domingo, 31 de maio de 2020

Yoga Sandhya (31.05.2020) - Prática da Saúde Física, Mental e Espiritual

Três formas de meditar





Este texto foi escrito por Don Benjamin Gúsman Valenzuela “Sri Vájera Yogue Dasa”, Jnana Dhatha Suddhacharya do SDM.
Revisado por Margareth Gonçalves (Ma Devi Dasika),  Jnana Dhatha Acharya também do SDM.


     No livro “Yoga Dípika” da Escola Esotérica “Suddha Dharma Mandalam”, se ensinam três principais formas para executar as meditações.

1.            “Saguna Dhyana”: Esse é o nome pelo qual se conhece a primeira forma de meditação ou “Dhyana”.
                Começarei por explicar  o significado da palavra “Saguna”, que é composta pela           sílaba SA, cujo significado é “com” e de GUNA que expressa “qualidade”.
                Disso obtemos que “Saguna Dhyana” significa “meditação com qualidades”, considerando as três divisões que podemos fazer da matéria, a saber: a Tamásica, ou inérte; a Rajásika, ou explosiva, arrítmica, ou destrutiva: a Sátwica, ou harmoniosa, rítmica, ou construtiva.
                Para executar este primeiro Dhyana, meditação, temos que imaginar um ser espiritual, que pode ser chamado de Anjo, Guru, Mestre ou Santo.
                Não importa o nome nem o Ser escolhido, a base da meditação “Saguna” consiste em idealizar um Ser Divino que nos infunda maior devoção.
                Começamos imaginando estarmos frente ao Divino Ser que escolhemos, possuidor do Poder, Sabedoria, Amor e Glória, mais as qualidades de criar, manter e destruir. Também devemos pensar que a Divina Radiância  flui do Guru escolhido, que enlaça todo o nosso ser, transmitindo-nos suas divinas qualidades espirituais.
                Esta primeira forma de meditação é também chamada “externa”, pois se medita para fora de nosso ser, imaginando-se estar frente à divina presença de uma espiritual entidade.
                Ao meditar em um ser radiante de paz, sabedoria, poder, amor divino e glória, estamos atraindo para nós estas mesmas qualidades, e estas repercutem no psíquico do devoto, que adquire pouco a pouco esses atributos que está recebendo e assimilando.
                Além disso, fica assegurado que o Divino Ser invocado e meditado se apresenta para ajudar o discípulo a obter o êxito e os benefícios de sua prática meditativa e bons desejos.

2.            “Nirguna Dhyana”: Também chamada “meditação sem qualidades” (da matéria).
Esta segunda forma de meditação é dirigida ao interior, ao fundo do Espírito no coração. Medita-se no Atman, mais conhecido pelo nome de Espírito Pessoal, ou Filho de D'eus, pois nosso Espírito é uma partícula Divina do Supremo Ser.
      Durante nossa vida nesta terra somos materialmente filhos do homem, devido à concepção física efetuada por nossos pais, sendo também filhos de D'eus, pois nosso Espírito surgiu da Divindade.
   Não é lógico dizer que o homem físico é criado a imagem e semelhança de D'eus, já que o Infinito Ser nunca teve princípio nem jamais terá fim, é Eterno, Imutável, Puro e Onipotente.
   Nossa manifestação física não tem nenhuma semelhança ao Supremo D'eus, nosso corpo material nasce, sofre, adoece, envelhece e morre, no entanto o Ego Espiritual que
todo ser humano traz no Akasha, ou Éter do coração, este sim é semelhante ao Excelso, Transcendente e Infinito Poder Consciente do Universo.
     Nosso “Atman” nunca teve princípio e jamais terá fim. Como está dito no Mangala Gáyatri “Amrtó Ham, Ayaró Ham” (imortal é meu espírito, sem princípio nem fim), este não sofre, não envelhece, não morre, possuindo, em essência, todos os divinos poderes em sua refinada pureza, livre das três qualidades materiais, as Gunas, Rajásikas, Tamásikas, Sátwica.
     Este “Atman”, ou “Jiva” individual interno, é o objetivo da “Nirguna Dhyana”, a contemplação que se efetua repousando com alegria o pensamento na Luz Irradiante de Glória do Espírito, no coração.
     Esta Luz interna a vemos pintada em muitos quadros e imagens que representam  o coração de Jesus, de Maria ou de Grandes Santos ou Mestres que atualizaram seu Radiante Espírito.
     Essas pinturas ou imagens com o coração pleno de Luz não é fantasia artística, é uma realidade espiritual.

3.            “Suddha Dhyana”: A “meditação No Puro ou Transcendental”.
     É transcendental por que não se medita nem para fora, nem para dentro, tal como se executam as duas práticas anteriores.
    Medita-se na essência do Absoluto que está dentro e fora transcendendo a tudo.         Medita-se na Unidade, no Espírito de D'eus, que unifica todas as coisas e seres, dando-lhes a vida por meio da transcendente fusão de Seu Infinito e Consciente Espírito.
     Nesta terceira Meditação, a concentração de nosso pensamento e sentimento dirigem- se ao Espírito do D'eus Universal, não ao D'eus com forma, senão ao Espírito de D'eus que está no céu, na terra e em todo lugar.
     Um D'eus com forma não pode estar dentro de lugar algum, não pode ser um D'eus antropomórfico no ouro, no impuro ou no puro, no entanto a essência da Vida, o Espírito do D'eus Cósmico, está em todo lugar, no mais imundo e no mais Santo, tal como os raios x podem penetrar em todas as partes de um corpo podre permanecendo sempre absolutamente puro.
     Assim o Espírito de D'eus está por todo o Universo, imutável, de pureza absoluta, atualizando todas as qualidades que podem manifestar-se nos seres e coisas que surgem Dele mesmo no espaço infinito.
     Para compreendermos melhor  a Meditação Transcendental, ou “Suddha Dhyana”, podemos nos ajudar com os seguintes exemplos:
     Nas luzinhas de Natal, cada lâmpada tem um filamento diferente, mas é uma só a corrente que as une.
     Isto nos sugere a idéia do Espírito de D'eus transpassando e unificando a tudo.
      É assim que a Meditação Transcendental  pode ser executada, imaginando-nos como se fossemos uma lâmpada vivificada por uma única corrente Divina.
     Com esta visualização devemos tentar alcançar “contato consciente” com o Onipotente  Poder Cósmico doador de vida a todos os Seres do Universo.
     Nisto consiste a terceira forma de meditação, tentar unificar-se conscientemente com o Espírito de D'eus que compenetra ao infinito mundo.
     Há outro exemplo que alguns instrutores indianos dão: a unidade de todos os mundos,  seres e coisas é como um colar onde as pérolas estão mantidas e unidas por um mesmo fio, o “Sutratma”, que une internamente as pérolas do colar universal.
     Nós estamos unidos pelo Espírito de D'eus, que nunca teve princípio nem nunca terá fim, não tem medo, direita nem esquerda, todo ponto do universo é o centro da ilimitada Substância Divina.
     Assim é a “Suddha Dhyana”, consiste em imaginar que estamos no centro do Espírito Cósmico, esforçando-nos com Amor e Alegria para termos contato consciente com a Essência da Vida existente em todo o Universo.
     Também podemos imaginar que cada um de nós somos uma bolinha de cristal e que a OMnidifusa Luz Divina nos dá a vida, iluminando todo o nosso ser e todo o Cosmos Infinito.
     Todos  sabemos que as esponjas do mar são seres vivos, elas nascem e vivem no mar rodeadas e compenetradas pela mesma água que vivifica a todas as demais. Assim também nós, os seres  humanos,  somos como esponjas, compenetrados pela mesma Água de Vida de D'eus.
     Imaginemo-nos sendo uma esponja que está dentro do Divino Oceano, tentando manter contato consciente com essa Água de Vida do D'eus Universal que possui o Poder, Sabedoria, Amor e Infinita Glória.

JAYA Maha Prabhu.... !!!!!!


Hoje seria o aniversário humano de Sri Vájera Yogui Dasa (Don Benjamin Gúsman Valenzuela)

Primeira autoridade Iniciática Externa do Mandalam do SDM aqui no Ocidente...

Um Verdadeiro Visionário, um Suddhacharya !!!!!

Infinitamente agradecida por fazer parte da nossa história aqui neste espaço- tempo....

Em uma singela homenagem a Ele, publiquei artigos de sua autoria, sobre as "três formas de se meditar"....baseados no Sistema de Suddha Raja Yoga.

JAYA Maha Prabhu.... !!!!!!

SUDDHA DHYANA. CONTEMPLACIÓN Y UNIFICACIÓN CON EL PARA – BRAH – MA





Por: Sri Vájera Yogui Dasa  (Don Benjamn G. Valenzuela)
         Jnana Dhata Suddhacharya do SDM

La Inmanencia del Supremo Espíritu en todos los seres, en todas las cosas y en todas partes.
Para comprender que la Sustancia    Pura de Dios está en todas las cosas y en todos los seres, hay que borrar de la mente la idea de la “separatividad”, lo cual se facilita mediante el ejercicio mental sobre la trascendencia del PARABRAHMAN, ejecutando la práctica del BHAVANA o contemplación imaginativa de la Unidad Cósmica.
¿Cómo podemos tener conciencia de la inmutable presencia del Espíritu o Sustancia Pura de Dios en todas los seres y en todas las cosas? ¿Cómo esta la Sustancia Pura de la divinidad en las piedras, en el agua, en las flores, en el aire, en el fuego, en nosotros mismos? ¿Cómo podemos alcanzar el grado de conciencia que nos permita intuir que el Supremo Espíritu compenetra la multiplicidad?
¿Cómo debemos pensar para comprender que la vida de Dios está en los animales, en los árboles, en el amigo y en el enemigo, en el santo, en el pervertido y en lo inmundo?
¡Qué difícil es creer esto para mucha gente! Sin embargo, cuando el ser progresa en el conocimiento espiritual, esto que parece tan difícil y hasta absurdo, se entiende poco a poco hasta llegar primero a vislumbrar con el intelecto, la trascendencia de la divinidad en todo.
Estas palabras: “Dios está en todas las cosas, Dios está en todas partes” Se confirman en las Epístolas de San Pablo, puesto que así decía: “En Dios nos movemos, en Dios existimos, en Dios mantenemos nuestro ser” “En Dios nacemos y morimos” ¿Cómo podemos entender esto con claridad? ¿Es esta verdad difícil de comprender por estar fuera de la razón? ¿Cómo podemos imaginar que Dios mora en la inanimada piedra o en lo más podrido?
Los grandes santos de las variadas religiones y Yoguis de la India, han llegado a tal grado de visión divina que pueden por experiencia propia, tener conciencia de que la Divina Esencia está en todas partes. Me esforzaré en darles un ejemplo claro al respecto. Si nosotros tenemos fe de que el alma o conciencia de un ser santo tiene cierta relación o contacto con una estampa consagrada, con una reliquia o con una estatua que lo representa y reverentemente nos ponemos a sus pies, lo miramos al rostro, las manos, el traje, etc. Tal como si estuviésemos delante del Ser mismo y le pedimos ayuda en nuestras aflicciones a esa figura representativa de un ser, sabedores de que ella es de yeso, hierro o cartón.
¿Está allí acaso el Alma Consciente del Ser implorado o esa representación es simple materia, con apariencia humana, con ojos que no ven, cabeza sin cerebro y cuerpo sin vida?
Sin embargo, con el impacto predecido de nuestra psiquis por esa figura de simple materia tangible, nuestra mente más los sentidos del alma nos hace imaginar que estamos ante la persona venerada como si Ella estuviera realmente allí presente. En esos momentos, en nuestro interior, deja de ser una figura inerte, para convertirse imaginativamente por obra de la fe, en el Ser Santo que hemos invocado. Nadie que comprenda la parte oculta de esta actitud mental, pensaría que uno está loco al efectuar así una súplica, puesto que se sabe que valiéndose de la influencia psíquica de las imágenes se provoca en la mente una comunicación sutil con el santo Ser invocado. Mediante el poder mental, activado por la imaginación y la fe, es más fácil para nosotros lograr comunicación espiritual con el Santo Ser que representa la estampa, la estatua o el símbolo. Si nuestra fe creciera y nuestro conocimientos aumentaran, experimentalmente veríamos que Dios y los grandes seres unificados con Él, no están únicamente en las imágenes sino en todos los seres en comunión con el Supremo Espíritu y Conciencia del Universo, difundidas en todas partes y que sus Conciencias pueden ser contactadas por nosotros cuando nuestros sentidos están debidamente preparados.
Las innumerables transmisiones de las emisoras de radio y televisión, a través de los éteres sutiles se difunden a un mismo tiempo en el mundo entero; para llegar a percibirla es necesario conectar los artefactos a la corriente eléctrica y encenderles la luz (la iniciación que enciende al Yoti o llama) y conectarles la onda deseada mediante la búsqueda exacta en el dial (la meditación en el Chakra o centro correspondiente) Mientras más potente y perfecto sea el aparato receptor, mejores serán las comunicaciones que se reciban. Esta es la razón de que mientras más puro sea el cuerpo y la mente superiores serán las captaciones de los seres y las vibraciones gloriosas de los mundos espirituales.
Cuando tal conocimiento se realiza, todas las cosas y seres entran a ser motivo de veneración y de amor.
La Divinidad o Supremo Espíritu, mora como una penetrante e indivisible alma a través de todas las manifestaciones materiales, sin que dichas manifestaciones formen por separado partes de un Dios o dioses personales. La Conciencia del Absoluto está en todas partes, trascendiendo las cualidades materiales. Si arrancamos los ganchos de un árbol, la sustancia de Dios a través de ellos sigue existiendo siempre, sin variación alguna. La vida de Dios es inmutable compenetrando el cambiante universo, sin que nada pueda interrumpir, disminuir o aumentar la Unidad perfecta de Su Gloria.
Pondré otro ejemplo: Cada uno de nosotros en este plano físico formamos individuos separados o personalidades distintas. Esta individualidad hay que comprenderla en cuanto a lo material y en cuanto a lo espiritual. Nosotros no somos la materia que usamos en nuestro cuerpo, tal como no somo el traje que llevamos puesto. Nuestro traje cuando se envejece o se rompe y es inadecuado para nuestras actividades, lo cambiamos por otro nuevo. El espíritu individualizado, personal y verdadero, donde radica la Raíz de la Conciencia, es el ser real; cuando decimos “Yo” nos referimos al espíritu propio, pero no al vehículo corpóreo que estamos usando. Al YO, Espíritu Conciencia, dentro de la forma humana, lo denominamos YO SUPERIOR y a las vestiduras materiales, Yo inferior. Por lo tanto, debemos distinguir el Yo espiritu y el Yo materia.
Si se le amputa una pierna a una persona ¿deja de ser ese individuo quien era antes) No por supuesto, él sigue siendo en esencia el mismo individuo; al espíritu le quedará el “traje” material menos apto para actuar en la vida terrestre, pero el individuo como Conciencia es el mismo ser con pierna o sin ella. Suponiendo que se le amputaran las dos piernas, que le cortaran los brazos ¿sigue ese ser siendo en conciencia el mismo? Claro que sí, aún cuando no le quede más que el tronco donde sigue palpitando el Espíritu Conciencia. Si a esa persona le sacaran todavía un riñón, el apéndice, parte del estómago, los ojos y ya no le quedara nada más que eliminar de su cuerpo, siempre seguiría la misma “Vida Conciencia” integrando desde dentro la “personalidad”. Es el traje físico el que se destruyó, pero el espíritu que compenetraba todo el organismo no ha sido dañado en lo más mínimo; lo que se mutiló fue únicamente el traje representativo de su figura exterior.
Nuestro espíritu permanece siempre perfecto, aún cuando se destruyan partes vitales del cuerpo físico. El espíritu de Dios, que es a imagen y semejanza del nuestro, compenetra y trasciende todas las cosas que existen en el infinito, sin que jamás sea afectado por causa alguna. Comprendamos pues que, aún cuando se quiebre el gancho de un árbol, no se le resta una parte a Dios; tal comprensión intelectual la aceptamos sabiendo que Dios o el Espíritu Cósmico está invisible a través del cuerpo infinito del universo formado por partículas pequeñas y sistemas inmensos de vías lácteas y de mundos. El Supremo Espíritu permanece difundido, intacto e inmutable en todas partes. Si esto se llega a comprender con absoluta claridad, tendremos la certeza de que Dios está en el cielo, en la tierra y en todo lugar, denotando así de que la conciencia del hombre se ha superado.
Cuando este sentir lo mantenemos minuto a minuto en nuestra vida, en todas las ocasiones y siempre, promovemos en nuestro interior un crecimiento espiritual formidable, debido a que en los momentos de adoración no solamente tomamos un contacto sensitivo y un conocimiento progresivo de cualidades divinas, sino que vamos adorándole en el diario vivir de nuestra existencia y donde quiera que vayamos irradiamos amor puro, con el interno sentimiento de que el Espíritu de Dios está manteniéndose eternamente presente en todas partes, conservando el orden constante y eterno del Universo, como también la vida de los seres; entonces comenzamos a desplegar las alas místicas para alcanzar los estados espirituales que pueden orientarnos en el Sendero de las iniciaciones que abren los siete sellos y así, comprobamos la verdad de que el Espíritu Santo está pleno de Gloria, Sabiduría y Poder, difuso sutilmente a través de la manifestación total del Universo.
Es señal que se ha hecho meritorio de un personal Karma divino, el haber llegado a tener acceso a los estudios, prácticas, ceremonias o simplemente, a las reuniones fraternales que se efectúan en los Ashramas del Mandalam, en las cuales se da el conocimiento intelectual de la inmanencia inmutable del espíritu de Dios a través de todos los seres y mundos. Teniendo comprensión de esta sabiduría, el discípulo puede practicar con éxito la meditación trascendental, la cual conduce progresivamente hacia el contacto con las Shaktis o fuerzas gloriosas que surgen del infinito. Esas Shaktis cósmicas despiertan en el individuo los poderes latentes del alma, mediante los cuales adquiere resistencia física para evitar enfermedades y además, la meditación trascendente practicada con alegría y amor divino, abre los Chakras o flores del alma, poseedoras de energías diferentes las cuales vivifican los sentidos sutiles que nos facultan para comprobar la existencia de los seres que viven en otros planos superiores de materia. El que medita en la Divinidad Cósmica, igualmente forma una coraza defensora compuesta de materia purísima la cual, no pueden penetrar las fuerzas malignas.
Antes de finalizar este escrito, deseo dejar bien en claro que; aún cuando el Bhávana o comprensión de la unidad es el conocimiento esencial que nos conduce al concepto del Dios Cósmico que debe tener muy claro todo discípulo que anhele seguir correctamente el sistema de Yoga que los Maestros del Mandalam enseñan. También es necesario que tenga instrucción y siga conjuntamente las varias divisiones principales que nombraré a continuación.
Dhyana Externa
Este existe en la contemplación imaginativa de Jerarcas y Devas de los mundos espirituales, permaneciendo con amor santo y alegría en actitud mental de recibir la transfusión de sus bendiciones de Gloria.
La ignorancia de la Ciencia de la Sabiduría Divina es aprovechada por las “fuerzas negras” que trabajan desde los bajos mundos sutiles, inspirando a las personas terrenales de escasa evolución hacia el egoísmo, el odio, la guerrilla, la desesperación, el crimen o la muerte. Para liberarnos de tal mal, tenemos que implorar diariamente a los Jerarcas de la Luz, la sabiduría y la fuerza necesaria para ser capaces de descubrir, mediante sus inspiraciones, la verdad eterna. Tenemos que pedir a los Maestros de Sabiduría que aclaren nuestra mente y nos conduzcan desde la oscuridad a la Luz; que despierten nuestra inteligencia y nos den fuerzas y valor para seguir luchando entre la humanidad pervertida que se debate en las tinieblas del error. Los Maestros de la Jerarquía del Suddha Dharma Mandalam, pueden ayudarnos en las prácticas de su sistema Yóguico para que tengamos el coraje y una firme voluntad de continuar sin interrupción el Sendero perfecto que nos lleva al “Prapty” o liberación de las amargas ligaduras de esta vida terrenal.
Por otra parte, las huestes de Devas concurren a ayudar al que, con pura intención se esfuerza tenazmente ´por conseguir superiores realizaciones intelectuales o morales con el propósito de capacitarse para socorrer con amor y felicidad a los que sufren física y sentimentalmente, siempre que vengan deseosos de refugiarse al amparo de la Sabiduría Divina proclamada por nuestros Maestros.

Dhyana Interna
Este Diana se practica con alegría y amor, contemplando mediante la imaginación el Atma o Luz Divina que está en el Santuario del corazón.

Dhyana Suddha (trancendental)
Los dos Dianas anteriores son las meditaciones que se practican antes de ejecutar el Diana o la Meditación Trascendental que he tratado brevemente aquí, relacionada con la Inmanencia de Dios en todas las cosa y seres, por esencia, presencia y potencia; llenando el Infinito con su Omnipotente Poder, Omnisciencia y Gloria.

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DHYANA TRANSCENDENTAL

Por :   Sri Váyera Yogi Dasa

Praticar a “Meditação Transcendental” é um dos exercícios mais agradáveis e benéficos que o ser humano pode executar. Para algumas pessoas, é a mais fácil e a que lhes produz maior bem.
Tal como no Dhyana Interior, nada se pede, o discípulo somente se rende totalmente à Divina Vontade de Deus.
Aqui também damos um exemplo que pode ser tomado como fórmula para executar esta “Meditação Transcendental”. Imaginemos, tanto tempo quanto nos seja possível, que somos formados do mais puro cristal e que a Luz Cósmica, Divina e Infinita, nos transpassa comunicando-nos vida, amor e glória. Também se pode imaginar que todo o nosso ser está submerso no centro de um mar infinito, tal como uma esponja submersa na água do mar, que lhe rodeia e compenetra totalmente, dando-lhe existência. Da mesma maneira, essa água está infundindo vida a incontáveis outras esponjas que também crescem e se desenvolvem vivificadas pela mesma água. Igualmente, todos os seres humanos se formam na única Vida Universal que está no Céu, na Terra e em todo lugar.

sábado, 30 de maio de 2020

Yoga Sandhya (30.05.2020) - Prática da Saúde Física, Mental e Espiritual

DHYANA INTERIOR – Nirguna Dhyana




Por: Sri Vájera Yogui Dasa (Benjamin G. Valenzuela )
         Jnana Dhata Suddhacharya do SDM


Depués que se ha ejecutado el Dhyana externo, se entra a la segunda división de Dhyana, llamada práctica interna o contemplación interior.
Se practica este ejercicio espiritual imaginando dentro del corazón al Espíritu Eterno como poseedor de todas las divinas cualidades. Al decir Espíritu Eterno, quiero indicar aquella parte de nuestro Ser que es la Conciencia Individual de nuestro Ser.
Debemos imaginar que el Espíritu Eterno en nosotros es una luz mas radiante que el Sol, aposentada en lo mas sutil de nuestro corazón.
El Cristianismo ha simbolizado esto en la imagen del Corazón de Jesús, donde el Maestro indica con el dedo índice la radiancia del espíritu al interior del corazón. Esta imagen no es unamera imaginación, sino que corresponde a una realidad.
Los Maestros enseñan que precisamente en el mismo sitio donde está el corazón existe una glándula denominada Brahma-Pury; cuya traducción es “Divina Glándula”.
En los escritos de los místicos cristianos podemos encontrar esta misma verdad, ya sea en las epístolas de San Pablo, en las Confesiones de San Agustín, en “Las Moradas” de Santa Teresa de Jesús o en la Llama de Amor Viva de San Juan de la Cruz.
Podría nombrarse muchos otros videntes de la Verdad, pero por ahora creo que basta con los nombres que he dado de estos Santos que forman la corona de la Sabiduría de la Teología Mística Experimental Occidental.
Algunos indúes describen al Yo Superior o Espíritu Eterno como del tamaño de un dedo pulgar, respandeciendo como millones de soles.
En los planos sutiles se pueden ver innumerables egos desencarnados que no forman cuerpos y que se mantienen como llamas de velas que transitan entre imponderables éteres, traspasando todas las cosas de los planos inferiores.
Este Yo Superior que los indúes llaman Atman constituye el Ente Eterno de nuestra personalidad, susceptible de una progresiva evolución en esta tierra por medio de sucesivas encarnaciones, y que al terminar la ronda evolutiva terrestre, conserva siempre la posibilidad de un más alto, glorioso y eterno progreso.
Este Atman o Espíritu Individual, está sustancialmente unido con el Espíritu Cósmico o Parabrahman. El Parabrahman es la raíz sin raíz, constituyendo a su vez la raíz de nuestro Atman o Purusha. Quien se une conscientemente al Atman alcanza según su grado de progreso, mayor o menor visión y comprensión del Paramatman o Supremo Espíritu de Dios.
De allí provienen las palabras de muchos místicos que dicen que “lo que buscaba fuera de mí, lo encontré dentro de mí mismo”… “Diosestá denro de nosotros”… “Vosotros sois templos vivos de Dios”…etc. etc.
Los grandes iniciados sabiendo que es muy difícil que las personas vulgares crean que a Dios se le encuentra dentro de ellos mismos, han ideado rituales y sacramentos para inducirlos a alcanzar tan trascendente verdad.
Esos mismos que dudan de encontrar a Dios dentro de sí mismos, repiten como dogma de fé, que Dios está en todas partes, en el cielo, en la tierra y en todo lugar, por esencia, presencia y potencia. Los Gurúes (Instructores Indúes) afirman que Dios está por igual en el oro que en la inmundicia, palpita en el corazón del bueno como en el malo, brilla en el angel y en el demonio. El Espíritu de Dios que esla esencia de toda la creación sutil y densa, todo lo compenetra por su propia sutilidad, siendo todos los mundos u seres traspasados como si fueran de cristal. Aún el mismo Atman o Espíritu Individual es traspasado y mantenido en vida eterna, por la gracia de esa compenetración y unión sustancial. Quien comprende esta enseãnza, podrá entender algunas frases de Jesús el Cristo, tales como: “Yo y el Padre somos uno”… “el que me vé a mí, vé al Padre”… “Yo soy el Camino, la Verdad y la Vida”…
En verdad el Espíritu Universal o Parabrahman es la sustancia pura de Dios que está unida con nuestro Espíritu.
El individuo que alcanza a tomar contacto con el centro de esa unión en lo mas sutil de su corazón, alcanza la visión suprema y comprende la Vida Eterna de su propio espíritu y en el de todos los seres. El Espíritu de Dios, aseguran los Maestros de Sabiduría, está enhebrado en todos los espíritus, como las cuentas de un collar están unidas por un hilo. Este símbolo es una débil idea de la compenetración espiritual de Dios, pues el Parabrahman no compenetra en una sola parte y en un solo sentido. La compenetración es más intensa que los rayos de sol compenetrando una bola de cristal. Pero el ejemplo del collar nos hace pensar en la unión de las cuentas por su centro, y ese centro, donde se percibe a Dios en el hombre, está en lo mas profundo y sutil del corazón. Así como la savia de un árbol le da la vida, sabor, olor y otras cualidades a todos los frutos que el mismo mantiene, así cada uno de nosotros somos un fruto del árbol del universo.
En la India hay un árbol llamado Banyano el cual tiene un tronco padre del cual brotan ramas quedescendiendo a la tierra, forman nuevos troncos y nuevos árboles, manteniéndose unidos por una misma vida. Un solo arbol Banyano puede cubrir varias cuadras y formar un bosque con sus unidos retoños.
Así el árbol universal da su savia a los frutos humanos manifestándose por doquiera el Espíritu de Dios, manteniendo así la existencia de todos los seres.

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NIRGUNA DHYANA:
 “meditação sem qualidades” (da matéria).
 Esta segunda forma de meditação é dirigida para o interior, para o “profundo” do espírito no coração. Medita-se no “Átman”, mais conhecido com o nome de Espírito Pessoal, o Filho de Deus, pois o nosso Espírito é uma partícula divina do Supremo Ser.
Enquanto vivemos nesta terra, somos materialmente filhos do homem, devido à concepção física efetuada por nossos pais; sendo também filhos de Deus, pois o nosso Espírito surgiu da Divindade.
Não é lógico afirmar que o homem físico é criado e à imagem e semelhança de Deus, porque o Ser infinito não teve princípio nem jamais terá fim, é Eterno, Imutável, Puro e Onipotente. Nossa manifestação física não possui qualquer semelhança com o Supremo Deus; nosso corpo material nasce, sofre, adoece, envelhece e morre; ao contrário, o Ego Espiritual existente em todo ser humano no akasha, ou éter do coração, é sim semelhante ao Excelso, Transcendente e Infinito Poder Consciente do Universo.
Nosso Átman (Espírito) não teve princípio e jamais terá fim: “Amrto Ham, Ajaró Ham” ; não sofre, não envelhece, não morre, possuindo, em essência, todos os divinos poderes em sua prístina pureza, livre das três qualidades materiais, as gunas.


Este Átman, o Espírito interno individual, é o objetivo do Nirguna Dhyana, contemplação, efetuado, repousando, com alegria, o pensamento na Luz radiante de Glória do Espírito no coração. Esta Luz interna é representada em muitos quadros representando o coração de Jesus, Maria e de grandes santos ou mestres que atualizaram seu Espírito Radiante; essas pinturas ou imagens com o coração pleno de luz não é fantasia artística, é uma realidade espiritual.