente do Deus na Terra, aquele que consegue fazer contato consciente com sua Sabedoria Divina e se lembra do que não viu, não entendeu ou não experimentou, também alcança o dom dos sonhos proféticos.

 

Tradução de:
Acharya, Vidya Vinayaka Dasa (Augusto Simões Cunha)
Ashram Sarva Mangalam, da Suddha Dharma Mandalam

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 LOS SUEÑOS PROFETICOS 

 

Sri Vájera Yogui Dasa
(Don Benjamin Gúsman Valenzuela)

Pregunta: Según recuerdo, usted, dijo que en la ciencia religiosa que revelan los

Mahatmas de la India, los sueños se dividen en cinco partes y hasta ahora solamente ha hecho referencia a dos, es decir, a los sueños corrientes y a los simbólicos.

La explicación que dio nos ha abierto un mundo nuevo con infinitas posibilidades, tanto científicas como poéticas, le ruego continuar con tan interesantes explicaciones.

Respuesta: La poesía y la belleza en todas las manifestaciones del arte puro, en la

escultura, pintura, danza, música, canto y literatura, son algunas de las artes propiciadas por las religiones de la India, sin que olvidemos que también ellas trasmiten alegría y paz a través de sus sacramentos, ceremoniales y oraciones llamadas: Mantras, Yapas, Kirtan y Dhyanas.

Pregunta: El Suddha Dharma Mandalam ¿No infunde a sus discípulos temor a Dios,

espanto ni aborrecimiento a un demonio o terror a un infierno eterno?

Respuesta: Muy lejos están los sabios Brahmanes de emplear la ideación de un Dios y de

su creación para producir terror, odio o exasperar a sus adeptos. Proceder así es para los sacerdotes Brahmanes una criminal herejía, que redunda solamente, en malas sugestiones productoras de aberraciones formadas por el terror, produciendo esta torpe instrucción la peor locura, que es la locura del temor místico.

¿Cuántas personas hay en este mundo que odian a Dios y cuantas hay que lo niegan? Y todo ello por la filosofía errónea que induce al miedo.

Pregunta: ¿Pero, no cree usted que son muchos los que se retienen de hacer el mal, por

temor a Dios y al infierno eterno?

Repuesta: Ser un hombre inofensivo solamente por estar sugestionado por el espanto de

un castigo eterno, que no produce ningún avance evolutivo al espíritu del mismo hombre. El estar encadenado por el miedo es como el ladrón que no puede robar, porque sus manos están fuertemente atadas a seguros grillos, pero el deseo del robo está latente dentro de él. Veremos como con el estudio de los sueños, comprenderemos la guía divina amando a un Dios sin temerle, esforzándonos en seguir sus leyes, influenciados por el verdadero conocimiento de ellas; llegando ese amor a ser automático, fluyente, continuo e inmenso. Ahora, para que usted recuerde una de las maneras que tiene Dios para guiarnos, me referiré a la Tercera Fase de los sueños. Ella constituye los Sueños Proféticos, formados por recuerdos de actuaciones que se producen en nosotros durante el sueño, las que, al despertar, las recordamos en su desarrollo perfectamente normal. No como los sueños simbólicos, los cuales, como lo exprese anteriormente, adolecen en el recuerdo de distorsiones que los hacen, en cierto sentido, inverosímiles. Los sueños proféticos son recordados con una gran claridad. Hay muchos de estos que, al poco tiempo se realizan exactamente igual como fueron vistos, otras veces demoran en realizarse un mes, un año, o muchos años más. La cuarta categoría de sueños, son también proféticos, pero ellos se borran de nuestra mente física y vienen a ser recordados cuando nos encontramos en un lugar donde hemos ido por primera vez, produciéndonos la impresión exacta de haber estado ahí antes.

También sucede que, encontrándonos con personas extrañas en una reunión, tengamos nítidamente el recuerdo de haber efectuado dicha reunión en el tiempo sin tiempo. Estos recuerdos pertenecen a la categoría de las “premoniciones” y, como no fueron suficientemente grabados en nuestro cerebro físico, al despertar fueron olvidadas, pero no por ello dejaron de estar en el recuerdo del alma, aflorando a la superficie física cuando hay algo que los conmueve.

Cuando los sueños son fuertemente impresos en el cerebro físico, entonces los recordamos al despertar y la memoria de ellos perdura por años o por toda la vida. Comenzaré a explicarle una de las maneras de cómo se producen los sueños proféticos.

Recuerde que cuando dormimos, nuestra alma pasa al plano astral o Kama loka, o lo que es lo mismo, llegamos a la localidad de las sensaciones, como también podemos alcanzar el plano mental donde viven Grandes Seres, ya sean santos o ángeles, Rishis o Devas, denominados así por los sacerdotes Brahmanes, pudiendo dichos Devas tomar contacto con nuestra conciencia, si es que ellos ven la necesidad de prevenirnos de alguna desgracia o guiarnos a una mejor situación. Los Devas con sus cerebros fluidos y con sus capacidades búdicas, son mil veces superiores a los hombres en sabiduría y divisan desde las esferas causales, las raíces de los acontecimientos y relacionándolas se anticipan a los hechos que producirán las incontables causas en el futuro.

Hágase cuenta que alguien está en la cima de una montaña y desde ahí ve que en las faldas de ella corre velozmente un automóvil que atravesará un puente que tiene uno o dos pilares sueltos y carcomidos, faltándole solamente un pequeño remezón para que el puente se derrumbe, y le comunica telepáticamente al chofer del automóvil o a alguno de los pasajeros el peligro que enfrentan, diciéndoles: “el puente está malo, si pasan con el auto se derrumbará”, la persona advertida tendrá “la corazonada” o imaginará un puente que se derrumba y un auto que rueda al vacío, anticipándose así a un hecho evidente. Cuando es necesario dar un aviso, los ángeles desde los planos superiores, advierten en el sueño los peligros, o nos indican personas que vamos a encontrar, sitios que conoceremos u otras circunstancias de la vida.

Al hablarnos mentalmente, la entidad espiritual forma con claridad en nuestra poderosa imaginación del “mental superior” las imágenes correspondientes las cuales son traspasadas a nuestra memoria de vigilia. Cuando estas experiencias son bien grabadas, en nuestra memoria física se produce una de las causas de los sueños premonitores

Pregunta: Entonces… ¿Hay otras causas que puedan producir las premoniciones?

Respuesta: Se dice también que, estando todo acontecimiento en la mente Omnisciente del Dios de la tierra, el que logra tomar contacto consciente con su Divina Sabiduría y recordar lo que ahí vio, comprendió o experimentó, alcanza también el Don de los sueños proféticos.

segunda-feira, 6 de junho de 2022

- O MISTÉRIO DOS SONHOS

 

 

- O MISTÉRIO DOS SONHOS




Don Benjamin Gúsman Valenzuela

                                                              (Sri Vájera Yogui Dasa)
                                     (Primeira Autoridade Iniciática Externa no Ocidente do SDM)

 

Pergunta:

Eu sempre estive preocupado com os sonhos. Para mim, eles constituem grandes mistérios da psique. Dado que você conhece a ciência religiosa da Índia, poderia me dizer se nela se trata esse aspecto da vida?

Resposta:

De fato, toda religião estuda sonhos ou, pelo menos, seus livros sagrados fazem referências notáveis sobre eles.

Pergunta:

Então as igrejas cristãs também dão importância aos sonhos.

Resposta:

O cristianismo não apenas valoriza esses fatos da vida, mas também os médicos psiquiátricos. Este é um dos ramos mais interessantes da psiquiatria. Temos Freud, com seus tratados sobre a análise dos sonhos e há muitos outros médicos que investigam principalmente obsessões e outros fenômenos através dos sonhos.

Pergunta:

Eu vi até os animais sonharem. Eu tenho um cachorro na minha casa, desses que os ingleses chamam de "pet" e, quando ele dorme, ele chora, grita e mexe suas patas como se estivesse acendendo a luz.

Resposta:

Esta é uma das experiências que nos fazem lembrar e compreender que os animais têm uma alma com um corpo mental que lhes permite a ideação. A faculdade de conceber é uma das mais necessárias na vida dos seres; especialmente em seres humanos.

Pergunta:

Mas nos afastamos do assunto. Diga-nos algo mais sobre sonhos, como eles são tratados pelos sábios da índia.

Resposta:

Para os Mestres da Índia, os sonhos são suscetíveis de serem divididos em cinco seções principais. A primeira divisão são sonhos comuns, ou seja, aqueles que, por qualquer ruído externo, que se torna percebido inconscientemente pelo nosso cérebro sutil, uma batalha, um tsunami, um concerto ou qualquer outra coisa é alimentada pelo ruído ou por um contato externo. Também pode haver ideias variadas causadas pela dor, desconforto físico ou outras causas intermináveis. Mas vamos deixar de lado estes tipos de sonhos e vamos estudar os chamados “sonhos simbólicos”. Os sonhos simbólicos ou a segunda subdivisão são sonhos fantásticos, impossíveis, que têm uma base real, mas que se desenvolvem no campo do improvável. Por exemplo, você se lembra na Bíblia o sonho que o Faraó teve e que José, como grande Iniciado nas Ciências Ocultas, o interpretou?

Pergunta:

Refere-se ao sonho das sete vacas gordas e das sete vacas magras?

Resposta:

Sim, eu me refiro a ele. Nesse sonho que aparece no Antigo Testamento, você pode observar que, com base em uma realidade onde se vê sete vacas gordas e, depois, ver sete vacas magras, se produz o inverossímil, que consiste em ver como as vacas magras comiam as gordas. Esses sonhos, sem lógica da realidade, são os chamados simbólicos, os quais um verdadeiro sábio nas Ciências Ocultas pode interpretar.

Pergunta:

Lembro-me perfeitamente bem que José interpretou o sonho, dizendo ao Faraó que as sete vacas gordas significavam sete anos de fartura, durante os quais o Faraó deveria aproveitar para acumular alimentos, porque mais tarde viriam sete anos de escassez, que poderiam ser mitigados desde que fossem tomadas as medidas correspondentes ao aviso dado, para se precaver contra a fome que iria atacar as pessoas, se não fosse pela advertência dada em sonho por um guia oculto.

Resposta:

E você sabe que o Faraó, durante os sete anos de fartura, como a Bíblia diz, acreditando na interpretação dada pelo iniciado José, armazenou em seus celeiros todo o trigo e cereais que conseguiu e, assim, salvou as pessoas.

Pergunta:

Mas diga-me quem foi esse "alguém" que deu ao Faraó aquele aviso providencial durante o sonho?

Resposta:

Durante o sono, nossa alma e espírito passam momentaneamente para o mundo astral; quando alguém morre, passa para o mesmo plano, mas fica ali por muito tempo. A alma desencarnada é geralmente estacionada no plano astral por 300, 500 ou mais anos, sendo este período o mais comum, mas há exceções. Há almas que, depois de terem passado para as esferas sutis, renascem neste mundo quase imediatamente e outras levam muitos séculos para fazê-lo. Não há tempo fixo. O mesmo acontece quando se dorme; o prazo médio é de oito horas, mas há quem durma ainda mais e também há quem durma apenas duas ou três horas.

O fato é que, enquanto se dorme, as pessoas em geral ficam mais ou menos inconscientes no plano astral. Para acordar e ter memórias de nossas ações ou conversas com outras almas no mundo dos mortos, acredita-se que se tratem de sonhos, que às vezes parecem inverossímeis ou estranhos, porque em nosso cérebro físico, onde acontecem as atuações feitas no plano sutil, os sonhos têm sido mal gravado, tanto que nossas memórias são apagadas rapidamente, ficam truncada ou as cenas ficam mal relacionadas entre si.

A você poderá ter acontecido que, para alguns sonhos, são recordados vividamente ao se acordar, mas depois de passados alguns momentos, se torna difícil de recordá-los.

Pergunta:

Sim, aconteceu comigo muitas vezes.

Resposta:

E isso acontece com todo mundo; mas há sonhos que, apesar do passar dos anos, persistem na memória de maneira clara e mais precisa do que as coisas realmente realizadas neste plano físico. Mas eu não quero fugir muito do assunto e gostaria de terminar de responder a sua pergunta. O plano astral é uma questão sutil, composto por sete sub-planos, onde vivem os mortos de diferentes graus evolutivos, estando também povoado com diversas entidades. Esses seres daquele plano ou de outros superiores às vezes são ouvidos e compreendidos pelas almas daqueles que dormem.

Pergunta:

Então, ao dormir, temos uma morte aparente e o despertar se assemelha a uma nova encarnação, no mesmo corpo. São como pequenos ciclos de vida e morte na jornada de um dia e uma noite. Reencarnações são nada mais do que ciclos mais longos, através do tempo infinito. Eu entendi corretamente?

Resposta: Você entendeu corretamente. Pois bem, quando nos sonhos entramos em contato com uma boa entidade sutil, ela nos fala e nos adverte dos males ou nos orienta para um estado melhor. Além disso, sendo nosso cérebro etérico mil vezes mais rápido que o denso que usamos durante nossa vigília, sua força imaginativa é potente, produzindo visualizações perfeitas e maravilhosas.

Acredito que, com um exemplo, poderei explicar esses problemas árduos, melhor do que de qualquer outra forma. Note bem, que se eu pronunciar a palavra "perfume", sua mente, por meio de associações de ideias, pode imaginar imediatamente uma essência de maça, um cravo, uma rosa ou um caldeirão fumegante e oloroso.

Pergunta:

Curioso que, quando você pronunciou a palavra perfume, a ideia veio a mim e eu visualizei um caldeirão queimando e fumegante.

Resposta:

Eu dei o exemplo do caldeirão, porque percebi o seu pensamento claramente. Mas não vamos falar sobre a transmissão do pensamento agora, vamos deixar para outra hora. Eu continuarei a explicação que nós interrompemos. Se digo “abundância”, nosso rápido pensamento pode, por associação de ideias, imaginar algumas vacas gordas bonitas, cheias de leite saboroso e nutritivo. E se, inversamente, falo de escassez e fome, a associação de pensamentos pode nos fazer imaginar vacas magras e moribundas.

Ao falar sobre ondas mentais, sejam os espíritos, anjos ou santos nos planos sutis, as ideias claras por eles expostas são transformadas em nossas mentes em pensamentos com formas definidas, e é isso que possivelmente aconteceu com o Faraó do Egito. Quando o anjo da guarda lhe contou sobre os 7 anos de abundância, ele o relacionou através de ideação criativa com 7 vacas esplendorosas e, quando o anjo revelou que viriam sete anos de escassez, ele imaginou que esses nefastos anos destruiriam e esgotariam todas as reservas dos tempos abundantes e, por essa razão, sua mente astral transmitia ao cérebro físico a ideia de que as vacas magras comiam as gordas.

 

Tradução de:
Acharya , Vidya Vinayaka Dasa (Augusto Simões Cunha)
Ashram Sarva Mangalam, da Suddha Dharma Mandalam.


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- EL MISTERIO DE LOS SUEÑOS

 

Pregunta:

Siempre me han preocupado los sueños. Para mi constituyen grandes misterios de la siquis. Ya que usted conoce la ciencia religiosa de la India, ¿Podría decirme si en ella se trata este aspecto de la vida?

Respuesta:

Por cierto, toda religión estudia los sueños o, por lo menos sus sagrados libros hacen notables referencias sobre ellos.

Pregunta:

De modo que las iglesias cristianas, también les dan importancia a los sueños.

Respuesta:

No solamente el cristianismo les da valor a esos hechos de la vida, sino que también los hacen los médicos siquiatras. Esta es una de las ramas más interesantes de la siquiatría. Ahí está Freud, con sus tratados sobre el análisis de los sueños y así hay muchos otros médicos que investigan principalmente las obsesiones y otros fenómenos a través de los sueños.

Pregunta:

Yo he visto soñar hasta a los animales. Tengo un perrito en mi casa, de esos que los ingleses llaman un “pet”, y cuando duerme, llora, grita y mueve las patitas como si estuviera corriendo ligero.

Respuesta:

Esta es una de las experiencias que nos hacen recordar y comprender que los animales tienen un alma con un cuerpo mental que les permite la ideación. La facultad de idear es una de las más necesarias en la vida de los seres; sobre todo en los seres humanos.

Pregunta:

Pero nos apartamos del tema y dígame algo más sobre los sueños, tal como

los tratan los sabios de la India.

Respuesta:

Para los Maestros de la India, los sueños son susceptibles de dividirse en cinco secciones principales. La primera división la forman los sueños corrientes, es decir aquellos que, debido a cualquier ruido externo, que llega a ser percibido inconscientemente por nuestro cerebro sutil, una batalla, un maremoto, un concierto o cualquier otra cosa activada por ese ruido o por un contacto exterior. También pueden producirse variadas ideaciones provocadas por dolores, malestares físicos u otras infinitas causas. Pero dejemos de lado esta clase de sueños y entremos a estudiar los llamados sueños simbólicos. Los sueños simbólicos o la segunda subdivisión son sueños fantásticos, imposibles, que tienen una base real, pero que se desarrollan en el campo de lo inverosímil. Por ejemplo, ¿Recuerda usted que en la Biblia el sueño que tuvo el faraón y que José, como Gran Iniciado en las ciencias ocultas se lo interpretó?

Pregunta:

¿Se refiere al sueño de las siete vacas gordas y de las siete vacas flacas?

Respuesta:

Si a él me refiero. En ese sueño que aparece en los antiguos Evangelios, usted,

puede observar que basados en una realidad como es ver siete vacas gordas y, después observar siete vacas flacas, se produce lo inverosímil que consiste en ver como las vacas flacas se comían a las gordas. Estos sueños, sin lógica de la realidad, son los llamados simbólicos y que, un verdadero sabio en las Ciencias Ocultas puede interpretar.

Pregunta:

Me acuerdo perfectamente bien de que José interpretó dicho sueño, diciendo al Faraón que las 7 vacas gordas significan 7 años de abundancia, los cuales el Faraón debía aprovechar para acumular alimentos pues, posteriormente, vendrían 7 años de escasez, los que podrían ser sobrellevados siempre que se tomaran las medidas correspondientes al aviso dado para precaver del hambre que azotaría al pueblo, si no fuera por la advertencia dada en sueño por un guía oculto.

Respuesta:

Y usted, sabe que el Faraón, durante los siete años de abundancia como lo dice la biblia, creyendo la interpretación del iniciado José, guardó en sus graneros todo el trigo y los cereales que pudo y, de esa manera, salvó al pueblo.

Pregunta:

Pero ¿dígame quién fue ese “alguien” que dio al Faraón ese providencial aviso durante el sueño?

Respuesta:

Durante el sueño, nuestra alma y espíritu van momentáneamente al mundo astral; cuando uno muere, pasa a ese mismo plano, pero se detiene allí mucho tiempo. Generalmente se estaciona el alma de los desencarnados en el plano astral por 300, 500 o más años, siendo este período lo más corriente, pero hay excepciones. Hay almas que, después que pasaron a las esferas sutiles, vuelven a renacer en este mundo casi inmediatamente y, otras demoran muchos siglos en hacerlo. No hay un tiempo fijo. Lo mismo sucede al dormir; el término medio es de ocho horas, pero hay quienes duermen aún más tiempo y los hay también que duermen apenas dos o tres horas.

El caso es que mientras se duerme, las generalidades de las personas están más o menos inconscientes en el plano astral. Al despertar y tener recuerdos de nuestras actuaciones o conversaciones con otras almas en el mundo de los muertos, se les cree sueños, los cuales a veces parecen inverosímiles o descabellados, debido a que nuestro cerebro físico donde repercuten las actuaciones hechas en ese sutil plano, han sido deficientemente grabadas, de manera que gran parte de nuestros recuerdos quedan borrados rápidamente, truncos o mal relacionadas unas escenas con otras.

A usted le habrá sucedido que algunos sueños que recuerda nítidamente al despertar, a los pocos momentos le es difícil volver a recordarlos.

Pregunta:

Sí, a mí me ha sucedido muchas veces

Respuesta:

Y eso le acontece a todo el mundo; pero hay sueños que, a pesar de los años, perduran en el recuerdo en forma nítida aún más precisos que las cosas realizadas verdaderamente en este plano físico. Pero no quiero apartarme mucho del tema y terminar de contestar su pregunta. El mundo astral es un plano de materia sutil, compuesto de 7 sub-planos, donde viven los muertos de diferentes grados evolutivos, estando además poblado de variadas entidades. Estos seres de ese plano o de otros más elevados, a veces logran hacerse oír y entender por las almas de los que duermen.

Pregunta:

De modo que, al dormir, tenemos una muerte aparente y, el despertar se asemeja a una nueva reencarnación en el mismo cuerpo. Son como pequeños ciclos de vida y muerte en el trayecto de un día y de una noche. Las reencarnaciones no son otra cosa que ciclos más largos, a través del tiempo infinito. ¿He comprendido bien?

Respuesta: Lo ha entendido correctamente. Pues bien, cuando en sueños tomamos

contacto con una buena entidad sutil, esta nos habla y nos previene de males o nos guía hacia un estado mejor. Más, siendo nuestro cerebro etérico mil veces más rápido que el denso que usamos durante nuestra vigilia, su fuerza imaginativa es potente, produciendo visualizaciones perfectas y maravillosas.

Creo que con un ejemplo podré explicar estos arduos problemas, mejor que de cualquier otra manera. Fíjese bien, que, si yo pronuncio la palabra “perfume”, su mente, mediante las asociaciones de ideas puede de inmediato imaginar un pomo de esencia, un clavel, una rosa o un humeante y oloroso pebetero.

Pregunta:

Qué curioso, cuando usted, pronunció la palabra perfume, me vino la idea y visualicé un pebetero encendido y humeante.

Respuesta:

Puse el ejemplo del pebetero, porque percibí su pensamiento claramente. Pero no hablemos de la transmisión del pensamiento ahora, dejémoslo para otra ocasión. Continuare la explicación que hemos interrumpido. Si digo abundancia, nuestro rápido pensamiento puede, por asociación de ideas imaginar unas hermosas vacas gordas, pletóricas de sabrosa y nutritiva leche. Y si al revés, hablo de escasez y hambruna, la asociación de pensamientos nos puede hacer imaginar vacas flacas y moribundas.

Al hablarnos por medio de ondas mentales, ya sea los espíritus, los ángeles o santos en los planos sutiles, las claras ideas por ellos expuestas, las transformamos en nuestra mente en pensamientos con definidas formas, y esto es lo que posiblemente le sucedió al Faraón de Egipto, cuando el ángel protector le habló de los 7 años de abundancia, él lo relacionó por medio de la ideación creadora, con 7 vacas esplendorosas y cuando le reveló que vendrían 7 años de escasez, imaginó que esos nefastos años, destruían y agotaban todas las reservas de los tiempos abundantes y por ello su mente astral transmitió al cerebro físico la idea de que las vacas flacas se comían a las gordas.  

domingo, 29 de maio de 2022

SONS

 





SONS

 

Don Benjamín Guzmán Valenzuela

11 de agosto de 1935

 

   Acabo de fazer relação da importância ou ajuda que podem prestar os sacramentos na purificação de nossa alma. Os sacramentos estão baseados em uma base científica perfeitamente real, vibratória, que tem o som e o signo. Todo som é uma vibração que se faz no éter, cuja vibração leva a uma potencial diversa, segundo as vogais ou consoantes que utilizamos. Hoje em dia ninguém ignora que esta força pode mover certos aparelhos e deixar aí gravadas as vozes ou sons que se emitiram. O som, ou seja, o movimento, também produz sua vibração, tem sua descarga elétrica, mas nossos olhos e nossa vista comum é muito pouco desenvolvida todavia e assim as vibrações dos instrumentos de rádio, que nesses momentos passam mil por esta sala sem as escutarmos, em nós as vibrações de luz e som passam despercebidas, mas nem por isso deixam de existir.

   São as vibrações de todas as coisas do mundo, o feito real e vital da conformação do Universo, todo o Universo é vibração e através dessas vibrações e do estudo delas podemos efetuar grandes prodígios no mundo; assim, temos agora prodígios científicos, o rádio, a telepatia, que vão constatando as coisas ocultas, que todas as coisas estão unidas por uma alma universal, por uma substância única que faz que todo o Cosmos seja uma única coisa, uma única alma central.

   O estudo do som e signo para o clarividente é o que dá a ciência das palavras e signos de poder que se empregam nos sacramentos. Para dar uma ideia do valor imenso que tem o som, vemos por exemplo que o Gênesis, ao pôr Deus como um homem que forma o Universo. Não basta Deus pensar em fazer um mundo, mas fazer cada uma das coisas que aparecem simbolicamente no Gênesis, Deus fala, por exemplo; para fazer luz e diz: “Faça-se a Luz” e a Luz  foi feita. São João Evangelista, como grande ocultista, afirma que o princípio é o Verbo, isto é, que a primeira manifestação do plano akáshico é o som e que o Verbo é Deus, é a força criadora de todas as manifestações da Terra. Josué nos deu um exemplo na batalha de Jericó, ao tocar a trombeta ele demoliu suas imensas paredes.

   Agora, o som, composto magicamente nas frases sacramentais dão maior felicidade e com certos toques nasce a ideia da transubstanciação do pão no corpo de Jesus e o vinho em seu sangue. Algumas pessoas dizem: Como é possível que este pão seja o corpo de Jesus e este vinho o seu sangue? O que significa? Como pode ser possível? Sem dúvida, quando vocês despertarem a visão astral verão que cada coisa no mundo pode sofrer uma transubstanciação, e em aparência fica igual, mas, os átomos astrais são muitos distintos a como estavam antes de haver feito as manipulações.

   Esses sons se empregam nas escolas ocultas para abrir os sentidos, a visão astral, para abrir os ouvidos, para sensibilizá-los. Esses signos e palavras são mantidos ocultos pelos Mestres e somente são pronunciadas quando o candidato foi testado que fará um bom uso dos novos sentidos que estão despertando. Isso constitui as chaves do mistério, as chaves da outra vida.

   Jesus de Nazaré possuía mantras ou chaves próprias para despertar os poderes no discípulo, e ele prepara São Pedro, e lhe concede os poderes ocultos, e desde então, São Pedro aparece com as chaves do céu, as chaves da outra vida. Se vocês tiverem a paciência de ler “Os Atos dos Apóstolos”, então verão quais são as chaves. Às vezes, ele não fez bom uso das chaves. São Pedro uma vez pediu em um certo casamento para que lhe dessem prata, e este casal teve de vender suas terras, seus bens, para que São Pedro abrisse seus olhos astrais, mas, como esse casal não lhe deu todo o dinheiro, ele os matou; e isso só enviando-lhes a força mântrica. Quanto perigo haverá em entregar essas chaves escondidas a qualquer um, quando um discípulo de Cristo fez isso!

   Se dermos a um homem não evoluído essas chaves, é certo que ele não mataria uma pessoa, mas jogaria acenos e mataria metade do mundo. É por isso que o mistério é bloqueado para gradualmente dar isso quando o discípulo foi testado. Na revista “A Estrela do Oeste”, um grande Mestre diz que aqueles que estudaram religiões com palavras devem ser vistos que ignoram.

   Eu disse antes que no sinal de poder é constituída a ciência da vibração do movimento. Por exemplo, este sinal da cruz, é como um golpe que dá um som muito especial no mundo sutil; isso é muito notável, mas, se você faz um círculo, é outro som, muito diferente que produz no mundo sutil. O triângulo produz outro som, e essa composição de triângulo, círculo e cruz constituem as chaves de uma série de sinais ocultos. Vou dizer que um dos sinais mais poderosos é o sinal da cruz, mas você tem que saber como fazê-lo.

   Além disso, continuando ainda mais neste desdobramento do mundo astral, direi que ele tem muito valor nos despertares dos poderes do corpo astral, o pensamento. Ninguém desconhece que temos dentro de nós uma força consciente, uma força que pode ser dirigida por nossa vontade. Essa força pode ser enviada para o corpo físico, então peço à força para levantar este braço e com a minha consciência a força abaixa o braço e o levanta; essa é a força consciente. Essa força consciente pode ser enviada para algo que não é visto, que se move e ainda existe, são as sensações. No sensacional como está vibrando, ele o envia para o corpo astral e transmite-os para o corpo físico. Também com a minha vontade eu posso pensar em algo e obter pensamentos, mas como a maioria do mundo não tem nenhum exercício na mente, o corpo mental da maioria das pessoas é como uma fumaça de cigarro que vai embora, não tem controle, eles falam mecanicamente, não têm controle e falam sobre esse tema e sobre outro.

   Hoje em dia há muitas sociedades mentalistas que se dedicam ao cultivo da mente, mas por desgraça se sujeitamos um segundo o pensamento, aos poucos vemos que estamos pensando em outra coisa muito diferente.

   O iniciado deve ter sua mente firme, não mudar seus pensamentos. O iniciado tem de dominar o seu corpo astral, este tem de ter controle do corpo físico. Qualquer vibração do pensamento tem forma e cor e estas vibrações podem ser transmitidas.

   Cada vibração vai acompanhada de um pensamento. Cada pensamento tem sua atração e repulsão, segundo as vibrações similares que encontre a seu passo o que é capaz de atrair. A atração e repulsa da força mental nos planos astrais é um feito mais visível que o ímã visto pelo aço nos planos terrestres. Você pega um ímã e uma agulha de aço e vai ver como ele gruda. No mundo astral, se você tem um pensamento de fazer o bem no mundo físico, você verá que inúmeros pensamentos vêm e grudam como um ímã à mente. E se você tem um pensamento baixo, de ódio ou sensualidade, você traz um acúmulo de pensamentos. Eles não só atraem esse tipo de pensamento, mas atraem vários tipos de seres elementares, atraem demônios; e se os pensamentos são altos, eles podem atrair os santos ou os Vedas.

   Todos os lugares onde algo foi pensado são influenciados. Assim, os açougueiros não são apenas influenciados por esse cheiro pestilento, então os bordéis têm ao seu redor milhares de seres elementares que ficam alegres sentindo as emanações dos seres baixos que ali concordam; e muitas vezes como um ser dormente procura outro para lhe dar seu calor, então esses seres tentam levar os indivíduos para forçá-los a se afogar em álcool e sentir a emanação.

   O doutor Avilés publicou um texto no qual fala sobre esse ponto.

   Vou fazer um parêntese: se alguém deseja comprar uma obra de ocultismo, pode ir à biblioteca oculta que há na avenida Santo Domingo, 1114[1], e recomendo aos que comparecem aqui pela primeira vez, um livro fácil de compreender que se chama Vislumbres de la Verdad (“Vislumbres da Verdade”), do teosofista Don Tomás Ríos González.

   Agora essas palavras de poder, os sinais de poder, o triunfo mental das emoções para purificar nosso corpo está espalhando um desdobramento voluntário. Essa saída para o plano Astral é o que os Mestres chamam de êxtase da alma. Aí temos o grande iniciado católico, São João da Cruz, dando algumas palavras de poder. Você pode encontrar a grande Santa Teresa de Jesus, falando sobre essas explosões.

   Você também terá a chave de que o homem pode separar a alma do corpo sem morrer o dom da onipresença, homens que são vistos em um ponto e outro. Mas esse poder de separar a alma do corpo que posso dizer não é quase nada para o de outro grande poder que a alma adquire. Temos o poder de se desintegrar, o homem pode adquirir o poder de desfazer seu corpo; o grande profeta Elias se desprendeu da matéria, os átomos assumiram maior vibração, este corpo brilhante apareceu diante da visão dos discípulos e quanto mais os átomos vibraram, ele se desintegrou e foi visto a subir diante da visão de todos. Jesus também desintegrou seu corpo, os apóstolos o viram escalar a montanha, ele começou a subir até desaparecer em um golpe de luz.

   Outra iniciada, Maria, mãe de Jesus, também desintegrou seu corpo, e na Índia há muitos desses seres que desintegram seu corpo, e é por isso que esses grandes seres não são conhecidos por seu túmulo.

   Fora o dom de desintegrar e integrar o seu corpo, esses seres têm o dom de aparecer. Com essa força interior que o homem adquire com suas palavras, sinais e sistemas mentais, ele pode ser impulsionado desse corpo e se desprender da alma. Mas o que acontece da primeira vez com o candidato? Ao sair, ele tem uma felicidade enorme. Se pretendo estar na porta, em um segundo estou lá. Por quê? Porque no mundo astral não se tem o peso do corpo físico. Eu aqui com o corpo físico penso, tenho que ir passo a passo, enquanto que no mundo astral não tenho o peso desse corpo. Essa velocidade vertiginosa é o que mais assusta o discípulo na primeira saída. Acontece o mesmo quando o homem está sonhando. Ele sonha e acha que está acordado, e quando está no mundo astral, no início ele se esquece dessa saída e, então, tem a ideia de que a corpo físico tem. Também essa ideia do corpo físico permanece para muitos mortos e por isso acontece que muitas vezes o morto que acredita em si mesmo com o corpo, chega e entra pela porta. Essa é a ideia que permanece no subconsciente do homem, mas, quando percebe que não precisa desse impulso para se mover,  então ele começa a aprender a se mover no mundo astral. Você planeja sair, dar um pouco o impulso mais insignificante e virar toda a conferência. O pensamento tem uma força motriz e a imaginação tem uma força incrível, se você acha que está vestido de preto e com sapatos, a imaginação fará o terno. Se você imaginar uma estátua, com um pouco de imaginação isso se torna real, não como aqui no mundo físico leva muito tempo e às vezes a técnica não responde à imaginação. E assim como você faz uma estátua, você pode desfazê-la ou deixá-la feita, quando você sair para o mundo astral você verá milhares de formas, e todas as pessoas que pensam aqui com o diabo, quando eles morrem, você vai vê-lo no mundo astral.

   No mundo astral eles têm de fazer e desfazer. Eles podem deixar traços astrais, podem deixar perfumes, todas as sensações do mundo astral e físico. Há diferentes planos nos planos astrais; há, como disse Santa Teresa de Jesus, sete moradas; como disse São Pedro, existem sete céus e segundo ele, foi arrebatado para o sétimo céu.

   E qual é o interesse nessa conferência?

   É que você tome isso como uma ciência, façam as práticas que são fáceis e possam ir lentamente desse plano e passem ao segundo, ao plano astral e, em seguida, subindo até chegar ao sétimo e até que todos vocês cheguem ao céu e se unam a Deus.

 

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Texto traduzido a partir do original em espanhol por Jaimini Dasa (Robson Gimenes),

Emissário (Acharya), do Ashram Sarva Mangalam, da Suddha Dharma Mandalam.

 

 

SONIDOS

 

Don Benjamín Guzmán Valenzuela

11 de agosto de 1935

 

   Acabo de hacer relación de la importancia o ayuda que pueden prestar los sacramentos en la purificación de nuestra alma. Los sacramentos están basados en una base científica perfectamente real, vibratoria que tiene el sonido y el signo. Todo sonido es una vibración que se hace en el éter, cuya vibración lleva a una potencial diversa, según las vocales o consonantes que hemos usado. Nadie ignora hoy día que esta fuerza puede mover ciertos aparatos y dejar ahí clavadas las voces o sonidos que se habían emitido. El sonido, o sea el movimiento, también produce su vibración, tiene su descarga eléctrica, pero nuestros ojos y nuestra vista común es muy poco desarrollada todavía y así vibraciones de los instrumentos de radios, que en estos momentos pasan miles por esta sala no los escuchamos, en nosotros las vibraciones de luz y sonido pasan desapercibidas, pero no por eso dejan de existir.

   Son las vibraciones de todas las cosas del mundo, el hecho real y vital de la conformación del Universo, todo el Universo es vibración y a través de esas vibraciones y del estudio de ellas podemos ir efectuando grandes prodigios en el mundo; así tenemos ahora prodigios científicos, la radio, la telepatía, que van constatando las cosas ocultas, que todas las cosas están unidas por un alma universal, por una sustancia única que hace que todo el Cosmos sea una sola cosa, una sola alma central.

   El estudio del sonido y signo para el clarividente es lo que da la ciencia de las palabras y signos de poder que se emplean en los sacramentos. Para dar una idea del valor inmenso que tiene el sonido, vemos por ejemplo que el génesis, al poner a Dios como un hombre que forma el Universo, no le basta a Dios con pensar hacer un mundo, sino que para hacer cada una de las cosas, que simbólicamente van apareciendo en el Génesis, Dios habla, por ejemplo; para hacer la luz dice: “Hágase la luz” y la luz fue hecha. San Juan el evangelista como gran ocultista estatuye que el principio es el Verbo, es decir, que la primera manifestación del plano Akasico, es el sonido y que el Verbo es Dios, es la fuerza creadora de todas las manifestaciones de la tierra. Josué nos dio un ejemplo en la batalla de Jericó, mediante toques de trompeta derriba sus inmensas murallas.

   Ahora el sonido, compuesto mágicamente en las frases sacramentales dan mayor felicidad y con ciertos toques nace la idea de la transubstanciación del pan en el cuerpo de Jesús y el vino en su sangre. Algunas personas dicen; ¿Cómo es posible que este pan sea el cuerpo de Jesús y este vino su sangre? ¿Qué significa? ¿Cómo puede suceder? Sin embargo, cuando ustedes despierten la vista astral verán que cada cosa en el mundo puede sufrir una transubstanciación, y en apariencia queda igual, pero, los átomos astrales son muy distintos a como estaban antes de haber hecho las manipulaciones.

   Ahora estos sonidos se emplean en las escuelas ocultas para abrir los sentidos, la vista astral, para abrir los oídos, para sensibilizarlos. Estos signos y palabras las mantienen muy ocultas los Maestros y solamente son pronunciadas cuando el candidato ha sido probado que hará buen uso de los nuevos sentidos que se van a despertar. Esto constituye las claves del misterio, las llaves del Más Allá.

   Jesús de Nazaret, poseía los mantras o claves apropiadas para despertar los poderes al discípulo, y el prepara a San Pedro, le da a conocer los poderes ocultos, y desde entonces aparece San Pedro con las llaves del cielo, las llaves del más allá; y si vosotros os tomáis la molestia de leer “Los hechos de los Apóstoles” entonces veréis cuales son las llaves. A veces no uso bien las claves San Pedro. Pidió una vez San Pedro a cierto matrimonio que le diera plata, y este matrimonio tuvo que vender su tierra, su fundo, para que San Pedro le abriera los ojos astrales, pero, como este matrimonio no entregara todo el dinero a San Pedro, los mató; y esto solo con mandarles la fuerza mántrica. ¡Cuánto peligro existirá en entregar a cualquiera estas claves ocultas, cuando un discípulo de Cristo hizo esto!

   Si entregáramos a un hombre no evolucionado estas claves, es seguro que no mataría a una persona, sino que echaría ondas y mataría a medio mundo. Por eso es por lo que se tiene encerrado el misterio para dar gradualmente esto cuando ha sido probado el discípulo. En la revista “La Estrella de Occidente” un gran Maestro dice que los que han estudiado las religiones con palabras, hay que ver que ignoran.

   Decía antes que en el signo de poder está constituida la ciencia de la vibración del movimiento. Por ejemplo, este signo de la cruz este golpe da un sonido especialísimo en el mundo sutil; esto es muy notable, pero, si ustedes hacen un círculo, es otro el sonido, muy diferente que produce en el mundo sutil. Ahora el triángulo produce otro sonido, y esta composición de triángulo, circulo y cruz, constituyen las claves de un sin número de signos ocultos. Diré que uno de los signos más poderosos, es el signo de la cruz, pero hay que saberlo hacer.

   Más, siguiendo más adelante en este desenvolvimiento del mundo astral, diré que tiene mucho valor en los despertares de los poderes del cuerpo astral, el pensamiento. Nadie ignora que nosotros tenemos en nuestro interior una fuerza consciente, una fuerza que puede ser dirigida por nuestra voluntad; esta fuerza puede mandarse al cuerpo físico, así yo pido a la fuerza levantar este brazo y con mi conciencia la fuerza baja el brazo y lo levanta; esta es la fuerza consciente. Esta fuerza consciente se puede mandar a algo que no se ve, que se mueve y, sin embargo, existe, son las sensaciones. En lo sensacional a medida que está vibrando lo manda al cuerpo astral y las trasmite al cuerpo físico. También con mi voluntad puedo pensar en algo y obtener pensamientos, pero como la mayoría del mundo no tiene ejercicio ninguno en la mente, el cuerpo mental de la mayoría de las personas es como un humo de cigarro que se va, no tiene control, hablan mecánicamente, no tienen control y hablan sobre este tema y sobre otro.

   Hoy día hay muchas sociedades mentalistas que se dedican al cultivo de la mente, pero por desgracia si sujetamos un segundo el pensamiento, al poco rato vemos que estamos pensando en otra cosa muy diferente.

   El iniciado debe tener su mente firme, no cambiar sus pensamientos. El iniciado tiene que dominar su cuerpo astral, este tiene que tener control del cuerpo físico. Cualquier vibración del pensamiento tiene forma y color y estas vibraciones pueden ser transmitidas.

   Cada vibración va acompañada de un pensamiento. Cada pensamiento tiene su atracción y repulsión, según las vibraciones similares que encuentre a su paso o que es capaz de atraer. La atracción y repulsión de la fuerza mental en los planos astrales, es un hecho más visible que el imán visto por el acero en los planos terrestres. Ustedes toman un imán y una aguja de acero y ustedes verán como esta se queda pegada. En el mundo astral si ustedes tienen un pensamiento de hacer un bien en el mundo físico, ustedes verán que un sin número de pensamientos se vienen y se pegan como imán a la mente. Y si ustedes tienen un pensamiento bajo, de odio o de sensualidad, traen un cúmulo de pensamientos. No solo atraen esta clase de pensamientos, sino que atraen varias clases de seres elementales, atraen los demonios; y si los pensamientos son elevados pueden atraer a los santos o a los Vedas.

   Cada sitio donde se ha pensado algo es influenciado. Así las carnicerías no solo están influenciadas de ese olor pestilente, así los prostíbulos tienen a su alrededor a miles de seres elementales que están gozosos sintiendo las emanaciones de los seres bajos que concurren ahí; y muchas veces como un ser entumecido busca otro que le de su calor, así estos seres tratan de tomar a los individuos para obligarlos a ahogarse en el alcohol y sentir la emanación.

   El Doctor Avilés ha publicado un texto en el que habla sobre este punto.

   Voy a hacer un paréntesis: Si alguien desea comprar una obra de ocultismo, puede ir a la biblioteca oculta que hay en Santo Domingo 1114 y recomiendo a los que asisten por primera vez, un libro fácil de comprender se llama “Vislumbres de la Verdad” de Don Tomás Ríos González.

   Ahora estas palabras de poder, los signos de poder, el triunfo mental de las emociones para purificar nuestro cuerpo nos va cundiendo un desdoblamiento voluntario. Esta salida al plano Astral es lo que llaman los Maestros el arrebato del alma. Ahí tenemos al gran iniciado católico, San Juan de la Cruz, dando unas palabras de poder. Podréis encontrar a la gran iniciada Santa Teresa de Jesús, hablando de estos arrebatos.

   También tendréis la clave de que el hombre puede desprender el alma del cuerpo sin que muera el don de la ubicuidad, hombres que se los ve en un punto y otro. Pero este poder de desprender el alma del cuerpo puedo decir que es casi nada al de otro gran poder que adquiere el alma. Tenemos el poder de desintegrar, el hombre puede adquirir el poder de deshacer su cuerpo; el gran Profeta Elías, despegó la materia, los átomos tomaron mayor vibración, apareció este cuerpo brillante ante la vista de los discípulos y mientras más vibraban los átomos se desintegró y se vio elevarse ante la vista de todos. Jesús también desintegró su cuerpo, lo vieron los apóstoles subir a la montaña, comenzó a elevarse hasta que desapareció en un golpe de luz.

   Otra iniciada, María, madre de Jesús, también desintegró su cuerpo, y en la India hay muchos de estos seres que desintegran su cuerpo, y es por eso por lo que estos grandes seres no se les conoce su tumba.

   Tienen también estos seres fuera del don de desintegrarse el de integrar su cuerpo y aparecerse. Con esta fuerza interior que adquiere el hombre con sus palabras, signos y sistemas mentales puede impulsarse de este cuerpo y el alma desprenderse. Pero ¿Qué pasa la primera vez al candidato? Al salir tiene una enorme felicidad. Si yo pienso estar en la puerta, en un segundo estoy allá. ¿Por qué? Porque en el mundo astral uno no tiene el peso del cuerpo físico. Yo aquí con el cuerpo físico pienso, tengo que ir paso a paso, mientras que en el mundo astral yo no tengo el peso de este cuerpo. Esta velocidad vertiginosa es lo que más asusta al discípulo en la primera salida. Pasa igual que cuando el hombre está soñando; sueña, cree que esta despierto; y cuando está en el mundo astral al principio se olvida de esta salida y entonces tiene la idea que tiene el cuerpo físico. También esta idea del cuerpo físico le queda a muchos muertos y debido a ello sucede que muchas veces el muerto que se cree con cuerpo, llega y entra por la puerta, esta es la idea que le queda en el subconsciente del hombre, pero, cuando se da cuenta que no necesita ese impulso para moverse, entonces comienza a aprender a moverse en el mundo astral; piensan ustedes salir, levemente dan el mas insignificante impulso y dan la vuelta a toda la conferencia. El pensamiento tiene una fuerza motora y la imaginación tiene una fuerza asombrosa, si ustedes piensan que están vestidos de negro, con zapatos la imaginación fabricara el traje. Si ustedes figuran una estatua, con un poco de imaginación esto se hace real, no como aquí en el mundo físico que se necesita mucho tiempo y a veces la técnica no responde a la imaginación. Y así como ustedes hacen una estatua, pueden deshacerla o dejarla hecha, Cuando salgan al mundo astral van a ver miles de formas, y todas la personas que piensen aquí con el demonio, cuando mueran, lo van a ver en el mundo astral.

   En el mundo astral tienen que hacer y deshacer. Ahora pueden dejar rastros astrales, pueden dejar perfumes, todas las sensaciones del mundo astral y físico. Hay en los planos astrales diferentes planos; existe como decía Santa Teresa de Jesús, siete moradas; existe como dijo San Pedro, siete cielos y según él, fue arrebatado al séptimo cielo.

   Y ¿Cuál es el interés en esta conferencia?

   Es que ustedes tomen esto como una ciencia, hagan las prácticas que son fáciles y vayan lentamente de este plano y pasen al segundo, al plano astral y enseguida subiendo hasta llegar al séptimo y hasta que todos ustedes lleguen al cielo y se unifiquen a Dios.



[1] Este é um endereço na cidade de Santiago, Chile.