domingo, 29 de maio de 2022

SONS

 





SONS

 

Don Benjamín Guzmán Valenzuela

11 de agosto de 1935

 

   Acabo de fazer relação da importância ou ajuda que podem prestar os sacramentos na purificação de nossa alma. Os sacramentos estão baseados em uma base científica perfeitamente real, vibratória, que tem o som e o signo. Todo som é uma vibração que se faz no éter, cuja vibração leva a uma potencial diversa, segundo as vogais ou consoantes que utilizamos. Hoje em dia ninguém ignora que esta força pode mover certos aparelhos e deixar aí gravadas as vozes ou sons que se emitiram. O som, ou seja, o movimento, também produz sua vibração, tem sua descarga elétrica, mas nossos olhos e nossa vista comum é muito pouco desenvolvida todavia e assim as vibrações dos instrumentos de rádio, que nesses momentos passam mil por esta sala sem as escutarmos, em nós as vibrações de luz e som passam despercebidas, mas nem por isso deixam de existir.

   São as vibrações de todas as coisas do mundo, o feito real e vital da conformação do Universo, todo o Universo é vibração e através dessas vibrações e do estudo delas podemos efetuar grandes prodígios no mundo; assim, temos agora prodígios científicos, o rádio, a telepatia, que vão constatando as coisas ocultas, que todas as coisas estão unidas por uma alma universal, por uma substância única que faz que todo o Cosmos seja uma única coisa, uma única alma central.

   O estudo do som e signo para o clarividente é o que dá a ciência das palavras e signos de poder que se empregam nos sacramentos. Para dar uma ideia do valor imenso que tem o som, vemos por exemplo que o Gênesis, ao pôr Deus como um homem que forma o Universo. Não basta Deus pensar em fazer um mundo, mas fazer cada uma das coisas que aparecem simbolicamente no Gênesis, Deus fala, por exemplo; para fazer luz e diz: “Faça-se a Luz” e a Luz  foi feita. São João Evangelista, como grande ocultista, afirma que o princípio é o Verbo, isto é, que a primeira manifestação do plano akáshico é o som e que o Verbo é Deus, é a força criadora de todas as manifestações da Terra. Josué nos deu um exemplo na batalha de Jericó, ao tocar a trombeta ele demoliu suas imensas paredes.

   Agora, o som, composto magicamente nas frases sacramentais dão maior felicidade e com certos toques nasce a ideia da transubstanciação do pão no corpo de Jesus e o vinho em seu sangue. Algumas pessoas dizem: Como é possível que este pão seja o corpo de Jesus e este vinho o seu sangue? O que significa? Como pode ser possível? Sem dúvida, quando vocês despertarem a visão astral verão que cada coisa no mundo pode sofrer uma transubstanciação, e em aparência fica igual, mas, os átomos astrais são muitos distintos a como estavam antes de haver feito as manipulações.

   Esses sons se empregam nas escolas ocultas para abrir os sentidos, a visão astral, para abrir os ouvidos, para sensibilizá-los. Esses signos e palavras são mantidos ocultos pelos Mestres e somente são pronunciadas quando o candidato foi testado que fará um bom uso dos novos sentidos que estão despertando. Isso constitui as chaves do mistério, as chaves da outra vida.

   Jesus de Nazaré possuía mantras ou chaves próprias para despertar os poderes no discípulo, e ele prepara São Pedro, e lhe concede os poderes ocultos, e desde então, São Pedro aparece com as chaves do céu, as chaves da outra vida. Se vocês tiverem a paciência de ler “Os Atos dos Apóstolos”, então verão quais são as chaves. Às vezes, ele não fez bom uso das chaves. São Pedro uma vez pediu em um certo casamento para que lhe dessem prata, e este casal teve de vender suas terras, seus bens, para que São Pedro abrisse seus olhos astrais, mas, como esse casal não lhe deu todo o dinheiro, ele os matou; e isso só enviando-lhes a força mântrica. Quanto perigo haverá em entregar essas chaves escondidas a qualquer um, quando um discípulo de Cristo fez isso!

   Se dermos a um homem não evoluído essas chaves, é certo que ele não mataria uma pessoa, mas jogaria acenos e mataria metade do mundo. É por isso que o mistério é bloqueado para gradualmente dar isso quando o discípulo foi testado. Na revista “A Estrela do Oeste”, um grande Mestre diz que aqueles que estudaram religiões com palavras devem ser vistos que ignoram.

   Eu disse antes que no sinal de poder é constituída a ciência da vibração do movimento. Por exemplo, este sinal da cruz, é como um golpe que dá um som muito especial no mundo sutil; isso é muito notável, mas, se você faz um círculo, é outro som, muito diferente que produz no mundo sutil. O triângulo produz outro som, e essa composição de triângulo, círculo e cruz constituem as chaves de uma série de sinais ocultos. Vou dizer que um dos sinais mais poderosos é o sinal da cruz, mas você tem que saber como fazê-lo.

   Além disso, continuando ainda mais neste desdobramento do mundo astral, direi que ele tem muito valor nos despertares dos poderes do corpo astral, o pensamento. Ninguém desconhece que temos dentro de nós uma força consciente, uma força que pode ser dirigida por nossa vontade. Essa força pode ser enviada para o corpo físico, então peço à força para levantar este braço e com a minha consciência a força abaixa o braço e o levanta; essa é a força consciente. Essa força consciente pode ser enviada para algo que não é visto, que se move e ainda existe, são as sensações. No sensacional como está vibrando, ele o envia para o corpo astral e transmite-os para o corpo físico. Também com a minha vontade eu posso pensar em algo e obter pensamentos, mas como a maioria do mundo não tem nenhum exercício na mente, o corpo mental da maioria das pessoas é como uma fumaça de cigarro que vai embora, não tem controle, eles falam mecanicamente, não têm controle e falam sobre esse tema e sobre outro.

   Hoje em dia há muitas sociedades mentalistas que se dedicam ao cultivo da mente, mas por desgraça se sujeitamos um segundo o pensamento, aos poucos vemos que estamos pensando em outra coisa muito diferente.

   O iniciado deve ter sua mente firme, não mudar seus pensamentos. O iniciado tem de dominar o seu corpo astral, este tem de ter controle do corpo físico. Qualquer vibração do pensamento tem forma e cor e estas vibrações podem ser transmitidas.

   Cada vibração vai acompanhada de um pensamento. Cada pensamento tem sua atração e repulsão, segundo as vibrações similares que encontre a seu passo o que é capaz de atrair. A atração e repulsa da força mental nos planos astrais é um feito mais visível que o ímã visto pelo aço nos planos terrestres. Você pega um ímã e uma agulha de aço e vai ver como ele gruda. No mundo astral, se você tem um pensamento de fazer o bem no mundo físico, você verá que inúmeros pensamentos vêm e grudam como um ímã à mente. E se você tem um pensamento baixo, de ódio ou sensualidade, você traz um acúmulo de pensamentos. Eles não só atraem esse tipo de pensamento, mas atraem vários tipos de seres elementares, atraem demônios; e se os pensamentos são altos, eles podem atrair os santos ou os Vedas.

   Todos os lugares onde algo foi pensado são influenciados. Assim, os açougueiros não são apenas influenciados por esse cheiro pestilento, então os bordéis têm ao seu redor milhares de seres elementares que ficam alegres sentindo as emanações dos seres baixos que ali concordam; e muitas vezes como um ser dormente procura outro para lhe dar seu calor, então esses seres tentam levar os indivíduos para forçá-los a se afogar em álcool e sentir a emanação.

   O doutor Avilés publicou um texto no qual fala sobre esse ponto.

   Vou fazer um parêntese: se alguém deseja comprar uma obra de ocultismo, pode ir à biblioteca oculta que há na avenida Santo Domingo, 1114[1], e recomendo aos que comparecem aqui pela primeira vez, um livro fácil de compreender que se chama Vislumbres de la Verdad (“Vislumbres da Verdade”), do teosofista Don Tomás Ríos González.

   Agora essas palavras de poder, os sinais de poder, o triunfo mental das emoções para purificar nosso corpo está espalhando um desdobramento voluntário. Essa saída para o plano Astral é o que os Mestres chamam de êxtase da alma. Aí temos o grande iniciado católico, São João da Cruz, dando algumas palavras de poder. Você pode encontrar a grande Santa Teresa de Jesus, falando sobre essas explosões.

   Você também terá a chave de que o homem pode separar a alma do corpo sem morrer o dom da onipresença, homens que são vistos em um ponto e outro. Mas esse poder de separar a alma do corpo que posso dizer não é quase nada para o de outro grande poder que a alma adquire. Temos o poder de se desintegrar, o homem pode adquirir o poder de desfazer seu corpo; o grande profeta Elias se desprendeu da matéria, os átomos assumiram maior vibração, este corpo brilhante apareceu diante da visão dos discípulos e quanto mais os átomos vibraram, ele se desintegrou e foi visto a subir diante da visão de todos. Jesus também desintegrou seu corpo, os apóstolos o viram escalar a montanha, ele começou a subir até desaparecer em um golpe de luz.

   Outra iniciada, Maria, mãe de Jesus, também desintegrou seu corpo, e na Índia há muitos desses seres que desintegram seu corpo, e é por isso que esses grandes seres não são conhecidos por seu túmulo.

   Fora o dom de desintegrar e integrar o seu corpo, esses seres têm o dom de aparecer. Com essa força interior que o homem adquire com suas palavras, sinais e sistemas mentais, ele pode ser impulsionado desse corpo e se desprender da alma. Mas o que acontece da primeira vez com o candidato? Ao sair, ele tem uma felicidade enorme. Se pretendo estar na porta, em um segundo estou lá. Por quê? Porque no mundo astral não se tem o peso do corpo físico. Eu aqui com o corpo físico penso, tenho que ir passo a passo, enquanto que no mundo astral não tenho o peso desse corpo. Essa velocidade vertiginosa é o que mais assusta o discípulo na primeira saída. Acontece o mesmo quando o homem está sonhando. Ele sonha e acha que está acordado, e quando está no mundo astral, no início ele se esquece dessa saída e, então, tem a ideia de que a corpo físico tem. Também essa ideia do corpo físico permanece para muitos mortos e por isso acontece que muitas vezes o morto que acredita em si mesmo com o corpo, chega e entra pela porta. Essa é a ideia que permanece no subconsciente do homem, mas, quando percebe que não precisa desse impulso para se mover,  então ele começa a aprender a se mover no mundo astral. Você planeja sair, dar um pouco o impulso mais insignificante e virar toda a conferência. O pensamento tem uma força motriz e a imaginação tem uma força incrível, se você acha que está vestido de preto e com sapatos, a imaginação fará o terno. Se você imaginar uma estátua, com um pouco de imaginação isso se torna real, não como aqui no mundo físico leva muito tempo e às vezes a técnica não responde à imaginação. E assim como você faz uma estátua, você pode desfazê-la ou deixá-la feita, quando você sair para o mundo astral você verá milhares de formas, e todas as pessoas que pensam aqui com o diabo, quando eles morrem, você vai vê-lo no mundo astral.

   No mundo astral eles têm de fazer e desfazer. Eles podem deixar traços astrais, podem deixar perfumes, todas as sensações do mundo astral e físico. Há diferentes planos nos planos astrais; há, como disse Santa Teresa de Jesus, sete moradas; como disse São Pedro, existem sete céus e segundo ele, foi arrebatado para o sétimo céu.

   E qual é o interesse nessa conferência?

   É que você tome isso como uma ciência, façam as práticas que são fáceis e possam ir lentamente desse plano e passem ao segundo, ao plano astral e, em seguida, subindo até chegar ao sétimo e até que todos vocês cheguem ao céu e se unam a Deus.

 

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Texto traduzido a partir do original em espanhol por Jaimini Dasa (Robson Gimenes),

Emissário (Acharya), do Ashram Sarva Mangalam, da Suddha Dharma Mandalam.

 

 

SONIDOS

 

Don Benjamín Guzmán Valenzuela

11 de agosto de 1935

 

   Acabo de hacer relación de la importancia o ayuda que pueden prestar los sacramentos en la purificación de nuestra alma. Los sacramentos están basados en una base científica perfectamente real, vibratoria que tiene el sonido y el signo. Todo sonido es una vibración que se hace en el éter, cuya vibración lleva a una potencial diversa, según las vocales o consonantes que hemos usado. Nadie ignora hoy día que esta fuerza puede mover ciertos aparatos y dejar ahí clavadas las voces o sonidos que se habían emitido. El sonido, o sea el movimiento, también produce su vibración, tiene su descarga eléctrica, pero nuestros ojos y nuestra vista común es muy poco desarrollada todavía y así vibraciones de los instrumentos de radios, que en estos momentos pasan miles por esta sala no los escuchamos, en nosotros las vibraciones de luz y sonido pasan desapercibidas, pero no por eso dejan de existir.

   Son las vibraciones de todas las cosas del mundo, el hecho real y vital de la conformación del Universo, todo el Universo es vibración y a través de esas vibraciones y del estudio de ellas podemos ir efectuando grandes prodigios en el mundo; así tenemos ahora prodigios científicos, la radio, la telepatía, que van constatando las cosas ocultas, que todas las cosas están unidas por un alma universal, por una sustancia única que hace que todo el Cosmos sea una sola cosa, una sola alma central.

   El estudio del sonido y signo para el clarividente es lo que da la ciencia de las palabras y signos de poder que se emplean en los sacramentos. Para dar una idea del valor inmenso que tiene el sonido, vemos por ejemplo que el génesis, al poner a Dios como un hombre que forma el Universo, no le basta a Dios con pensar hacer un mundo, sino que para hacer cada una de las cosas, que simbólicamente van apareciendo en el Génesis, Dios habla, por ejemplo; para hacer la luz dice: “Hágase la luz” y la luz fue hecha. San Juan el evangelista como gran ocultista estatuye que el principio es el Verbo, es decir, que la primera manifestación del plano Akasico, es el sonido y que el Verbo es Dios, es la fuerza creadora de todas las manifestaciones de la tierra. Josué nos dio un ejemplo en la batalla de Jericó, mediante toques de trompeta derriba sus inmensas murallas.

   Ahora el sonido, compuesto mágicamente en las frases sacramentales dan mayor felicidad y con ciertos toques nace la idea de la transubstanciación del pan en el cuerpo de Jesús y el vino en su sangre. Algunas personas dicen; ¿Cómo es posible que este pan sea el cuerpo de Jesús y este vino su sangre? ¿Qué significa? ¿Cómo puede suceder? Sin embargo, cuando ustedes despierten la vista astral verán que cada cosa en el mundo puede sufrir una transubstanciación, y en apariencia queda igual, pero, los átomos astrales son muy distintos a como estaban antes de haber hecho las manipulaciones.

   Ahora estos sonidos se emplean en las escuelas ocultas para abrir los sentidos, la vista astral, para abrir los oídos, para sensibilizarlos. Estos signos y palabras las mantienen muy ocultas los Maestros y solamente son pronunciadas cuando el candidato ha sido probado que hará buen uso de los nuevos sentidos que se van a despertar. Esto constituye las claves del misterio, las llaves del Más Allá.

   Jesús de Nazaret, poseía los mantras o claves apropiadas para despertar los poderes al discípulo, y el prepara a San Pedro, le da a conocer los poderes ocultos, y desde entonces aparece San Pedro con las llaves del cielo, las llaves del más allá; y si vosotros os tomáis la molestia de leer “Los hechos de los Apóstoles” entonces veréis cuales son las llaves. A veces no uso bien las claves San Pedro. Pidió una vez San Pedro a cierto matrimonio que le diera plata, y este matrimonio tuvo que vender su tierra, su fundo, para que San Pedro le abriera los ojos astrales, pero, como este matrimonio no entregara todo el dinero a San Pedro, los mató; y esto solo con mandarles la fuerza mántrica. ¡Cuánto peligro existirá en entregar a cualquiera estas claves ocultas, cuando un discípulo de Cristo hizo esto!

   Si entregáramos a un hombre no evolucionado estas claves, es seguro que no mataría a una persona, sino que echaría ondas y mataría a medio mundo. Por eso es por lo que se tiene encerrado el misterio para dar gradualmente esto cuando ha sido probado el discípulo. En la revista “La Estrella de Occidente” un gran Maestro dice que los que han estudiado las religiones con palabras, hay que ver que ignoran.

   Decía antes que en el signo de poder está constituida la ciencia de la vibración del movimiento. Por ejemplo, este signo de la cruz este golpe da un sonido especialísimo en el mundo sutil; esto es muy notable, pero, si ustedes hacen un círculo, es otro el sonido, muy diferente que produce en el mundo sutil. Ahora el triángulo produce otro sonido, y esta composición de triángulo, circulo y cruz, constituyen las claves de un sin número de signos ocultos. Diré que uno de los signos más poderosos, es el signo de la cruz, pero hay que saberlo hacer.

   Más, siguiendo más adelante en este desenvolvimiento del mundo astral, diré que tiene mucho valor en los despertares de los poderes del cuerpo astral, el pensamiento. Nadie ignora que nosotros tenemos en nuestro interior una fuerza consciente, una fuerza que puede ser dirigida por nuestra voluntad; esta fuerza puede mandarse al cuerpo físico, así yo pido a la fuerza levantar este brazo y con mi conciencia la fuerza baja el brazo y lo levanta; esta es la fuerza consciente. Esta fuerza consciente se puede mandar a algo que no se ve, que se mueve y, sin embargo, existe, son las sensaciones. En lo sensacional a medida que está vibrando lo manda al cuerpo astral y las trasmite al cuerpo físico. También con mi voluntad puedo pensar en algo y obtener pensamientos, pero como la mayoría del mundo no tiene ejercicio ninguno en la mente, el cuerpo mental de la mayoría de las personas es como un humo de cigarro que se va, no tiene control, hablan mecánicamente, no tienen control y hablan sobre este tema y sobre otro.

   Hoy día hay muchas sociedades mentalistas que se dedican al cultivo de la mente, pero por desgracia si sujetamos un segundo el pensamiento, al poco rato vemos que estamos pensando en otra cosa muy diferente.

   El iniciado debe tener su mente firme, no cambiar sus pensamientos. El iniciado tiene que dominar su cuerpo astral, este tiene que tener control del cuerpo físico. Cualquier vibración del pensamiento tiene forma y color y estas vibraciones pueden ser transmitidas.

   Cada vibración va acompañada de un pensamiento. Cada pensamiento tiene su atracción y repulsión, según las vibraciones similares que encuentre a su paso o que es capaz de atraer. La atracción y repulsión de la fuerza mental en los planos astrales, es un hecho más visible que el imán visto por el acero en los planos terrestres. Ustedes toman un imán y una aguja de acero y ustedes verán como esta se queda pegada. En el mundo astral si ustedes tienen un pensamiento de hacer un bien en el mundo físico, ustedes verán que un sin número de pensamientos se vienen y se pegan como imán a la mente. Y si ustedes tienen un pensamiento bajo, de odio o de sensualidad, traen un cúmulo de pensamientos. No solo atraen esta clase de pensamientos, sino que atraen varias clases de seres elementales, atraen los demonios; y si los pensamientos son elevados pueden atraer a los santos o a los Vedas.

   Cada sitio donde se ha pensado algo es influenciado. Así las carnicerías no solo están influenciadas de ese olor pestilente, así los prostíbulos tienen a su alrededor a miles de seres elementales que están gozosos sintiendo las emanaciones de los seres bajos que concurren ahí; y muchas veces como un ser entumecido busca otro que le de su calor, así estos seres tratan de tomar a los individuos para obligarlos a ahogarse en el alcohol y sentir la emanación.

   El Doctor Avilés ha publicado un texto en el que habla sobre este punto.

   Voy a hacer un paréntesis: Si alguien desea comprar una obra de ocultismo, puede ir a la biblioteca oculta que hay en Santo Domingo 1114 y recomiendo a los que asisten por primera vez, un libro fácil de comprender se llama “Vislumbres de la Verdad” de Don Tomás Ríos González.

   Ahora estas palabras de poder, los signos de poder, el triunfo mental de las emociones para purificar nuestro cuerpo nos va cundiendo un desdoblamiento voluntario. Esta salida al plano Astral es lo que llaman los Maestros el arrebato del alma. Ahí tenemos al gran iniciado católico, San Juan de la Cruz, dando unas palabras de poder. Podréis encontrar a la gran iniciada Santa Teresa de Jesús, hablando de estos arrebatos.

   También tendréis la clave de que el hombre puede desprender el alma del cuerpo sin que muera el don de la ubicuidad, hombres que se los ve en un punto y otro. Pero este poder de desprender el alma del cuerpo puedo decir que es casi nada al de otro gran poder que adquiere el alma. Tenemos el poder de desintegrar, el hombre puede adquirir el poder de deshacer su cuerpo; el gran Profeta Elías, despegó la materia, los átomos tomaron mayor vibración, apareció este cuerpo brillante ante la vista de los discípulos y mientras más vibraban los átomos se desintegró y se vio elevarse ante la vista de todos. Jesús también desintegró su cuerpo, lo vieron los apóstoles subir a la montaña, comenzó a elevarse hasta que desapareció en un golpe de luz.

   Otra iniciada, María, madre de Jesús, también desintegró su cuerpo, y en la India hay muchos de estos seres que desintegran su cuerpo, y es por eso por lo que estos grandes seres no se les conoce su tumba.

   Tienen también estos seres fuera del don de desintegrarse el de integrar su cuerpo y aparecerse. Con esta fuerza interior que adquiere el hombre con sus palabras, signos y sistemas mentales puede impulsarse de este cuerpo y el alma desprenderse. Pero ¿Qué pasa la primera vez al candidato? Al salir tiene una enorme felicidad. Si yo pienso estar en la puerta, en un segundo estoy allá. ¿Por qué? Porque en el mundo astral uno no tiene el peso del cuerpo físico. Yo aquí con el cuerpo físico pienso, tengo que ir paso a paso, mientras que en el mundo astral yo no tengo el peso de este cuerpo. Esta velocidad vertiginosa es lo que más asusta al discípulo en la primera salida. Pasa igual que cuando el hombre está soñando; sueña, cree que esta despierto; y cuando está en el mundo astral al principio se olvida de esta salida y entonces tiene la idea que tiene el cuerpo físico. También esta idea del cuerpo físico le queda a muchos muertos y debido a ello sucede que muchas veces el muerto que se cree con cuerpo, llega y entra por la puerta, esta es la idea que le queda en el subconsciente del hombre, pero, cuando se da cuenta que no necesita ese impulso para moverse, entonces comienza a aprender a moverse en el mundo astral; piensan ustedes salir, levemente dan el mas insignificante impulso y dan la vuelta a toda la conferencia. El pensamiento tiene una fuerza motora y la imaginación tiene una fuerza asombrosa, si ustedes piensan que están vestidos de negro, con zapatos la imaginación fabricara el traje. Si ustedes figuran una estatua, con un poco de imaginación esto se hace real, no como aquí en el mundo físico que se necesita mucho tiempo y a veces la técnica no responde a la imaginación. Y así como ustedes hacen una estatua, pueden deshacerla o dejarla hecha, Cuando salgan al mundo astral van a ver miles de formas, y todas la personas que piensen aquí con el demonio, cuando mueran, lo van a ver en el mundo astral.

   En el mundo astral tienen que hacer y deshacer. Ahora pueden dejar rastros astrales, pueden dejar perfumes, todas las sensaciones del mundo astral y físico. Hay en los planos astrales diferentes planos; existe como decía Santa Teresa de Jesús, siete moradas; existe como dijo San Pedro, siete cielos y según él, fue arrebatado al séptimo cielo.

   Y ¿Cuál es el interés en esta conferencia?

   Es que ustedes tomen esto como una ciencia, hagan las prácticas que son fáciles y vayan lentamente de este plano y pasen al segundo, al plano astral y enseguida subiendo hasta llegar al séptimo y hasta que todos ustedes lleguen al cielo y se unifiquen a Dios.



[1] Este é um endereço na cidade de Santiago, Chile.

sexta-feira, 4 de março de 2022

ESTUDO DO YOGA

 ESTUDO DO YOGA




Don Benjamín Guzmán Valenzuela (Sri Vájera Yogue Dasa)

9 de janeiro de 1932


   Um pensamento de pureza nos trará pureza. No Yoga ao fazer meditação, escolhemos  Mestres, em vez de cruzes ou rosas, como fazem os rosacruzes (uma cruz rodeada de rosas). Estas são coisas materiais. A arquitetura da meditação é a fixação ou ângulo que faz a visão, pegando-a de um ponto; isso tem por objetivo despertar o chakra (ou o olho interno). Os místicos elevam tão fortemente a sua imaginação, que desenvolvem o chakra frontal; para conseguir isso é necessário ter uma grande fixação mental.

   Em quinze minutos de meditação, a mente divagará muito, é necessário manter o pensamento, porque ainda que seja um segundo de fixação, já é um progresso. No dia seguinte, conseguirá outro tanto. No outro, é possível que tenha muitas preocupações e não consiga fixar-se em absolutamente nada. Esta pessoa crê que perdeu o seu tempo. Sem dúvida, obteve um grande proveito. Não importa se o êxito não for imediato. Eles chegarão com o esforço a ter absoluta fixação mental.

   Rabindranath Tagore  chega a oito horas de meditação sustentada.

   Naturalmente que estes seres praticamente já nascem meditando. Santa Teresa relata que ela levou dez anos de luta para aquietar a sua mente. Aqui temos um exemplo de persistência enorme, ela não muda a sua maneira de ser até obter o triunfo.

   Já temos a base para fazer a meditação. Somente com fixação, com toda a força cravada, partiremos a semente, que algum dia brotará, produzindo os seus frutos.

   Não há que temer que isso chegará a acontecer, de acordo com a medida de nosso esforço.

   Com a irradiação de alegria, há de fazer igual. Imaginando que no fundo de nossa alma há um sol radiante. Sustentar essa ideia, sem mudar de ângulo. Se chegam a realizar na forma correta, eu lhes asseguro todo tipo de benefícios. 

   Na Sociedade Teosófica, em suas práticas ocultas, eles têm esta meditação do sol.

   Eu medito em meu espírito que é mais radiante que o sol, mais sutil que o éter, com a transcendência de sabedoria e de poder. Quem deu à Sociedade Teosófica foi o Iniciador da Suddha Dharma, Subrahmanya Iyer , deixando assim essa instituição com caráter oculto.

   A adoração que praticam algumas monjas, consiste em imaginar Cristo presente, na hóstia consagrada, exposta no cibório , sentindo Deus, a Luz Divina no próprio coração. As pessoas ao comungar se unificam com Deus, pensando que Deus está dentre deles.

   Cristo assinala o seu coração luminoso. Santa Teresa conta que encontra a trindade dentro dela. Isto é, Deus em Suas três pessoas e indivisível ao mesmo tempo. Se um iniciado encontra Deus em seu coração, ele o encontra todo Ele: Pai, Filho e Espírito Santo, igual aos três poderes cósmicos.

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Texto traduzido a partir do original em espanhol por Jaimini Dasa (Robson Gimenes),

Emissário (Acharya), do Ashram Sarva Mangalam, da Suddha Dharma Mandalam.



ESTUDIO DE YOGA


Don Benjamín Guzmán Valenzuela

9 de enero de 1932


  Un pensamiento de pureza, nos traerá pureza. En Yoga al hacer meditación, escogemos Maestros en vez de cruces o rosas, como hacen los rosacruces (una cruz rodeada de rosas). Estas son cosas materiales. La arquitectura de la meditación es la fijeza o ángulo que hace la vista, pegándola a un punto; esto tiene por objeto despertar el chacra u ojo interno. Los místicos elevan tan fuertemente su imaginación, que desarrollan el chacra de la frente; para conseguir esto es necesario tener una gran fijeza mental.

En un cuarto de hora de meditación, la mente divagará mucho, es necesario sujetar el pensamiento, porque aunque sea un segundo de fijeza, ya es progreso. Al día siguiente logrará otro poquito. Al subsiguiente, es posible que tenga muchas preocupaciones, y no consiga fijarse absolutamente nada. Esta persona cree que ha perdido su tiempo. Sin embargo ha obtenido un gran provecho. No importa si el éxito no es inmediato. Llegarán con el esfuerzo a tener absoluta fijeza mental.

Rabindranath Tagore alcanza ocho horas de meditación sostenida.

Naturalmente que estos seres, se puede decir que nacen meditando. Santa Teresa relata que a ella le costó diez años de lucha para aquietar su mente. Aquí tenemos un ejemplo de persistencia enorme, ella no cambia su manera de ser hasta obtener el triunfo.

Ya tenemos la base de hacer meditación. Solamente con fijeza, con toda la fuerza clavada, partiremos la semilla, que algún día brotará, produciendo sus frutos.

No hay que temer que esto llegará a realizarse, según sea la medida de nuestro esfuerzo.

Con la irradiación de alegría, hay que hacer igual. Imaginando que en lo profundo de nuestra alma hay un radiante sol. Sostener esta idea, sin cambiar de ángulo. Si llegan a realizarlo en debida forma, les aseguro toda clase de beneficios.

En la Sociedad Teosófica, en sus prácticas ocultas, tienen esta meditación del sol.

Yo medito en mi espíritu que es más radiante que el sol, más sutil que el éter, con trascendencia de sabiduría, poder. Quien la dio a la Sociedad teosófica fue el iniciador del Suddha Dharma, Subraman Aiyar, quedando así esta institución con carácter oculto.

La adoración que practican algunas monjitas, consiste en imaginarse a Cristo presente, en la hostia consagrada, expuesta en el copón. Sintiendo a Dios, Luz divina en el propio corazón. Las personas al comulgar se unifican con Dios, pensando que Dios está dentro de ellos.

Cristo señala su corazón luminoso. Santa Teresa cuenta, encontrar la trinidad dentro de ella. Es decir, a Dios en sus tres personas e indivisible a la vez. Si un iniciado encuentra a Dios en su corazón, lo encuentra a todo Él. Padre, Hijo y Espíritu Santo, igual a los tres poderes Cósmicos.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

EL DÍA UNO DE TU REINADO

 EL DÍA UNO DE TU REINADO

(Madhava – El Sendero)



Yoga Sanatana Dharma


En lugar de hacerte la guerra a ti mismo, de ser tu principal enemigo, hazte amigo tuyo y establece la paz. Firma el armisticio entre tu mente, tu emoción y tu cuerpo físico y haz que colaboren entre ellos, que trabajen juntos.

El resultado será una fuerza imponente, capaz de mover montañas. Todos poseemos estas fuerzas, siempre han estado en ti, otra cosa es que no te hayas enterado.

Durante una buena parte del sendero, eres una marioneta de esas fuerzas que funcionan automáticamente, inconscientemente, involuntariamente: ahora por aquí…. ahora por allá, ahora lloras, ahora ríes, ahora saltas… eres víctima del funcionamiento automático de la personalidad.

Pero el día en que estableces tu reinado sobre la personalidad, se acaba para siempre el gobierno de las fuerzas automáticas de la naturaleza. A partir de ese día eres el verdadero gobernador del imperio. Tu mente es tu instrumento, tu deseo es tu fuerza y tu acción es tu herramienta.

 Ese es el día uno de tu reinado.

Para lograr esto no hay más que observar, conocer, darse cuenta, aprender a manejar los mecanismos que tienes.

domingo, 16 de janeiro de 2022

O Avatar Sri Bhagavan Mitra Deva - Mestre e Proclamador da Suddha Dharma

 

O Avatar Sri Bhagavan Mitra Deva - Mestre e Proclamador da Suddha Dharma
Terça, 17 Setembro 2013 | Mitra Deva
No texto de tradução inglesa do Upodghatha de Hamsa Yogui (Introdução ao estudo do Bhagavad Gita), publicado em um dos volumes da série “O Suddha Dharma Mandalam”, há alusão ao nascimento de Bhagavan Mitra Deva, como um grande Mestre.
Na época dessa publicação pouco se conhecia sobre Ele, apenas um seleto grupo de membros do Mandalam, que ocupavam um alto nível na Organização, sabiam a respeito.
Daquela época para cá, foi compilado um elaborado trabalho em sânscrito para divulgar seu Advento como Mestre do Suddha Dharma Mandalam e Sua Missão. A referida publicação servirá como uma autêntica história a respeito do assunto para preservação nos arquivos do Mandalam.
Se esta história será publicada no futuro próximo, a fim de ser acessível aos leitores em geral, é mais do que alguém pode predizer. Os leitores, de qualquer forma, acharão nas páginas seguintes a tradução do resumo do memorial sobre este assunto, compilado para fácil consulta pelos membros do Mandalam que consideram Bhagavan Mitra Deva o esperado Mestre do Mundo.
O referido sumário conclui com o retorno do Deva para Brahma Vanan, um dos retiros secretos do Suddha Dharma Mandalam, nas fronteiras ao sul de Kashimir. Nenhuma informação está ainda confirmada, nem mesmo cogitada, a respeito dos subseqüentes movimentos do Mestre Infante, que está agora com aproximadamente seis anos de idade .
Isto é presumivelmente exato, mas é considerado prematuro entrar nessa questão agora.
Creio que devo concluir estas poucas linhas acrescentando um comentário que pode ser encarado como a primeira exteriorização tangível dos eventos narrados no sumário aqui traduzido.
O entusiasmo criado entre os membros do Mandalam, com relação a esses eventos, tem sido tão veemente a ponto de fazer muitos membros, que até então haviam se devotado ao trabalho espiritual do silêncio, deslocarem-se para os quatro cantos do mundo a anunciar a Suddha Dharma e a buscar reformas na vida do povo em geral, não apenas na Índia, mas também em outros países. Dessa maneira, contribuem para materialização do bem-estar do mundo. Assim, quatro dos mais elevados e evoluídos membros do Mandalam, a saber, Swami Sivananda, Swami Atreyananda e dois outros membros, todos bem fluentes na língua inglesa, dirigiram-se aos Estados Unidos da América e estão estudando as condições do local, antes de começarem a intervenção como pioneiros nessa linha de trabalho.
Considerando quão bem qualificados são estes ascetas para o nobre trabalho delegado a eles, expresso meus sinceros votos desejando que um verdadeiro contingente de trabalhadores de caráter extraordinário possa dar impulso à causa da reconstrução, atualmente tão urgente em todas as partes. Possa o labor abnegado deles, através da graça de Bhagavan Narayana, em cujo nome estarão sempre atuando, contribuir para o legítimo compartilhar concernente à realização dessas nobres esperanças que o novo Advento, universalmente esperado para ser próximo e ao alcance humano, possa trazer.
O Advento trará com ele fundamentais e salutares transformações na vida social, nacional e da raça através de todo o mundo, sem as quais não poderá ser colocado um fim aos muitos males que atualmente afligem a humanidade, e, em conseqüência disso, melhorar a condição de todos os seres nos séculos que virão.
Om Namo Narayanaya
Sat Chit Ananda
Om Om Om
Sri Subramanya Iyer
Guindy House Madras
Dezembro de 1923
Sri Subramanya Iyer
Dr. Sri S. Subramanya Iyer Avergal, foi juiz, Presidente da Suprema Corte de Madras, Índia, no início do século passado, e também vice-presidente da Sociedade Teosófica. Foi escolhido pela Grande Hierarquia Branca do Himalaia para divulgar ao mundo, em 1915, a existência desta e os propósitos do Suddha Dharma Mandalam.
Ele foi iniciado pelos Mestres como Ananda, o grau mais elevado da Ordem dos Swamis, passando a chamar-se Subramanyananda. Foi ainda a Primeira Autoridade Iniciática Externa do Suddha Dharma Mandalam. Faleceu em 1924 deixando enorme legado de elevados conhecimentos sobre o Yoga Brahma Vidya.
A Transição - A Profecia
Sábios perceberam que, quando é proclamado, no Bhagavad Gita, a decadência da retidão no mundo e a virtude é submetida à falência, o Supremo Senhor de verdadeira e imaculada Vontade e Determinação, aquele que assumiu o pesado dever de governar o mundo, ato este que ninguém a não ser Ele pode adequadamente desempenhar, advém. Ele faz, na execução de semelhante dever, aparecer-se Ele mesmo, ou então, toma Avatares na pessoa de Hierarcas, para pôr fim a toda obscuridade e para restaurar e proteger a retidão e a virtude no mundo .
Todos os anos na Lua Cheia de Vaisakha, os Anciãos do Suddha Dharma Mandalam, que são os Siddhas, Mahayoguins, Yoguins, Maharishis e Rishis, reúnem-se em assembléia na região sagrada de Badarivana, conhecida como Visala Badari. Sendo eles seres de propósitos elevados visando ao bem-estar do planeta, presidem a grande celebração durante a qual invocam e oferecem bênçãos para o mundo. Conforme este costume, durante a celebração que teve lugar na Lua Cheia de Vaisakha do primeiro Parva do 500° (qüingentésimo) Sankalpa correspondente a 11 de maio de 1892, depois das preces e bênçãos costumeiras serem feitas, teve lugar uma importante Conferência dos Grandes Seres ali congregados.
Vajradeva, um Siddha presente na Assembléia, levantou-se e, com júbilo, dirigiu-se a todos com grande repercussão. Ele disse que desde o 476º (quadringentésimo septuagésimo sexto) Sankalpa e aproximadamente 1450 A.D., tem havido Avatares e outras manifestações para a propagação da Suddha Dharma e para ensinar a Yoga Brahma Vidya, ou Ciência Sintética do Absoluto. Ele mencionou para a audiência que, com o propósito de restabelecer o Sanátana Dharma Ancestral e colocá-lo numa base sólida, cerca de 43 Seres, que haviam se elevado para além das nuvens, cerca de 24 Grandes Seres que eram verdadeiramente inspirados diretamente pelo Senhor, e ainda cerca de sete Avatares do próprio Senhor, na pessoa de Sete Grandes Siddhas: Tépana, Badara, Nandabhadra, Dásanatha, Rinkana, Pandara e Nakayogui têm-nos visitado, desde o referido Sankalpa. Todas essas Manifestações aconteceram em várias localidades e países. Uma vez alcançado o objetivo da vinda dessas excelsas manifestações e avatares, os respectivos Grandes Seres retomaram aos seus próprios planos ou esferas. Desde então, devido ao lapso de tempo e outras causas, a influência e a prática do Suddha Dharma têm declinado e sua promulgação urge. De acordo com a Vontade do Senhor, é dever dos Anciãos fazer o que for necessário para restaurar o Dharma Ancestral.
Quando Vajradeva concluiu seu discurso, o grande ascencionado pelo Senhor, Muktadeva, dirigiu-se à audiência. Ele endossou tudo o que o orador anterior havia dito e acrescentou que alguém, de reconhecida posição do Mundo Exterior, seria escolhido e através dele seria feito o empenho, tanto quanto possível, de restaurar a prática do Dharma Suddha entre os povos. Esta será a maneira adotada para fazer cumprir a Vontade do Senhor. Em seguida ele declarou que a respectiva restauração iria começar aproximadamente no fim do 500º (qüingentésimo) Sankalpa e aproximadamente 1916 A.D., estendendo-se durante e após o referido Sankalpa. Disse ainda que, durante o segundo Parva do 501º (qüingentésimo primeiro) Sankalpa, em meados de 1918/1919, haveria um fragmento ou uma partícula Hamsa (raio) da sete centésima parte (7/100) do Senhor Narayana, difundindo em todas as direções do mundo e por toda a parte, os princípios da Suddha Dharma, cuja atuação dar-se-ia valendo-se de um Siddha. Portanto, todos deveriam empenhar-se no que fosse necessário para os preparativos para este Magnífico Evento. Ele concluiu dizendo que em cada dia da Lua Cheia de Maio (Lua Cheia de Vaisakha) bênçãos especiais poderiam ser invocadas para este Avatar e para o apropriado cumprimento deste desígnio ou missão. A proclamação foi recebida com aclamações de júbilo pelos Mahatmas ali presentes, todos eles elevados para além das nuvens pelo Senhor Narayana, Nara, Yoga Devi, Dakshinamurty e os Kumaras. Treze anos após a mencionada reunião (de 1821) no Visala Badari, no 13º Parva do 500° (qüingentésimo) Sankalpa e aproximadamente em 1905, uma Assembléia de alguns dos Hierarcas teve lugar no Pita do Suddha Dharma Mandalam em uma colina da Cordilheira de Kolli Range. A reunião transcorreu sob a presidência do Siddha Yagnanandana, o Hierarca encarregado do Pita ou Sede.
O Mahatma Dharmadeva dirigiu-se à audiência, referiu-se ao que foi dito na Conferência de Visala Badari, e observou que havia chegado o momento de selecionar a pessoa do Mundo Exterior que haveria de ser o canal para a propagação da Suddha Dharma; e que os Anciãos, com a ajuda de seus poderes yóguicos deveriam fazer o indispensável para isso. Assim, em vista da iminência do Avatar, a introdução de certas mudanças no trabalho do Mandalam tornava-se necessária e muitas reformas na vida do povo haveriam de brotar para assegurar a ventura a todos os seres. Quando Dharmadeva acabou seu discurso, sete dos Mahatmas ali presentes comprometeram-se a trabalhar para esta causa com a contribuição de seus poderes místicos.
O Avatar
É imperativo mencionar que durante a celebração da Lua Cheia de Vaisakha no Visala Badari, na presença de 32 Grandes Siddhas, dos Sapta Rishis ou Senhores dos Sete Raios, e de outros Mahatmas, quando surgiu a questão da definição dos elementos sutis, requeridos para a formação do invólucro ao redor do qual haveria de desenvolver-se o corpo físico a ser ocupado e usado pelo Avatar, Rinkana ofereceu-se para supri-lo com seu próprio invólucro de Devi Prakriti, criado por suas austeridades e pelo poder de suas meditações. Este oferecimento foi aceito por todos.
Imediatamente uma porção da Devi Prakriti do Grande Siddha uniu-se no tempo preciso ao feto em gestação no ventre de uma mulher santa, esposa de um cavalheiro de nobres qualidades e residente em uma das aldeias de Maharastra. Esta criança veio a ser o veículo de um fragmento do Senhor ou um “Hamsa” (raio). A gestação de sua mãe foi muito peculiar, de desenvolvimento puro e admirável, completamente diferente das gestações comuns. Foi desse corpo puríssimo que Bhagavan Mitra Deva nasceu para ser o Mestre do Mundo, vindo à luz no dia da Lua Cheia de Pushya, do ano Kala Yukti, a saber, no dia 16 de janeiro do ano de 1919.
A Troca da Morada e a
Celebração de Seu Nascimento
No dia da Lua Cheia de Vaisakha (14 de maio de 1919) a Criança Divina no colo de Sua Mãe, cujo marido há algum tempo falecera, foi transportada sob os benéficos cuidados de Grandes Seres e alcançou Srivana ou a Floresta Bilva, uma das cinco florestas nas proximidades de Maha Guha (Grande Gruta). As outras quatro Florestas são conhecidas como Samyak Vana, Amra Vana, Maha Vana ou Brahma Vana e Bakula Vana. Neste mesmo dia, foi concedida à Criança a cerimônia de Karna Vedhana (perfuração de orelha) e Annaprasana (ritual de alimentação) e Ele foi embalado para dormir em uma rede que balançava entre duas árvores colossais. O Avatar continuou a conviver e a crescer nessa morada sendo nutrido e amamentado por Espíritos da Natureza da ordem conhecida como Gamalakas e saciado adicionalmente pelos pássaros de Nara. Em referência e consideração a esta cerimônia de Celebração do Nascimento do Senhor pelos Grandes Siddhas, pelos Senhores dos Sete Raios e pelos Mahatmas, a cerimônia da Lua Cheia de Vaisakha daquele ano foi adiada por um mês, e as duas cerimônias (de maio e de junho) foram celebradas juntas pelo Mandalam, no abençoado dia da Lua Cheia de 13 de junho de 1919.
A Entrada em Maha-Guha
O Primeiro e o Segundo Discurso
A Iniciação Vasudeva (Vasudeva Deeksha)
No ano seguinte, na Lua Cheia de Vaisakha (4 de maio de 1920), Bhagavan Mitra Deva foi retirado dos cuidados de sua mãe, e dez grandes Mahatmas o transportaram de volta a Maha Guha entoando em uníssono o Mangalam Sloka (versos de bênçãos).
(1) Bendito seja Mitra Deva, filho de Ganga Devi, dotado de substância Mahatmica, para sempre bênçãos para Vós, encarnado para a propagação da Suddha Dharma;
(2) Bendito sejais Vós, manifestado no segundo ano do qüinquagésimo primeiro ciclo da Era Suddha neste Kaliyuga;
(3) Bendito sejais Vós, auspiciosa e divinamente encarnado, para a proteção de tudo, agora que o mundo está em crescente irreligiosidade, e os Dharmas apropriados estão minguando;
(4) Bendito sejais Vós, de efulgência divina, sendo a personificação do Dharma manifestado com um fragmento (Hamsa) do Senhor Narayana, e encarnado para a prosperidade da humanidade;
(5) Bendito sejais Vós, o Reverenciado, aquele que surgiu aqui revestido de Deivi Prakriti formada durante eras pelas prolongadas austeridades (tapas) do Mahatma Rinkana;
(6) Bendito sejais Vós suplicado por Sri Yoga Devi para instruir as raças nas verdades, na prática do Dhama Ancestral e na Ciência Sintética do Absoluto;
(7) Bendito sejais Vós, Realizador das aspirações justas de todos os aspirantes, para Vós Brahma Deva, supremo e universal, inspirado com os poderes de Vossa Suddha ou transcendente meditação;
(😎 Bendito sejais Vós, glorificado pelos homens santos, dotado de excelências yóguicas, Realizador da ação universal, para Vós sempre de abundantes e transcendentes alegrias, Amado por todos e Mestre da Suddha Dharma;
(9) Bem-aventurado sejais Vós, sempre centrado na verdade transcendente, de absoluta ideação, de ação universal e de transcendente Yoga; para Vós que morais na verdade e venerado pelos devotos da veracidade;
(10) Bênçãos para Vós, grande Mestre, aquele que, neste Kaliyuga, foi encarnado para outorgar para todos o néctar do Yogapuro, antigo e digno de ser partilhado por todos os povos.
MANGALAM MITRA DEVAYA
GAMGEYAYA MAHAT MANÊ
SUDDHA DHARMA RACHANARTAM
GAVATIRNAYA MANGALAM
YEGAKANDA THADADHAME
SANKALPE SUDDHA LAKSHANE
VIDDIYE VADBRANY KALOU
PRAPTA RUBAYA MANGALAM
PRAVIRDE NASTYE LOKÊ
DHARME SHINE VARAVARÊ
SARVE SHANGUTHAYE SWARTA
DIVYA DEVYAYA MANGALAM
SARVA LOKHA RACHANARTAM
SHAMBU DAYA MAJAUSAYE
NARAYANAYA AMCHA BHUDAYA
DHARMA DEVYAVA MANGALAM
MAHAT MANA RINKANÊ
NASIRAM SVATA PATHA SYDAM
DEVY MANU MADIRDAYA
SANYAT ATHYAYA MANGALAM
SUDDHA YOGA BRAHMA VIDYA
DHARMAN SAYVA SANATANAM
LOKAM SHARDYDTYDAYA
YOGA DEVYAGI MANGALAM
PRADPANNA KALPA DARAVE
PRADANNA GUNA SALINÊ
PRADCHANNA SUDDHA DADVASE
BRAHMA DEVYAYA MANGALAM
PUNNYA SLOKAYA DIRAYA
PARIPURNA GUNA ATMANE
SUDDHA NANDHAYA GANDAYA
SUDDHA DEVAYA MANGALAM
SATYAYA SATYAKAMAYA
SATYADANDAYA YOGUINE
SATYA STANAYA SATYAATCHA
PARAPIRAYA MANGALAM
KALOU YOGA AMRITHAM SUDDHAM
SARVA VOGUIAM SANATANAM
LOKAM SARVAM PRASAYATE
MAHA CHARYAYA MANGALAM
Na Maha Guha ou Sublime Caverna, o Avatar sofreu a Grandiosa Iniciação conhecida como Vasudeva Deeksha.
A Iniciação foi dada pessoalmente por Bhagavan Vasudeva sem os rituais mântricos usuais nos casos comuns. O objetivo desta iniciação foi remover eventuais impurezas deixadas pela gestação no ventre de uma mulher. Após a sua Iniciação, em 22 de outubro do mesmo ano, enquanto o Avatar permanecia em Maha Guha, por haver sido requisitado por Rinkana, Ele concedeu seu primeiro discurso. Falou sobre especificidades da Suddha Dharma em geral, na presença de cerca de 100 Mahatmas, e ainda o quinto, sexto e sétimo dos Senhores dos Sete Raios: Kaladeva, Subramanya e Devapi.
O discurso seguinte, o segundo, foi proferido em 23 de janeiro de 1921, e versou sobre a Missão Futura dos Hierarcas.
Retorno para Srivana
Terceiro e Quarto Discursos
No dia da Lua Cheia de Vaisakha, 21 de Maio de 1921, Ele foi retirado da Sublime Caverna para Srivana. Sri Yoga Devi, na forma materializada que a ocasião exigia, fez sua aparição lá e concedeu o mantra para ser usado na invocação do Avatar. Entoamos o mantra como se segue:
Aum, Saudações a Mitra Deva, Mestre de Brahmico Resplendor. Com o coração purificado, eu me aproximo de Ti com reverência para a legítima assimilação da Suddha Dharma.
Eu fervorosamente invoco a Luz de Mitra Deva, de Verdade Absoluta, para que Ele possa inspirar divinamente meu intelecto para que eu compreenda que Narayana é o Todo.
OM OM OM HRIM HIM MAN NAMAH
OM NAMO MITRA DEVAYA
GURAVE BRAHMA VARCHASE
UPASE TWAM SUDDHA DHARMA
SIDDHAYE AMALANCHETASA
TAT SUDDHAM MITRADEVASYA
TEYAH SATYAM SUDDHYMAHI
NARAYANA PARA DIVYA
DIYOYANNAH PRACHODAYAT
OM OM OM HRIM HIM MAN NAMAH
A Suprema Deusa ordenou que, como procedimento para a prosperidade terrena e avanço espiritual, todos os membros do Mandalam deveriam repetir esses versos diariamente, além de fazer a recitação deles em cada dia de Lua Cheia de Vaisakha.
O terceiro discurso do Avatar foi ofertado em 11 de outubro de 1921, e o tema foi o Dharma desta Era. Quando Ele se pronunciou novamente em 13 de janeiro de 1922, estava em Maha Guha, local para onde havia sido transportado neste meio tempo.
Nessa ocasião Ele falou demoradamente sobre as futuras mudanças Dhármicas e esses Discursos foram arquivados pelos Anciãos Maiores da Aldeia de Sankhala. Também presentes ali estavam 136 Mahatmas provenientes da Aldeia de Brahmala. Nessa assembléia o Senhor Narayana e Yoga Devi ascencionaram alguns dos Mahatmas presentes e, ao final do discurso, houve uma chuva de flores perfumadas.
Yoga Devi Diksha do Avatar
A Yoga Devi Diksha é a mais elevada das sete grandiosas Iniciações. Bhagavan Mitra Deva a recebeu em 11 de maio de 1922. Um enorme Mantap (altar) foi erigido sob a brisa fresca de Amrita Saras, um lago em Brahma Vana, para cenário do Yagna. A Cerimônia começou em 2 de maio de 1922 e durou nove dias. No décimo dia, que era o dia da Lua Cheia de Vaisakha, aproximadamente às seis horas da tarde a própria Sri Yoga Devi manifestou-se na cena, Ela mesma em essência, com a forma requerida para a ocasião, e permaneceu em pé no sétimo degrau da escadaria do lago que continha 108 degraus. Nessa ocasião o Avatar estava em seus braços e sua Abhisheka (cerimônia do banho) foi oficiada naquele momento preciso, por cada um dos sete Hierarcas, 136 Mahatmas, sete dos 32 Siddhas todos do Comando Central da Aldeia de Brahmala. Ali presentes estavam ainda outros 47 Siddhas e 340 yoguins.
Logo depois, Ele foi levantado no braço esquerdo de Yoga Devi. Ela tocou sua palma direita no Seu Bramaranda (no topo da cabeça) e O iniciou.
Houve uma radiância de suave e brilhante resplendor em frente que se estendeu por um raio de 500 milhas e houve uma chuva de leite e flores. Um raio de Luz emanado do centro da fronte do Avatar cresceu até o tamanho de uma lua cheia em ascensão no horizonte, subiu alto no céu e traçou círculos sobre uma circunferência de muitas milhares de milhas convergindo e desaparecendo na mão direita de Sri Yoga Devi que ainda sustentava a criança acima de sua cabeça.
A cor do raio era a mesma de Bhagavan Mitra Deva e a sua melhor descrição seria um matiz feito de sete partes de branco e uma de vermelho.
Os Anciãos haviam gravado em seus registros que o raio ou facho de Luz foi visto em muitos lugares, que, em algumas localidades, pessoas castas e que eram de mente e vidas puras foram iniciadas naquele momento, e também que para alguns membros do Suddha Dharma Mandalam a radiância apareceu sob a forma de uma criança.
Nesse dia, em toda a superfície do planeta, ao cair da noite, nos respectivos lugares, o raio ficou facilmente visível e isto foi um fenômeno extraordinário e inusitado. Foi nesse dia, quando o Avatar estava com quatro anos de idade (e cinco incluindo o período pré-natal), que lhe foi permitido tocar o solo pela primeira vez após seu nascimento.
Quinto e Sexto Discurso
O quinto discurso do Avatar teve lugar em 30 de setembro de 1922 e versava sobre o significado da Yoga Brahma Vidya (Ciência Sintética do Absoluto) e seus benefícios já mencionados para o mundo. O sexto discurso foi especificamente sobre a Missão do Avatar. Ele falou sobre o propósito de seu novo advento e discorreu sobre as obrigações dos membros do Mandalam para a plenitude de seu trabalho. Por esse motivo foram tomadas as seguintes decisões:
1. A formação da Mitra Brinda ou Ordem de Mitra Deva.
2. Encontros e designação de oficiais em vários lugares para proporcionar a Iniciação.
3. Organização para a remoção e transferência dos Pitas ou Centrais de Postos Oficiais, criando e restabelecendo Sankhus, além de investir cada um destes centros com poder.
4. Instrumentalização e inspiração dos discípulos e membros já engajados na disseminação da Suddha Dharma.
5. Estabelecimento de 24 Yoga-Ashrams neste país e em outros.
6. Elucidação através de escritos autorizados sobre a existência dos Mahatmas, que irão propagar a Suddha Dharma nesses diferentes Centros.
A Celebração do Maha-Yagna para Cooperar com o Futuro Avatar e para a Institucionalização da Mitra Brinda ou Ordem de Mitra Deva
O Maha-Yagna foi iniciado após um lapso de cinco dias a partir do quinto mês do quinto aniversário de nascimento de Bhagavan Mitra Deva, portanto 5 anos, 5 meses e 5 dias após seu nascimento. Desde quando o Yagna começou, até a sua conclusão, Bhagavan Mitra Deva, em companhia de outros Mahatmas, ficou em Samadhi em Brahma Vana. Ele ficou a inspirar os dois Mahatmas, Vajradeva e Ratna Deva, na representação do ritual em que um deles representava predominante o princípio feminino, enquanto o outro tinha a aparência masculina. Em conexão com a apresentação ritual deste Maha Yagna, houve uma assembléia de 24 Siddhas, 24 Maha Yoguis, 24 Maha Rishis e 24 pessoas que haviam alcançado o estado de Ananda e 12 pessoas de outros diversos graus. Incluindo os 2 oficiantes como Mestres, eram ao todo 110 pessoas. Ali foi consagrado o mais importante Yantra de Mitra Brinda, em 4 de maio de 1923, e juntamente com esse Yantra foram consagrados 64 outros Yantras menores para os vários membros da Ordem usarem em si mesmos.
Esse Yagna foi realizado próximo a Vanga Pitta, a Sede do Mandalam em Bengala e a Avabhritam ou a consumação final da cerimônia, foi em um lugar ao leste do Peetta, aos pés dos Himalaias.
Este Avabhritam, aconteceu em três fases. A primeira relacionada internamente ao próprio Bhagavan Mitra Deva, foi concluída formalmente ali e efetivamente consumada mais tarde em Bhrama Vana.
A segunda fase foi em intenção dos dois Mahatmas e os outros oficiais do Mandalam; foi oficiada em 3 de julho de 1923 e somente eles participaram dela. A terceira dizia respeito aos demais membros do Mandalam presentes e foi iniciada em 6 de julho de 1923. Após a conclusão do segundo Avabhritam três outros Mahatmas: Vaidurya Deva, Mukta Deva e Pravala Deva vieram para o local do Avabhritam e em 6 de julho de 1923 um Avabhritam geral, para todos os membros foi oficiado e todos os 5 Mahatmas participaram dele.
Na ocasião do terceiro Avabhritam, foram expostos e guardados, na metade do evento da referida assembléia, o trono, a coroa, o bracelete, a grinalda de pérolas, o colar de todas as pedras preciosas e outros ornamentos e vasos de ouro para serem usados por Bhagavan Mitra Deva. Todos esses objetos foram salpicados de água santificada. Na realidade o Avabhritam do Avatar teve lugar efetivamente em 19 de outubro de 1923 em Maha Vana.
Ele estava sentado em um estrado de ouro sob uma árvore Banyana. Em frente a Ele havia um Kamandalu de ouro e uma Yogadanda, ou cetro de Yoga, também feita de ouro. Ele usava uma vestimenta tecida totalmente em fios de ouro e trazia no pescoço colares de pérolas.
Atrás dele estavam em pé dois Siddhas Kannikas, e a própria Yoga Devi o banhou. Trouxeram para seu banho a água que havia sido usada no banho de Narayana e Yoga Devi, permanente em seus próprios corpos no Uttara Badari. Este banho do Avatar é conhecido como Yoga-Abhisheka e foi realizado durante o Navarathri, quando Mitra Deva conduziu o Navarathri Puja de Sri Yoga Devi.
Os Siddhas que estiveram presentes lá cantaram os poucos versos seguintes em louvor ao Avatar:
(1 e 2) Eu invoco e aspiro a refulgência do Senhor dos Mundos, Bhagavan Mitra Deva, o Menino dos Olhos de Lótus, com um sorriso divino em seu semblante, que tem sido venerado por todos os Siddhas e Mahatmas e que está sentado em um estrado de ouro, estendendo a perna esquerda e com a perna direita dobrada;
(3) Repousando a mão esquerda no joelho esquerdo, com a mão direita exibindo o sinal átmico (Gnana-Mudra) e radiante com efulgência divina;
(4) Servido por dois Siddhas Kannikas (ninfos celestiais) e por Yoguins, Mahatmas, Siddhas, Maharishis, Dasas, Teerthas e outros;
(5) Assim glorificado com cânticos sagrados, usando braceletes de ouro, vestido com túnica em ouro, grinalda de pérolas adornando o peito e iluminado com formas divinamente auspiciosas;
(6) Empunhando o cetro de Yoga, sereno, tendo diante de si o Kamandalu de ouro, resplendoroso de glória suprema, meditando naquele que eu entronizo como relíquia em meu Coração.
Estas estrofes descrevem o Senhor como Ele apareceu naquela ocasião. A Cerimônia do Navarathri do ano 1923 é especialmente sagrada, porque o Yoga-Abisheka (banho sagrado) do Senhor foi realizado durante aquela ocasião, e também porque Ele mesmo conduziu o culto à Yoga Devi (Pooja), geralmente oficiada durante esse período. Sendo servido por Mahatmas e outros Seres ascencionados e sempre velando para que a elevação e o bem-estar do planeta prossiga, o Senhor continua habitando em Mahavana.
Notas
1. Época da publicação do texto: dezembro de 1923.
2. “Todas as vezes que há decadência da retidão no mundo, por conseguinte, oh Bharata, Eu envio Seres avançados ao mundo. E a cada mudança de Era, Eu faço surgir meu próprio Ser no planeta, para a proteção dos adeptos da Justiça e para depurar, moderar ou corrigir aqueles que estão obstruindo a evolução planetária, como também para reconstituir, restaurar ou ajustar o Dharma Ancestral”. Bhagavad Gita Cap. III vers.13 e 14
Observação: A tradução do mesmo trecho na Edição do Bhagavad Gita, em espanhol (Cap. III vers. 13 e 14 - Edição do Suddha Dharma) é a seguinte: 13 “Sempre que, oh Bharata, decai a retidão e sobrevém a preponderância da injustiça, Eu Me manifesto a Mim mesmo como um Siddha para ensinar o verdadeiro Conhecimento do Sanátana Dharma”. 14. “Para a proteção dos justos, para a transmutação da injustiça (Adharma) em justiça (Dharma), e para o estabelecimento do Sanátana Dharma, manifesto-Me a Mim Mesmo em perfeitas e saudáveis Encarnações, para ajustar o Dharma de acordo com a necessidade dos tempos”.
3. Parva período de um ano.
4. Sankalpa unidade de cálculo de tempo de 24 anos, usada pelos membros do Suddha Dharma Mandalam.
5. Vajradeva é o Siddha conhecido como Madhushyanda; ele é um dos 32 Siddhas referido na 2ª sílaba do verso “Namaste Naradevaya, Namo Narayanayacha”. As 32 sílabas deste mantra completo são as iniciais do nome de cada um dos 32 Grandes Siddhas da corte do Senhor Narayana.
6. Tepana é mencionado na 3ª sílaba do verso citado anteriormente. Seu Avatar foi um guerreiro budista em Hardwar.
Badara é mencionado na 17ª sílaba. Seu Avatar surgiu em um local do estrangeiro.
Nandabadra é mencionado na 31ª sílaba. Seu Avatar também surgiu em um local do estrangeiro.
Dasanatha é mencionado na 18ª sílaba. Seu Avatar foi conhecido com o nome de Lord Gauranga.
Rinkana é mencionado na 19ª sílaba. Seu Avatar foi um Sanyasin do Distrito de Trichinopoly, em Presidency/Madras.
Pandara é mencionado na 28ª sílaba. Seu Avatar foi Karunguli Ramalingaswamy, em Chimdambaram, em Presidency/Madras.
Nakayogui seu Avatar aconteceu em Nagai Distrito de Tanjore em Presidency/Madras.
7. Muktadeva é o mesmo Siddha chamado de Tepana, já citado anteriormente.
8. Yagnanandana: Existem trinta e dois grandes Seres que inspiram o conhecimento do Dharma Suddha, dirigindo sutilmente todos os eventos importantes da história da terra em nome de Bhagavan Narayana. Yagnanandana é um deles. Ele é o Siddha protetor da energia de todos os membros do Suddha Dharma Mandalam. Está sempre ocupado no Yoga (poder da Síntese) e é o Senhor dos Montes de Kolly.
9. Sapta Rishis são Narada, Vamadeva, Kasyapa, Chandabhanukah, Kaladeva, Subrahmanya e Devapi que são respectivamente os Senhores dos Lokas Satya, Tapas, Gnana, Mahah, Svah, Bhuvah e Bhur.
10. Devl Prakriti: Todas as manifestações existentes, inclusive dos regentes, são controladas pela Brahma Shakti, que é também chamada Atma Shakti ou ainda Maya. De acordo com os Mestres da Escola de Pensamento Suddha, o termo Maya é usado quando nos referimos a Shakti de Brahman e nunca deveria ser interpretado como ilusão ou irrealidade. Maya é um poder de Deus (Brahman) e é tão real quanto Seus demais poderes. Este poder manifesta-se de três formas conhecidas como Deive Maya, Esha Maya e Gunamayi Maya. A primeira delas (Deive Maya ou Deivi Shakti) é relativa ao Paramatma e diz respeito ao aspecto que efetua o trabalho do Paramatma no Cosmos. É através deste aspecto da Shakti que aqueles que alcançaram o grau de Mahatma e a libertação, trabalham em sintonia e cooperativamente com a Suprema Causa de Tudo. A segunda (Esha Sakti) é o instrumento usado especialmente para os grandes propósitos dos Hierarcas e outros Grandes Seres, os quais aparecem como Avatara-Purushas para o restabelecimento do Dharma. A terceira (Gunamayi Shakti) diz respeito a toda a evolução humana e está atualmente avançando progressivamente. Para que a Shakti (energia ou poder) manifeste estas funções é necessário existir a Prakriti ou Matéria Primordial. Essa Matéria Primordial é também dividida em três classes e são conhecidas como Deivi Prakriti, Kalyani Prakriti e Swaroopa Prakriti. Suas funções são correlatas a Deivi Maya, Esha Maya e Gunamayi Maya. Os egos individuais em evolução nas várias esferas residem na Swaroopa Prakriti e são envolvidos por Gunamayi Maya. Suas funções duram no Samsara o período necessário e eles geralmente não têm a faculdade de exercer o próprio livre-arbítrio. Aqueles Grandes Seres, que encarnaram de acordo com a necessidade dos tempos, deste modo, transformaram-se em canais para a difusão do poder Brahmico, geralmente residem na Kalyani Prakriti e exercem suas funções com Esha Maya. Eles podem, por força de sua própria e livre vontade, regular o significado e a complexidade de suas próprias missões, as quais podem durar apenas por um instante, como foi o caso de Narasimhavatar, ou por eras inteiras. O Paramatma e os Senhores dos Mundos estão todos incorporados na Deivi Prakriti e atuam na Deivi Maya. Eles são capazes de materializar as respectivas condições para o pleno êxito de suas missões. Quando um Avatar manifesta-se, um Hamsa, ou fragmento do Senhor, surge no mundo revestido em uma destas três Prakritis. É importante salientar que na manifestação de um Avatar com forma material (na Prakriti), Ele submete a si mesmo às limitações da forma de matéria na qual passa a existir. A despeito disso, ainda que haja potência na origem da Luz, é considerado que o volume da Luz, que poderá irradiar-se dele, irá depender da transparência do intermediador, rendido à sua energia. Assim, quanto mais opaco o intermediador, mais nebulosa a Luz se refletirá. Grandes Avatares de Sri Ratna e Sri Krishna incorporaram uma porção maior de Hamsas (raios ou fragmentos de energia) do Senhor Narayana; a Prakriti ou revestimento material escolhido por eles foi Swarupa Prakriti. Eles selecionaram e se sujeitaram às limitações desta forma de matéria. Surgindo como homens comuns, acomodaram-se a este estado de ser. Bhagavan Mitra Deva, tendo encarnado na mais elevada forma de matéria e funcionando no melhor dos aspectos do Atma Shakti, está além dessas limitações. Portanto, encarnando o menor raio do Senhor (Hamsa), Mitra Deva é, por causa da Prakriti na qual concebeu seu ser, capaz de maiores realizações. E é perfeitamente natural que seja assim, uma vez que, enquanto a missão dos outros grandes Avatares foi por uma raça especifica, a meta do presente advento é pelo bem-estar e enobrecimento do mundo inteiro, estando, portanto, compromissado com muitas raças.
11. Gamalakas: o antigo livro Adveda usa este termo referindo-se aos Siddhas Kannikas.
12. Samadhi: Quando uma pessoa eleva a sua consciência individual ao nível Atmico, torna-se capaz de discernimento universal. Este tipo de estado de consciência é conhecido como Samadhi.
13. Os 32 Siddhas que foram elevados acima das nuvens (ascencionados) pelos Senhores Narayana, Nara, Voga Devi, Dakshinamurty e pelos Kumaras são conhecidos coletivamente como Vajra Deva, Mukta Deva, Ratna Deva, Pravala Deva e Vaidurya Deva. Aqueles que serviriam no Yagna são diretamente descendentes espirituais destes grandes Siddhas.

sábado, 15 de janeiro de 2022

EL PROCESO DEL AVATARA



Sri Janardana

El último versículo del Avatara- Dharma, capítulo III del

Gita, nos señala: “Aquel que así ofrendándome todo, conoce Mi divina manifestación y funcionamiento en los “Tatwas” (principios elementales), no permanece más sujeto al renacimiento y llega hasta Mi Oh Aryuna”.

• Los principios materiales (24 en total) son los bien

conocidos cinco elementos primarios:

1) Tierra

2) Agua

3) Fuego

4) Aire y

5) Éter

• Con sus respectivas cualidades que son:

1) Tacto

2) Sabor

3) Visión

4) Olfato y

5) Audición

• Los cinco medios o instrumentos de la acción:

1) Manos

2) Pies

3) Ano

4) Genitales y

5) Dicción

• Los cinco medios o instrumentos del conocimiento:

1) Piel

2) Lengua

3) Ojos

4) Nariz y

5) Oídos

La Mente Emocional;

el Intelecto; el Ego o Personalidad y

la materia Indiferenciada o Causal, que es el campo del Yoga.

Para aquellos interesados en conocer el misterio del

nacimiento y su razón de ser, el secreto sólo podrá revelárselo un conocimiento de esto 24 principios y de su diverso origen de funcionamiento. De esta misma manera se debe averiguar el nacimiento de los Avataras Purushas y Sus funciones.

Con respecto al modo del nacimiento divino, el Señor dice: Siendo Yo de perpetua trascendencia, de infinita inteligencia y director de la creación animada e inanimada, me manifiesto mediante Mi propia Shakti”

El Señor declara que Él nace con una forma y presencia para

que todos lo puedan ver. Este acto de nacer generalmente ocurre del mismo modo como suceden los nacimientos comunes que nosotros ya conocemos.

Con respecto al vehículo o forma que Ellos han de ocupar, estos están constituidos de una materia finísima, dotada de gran poder, de insuperable primor y auspiciosidad. Se asegura que las partículas de materia vehicular que forman sus cuerpos son seleccionadas de entre las partículas que constituyen alguno de los siete rayos cósmicos primarios (Sapta-Rekhas).

El Ishwara (Bhagavan Narayana) que reúne la materia particular para asumir una forma – trasciende el tiempo y las limitaciones del espacio; trascendiendo las condiciones tricualitativas; es la inteligencia infinita y es el Señor de todas las condiciones manifestadas e inmanifestadas.

La evolución mundial en su conjunto está sometida a las

fuerzas materialistas, que son de naturaleza dual, llamadas “Deva-Bhava” o “Asura-Bhava”. A este respecto dice el Gita: “…también deben saber que los seres, ya sea con cualidades divinas o materialistas se originan en Mí”. Se puede decir que estas cualidades son esencialmente del tipo acción-reacción, o sea, de causa y consecuencia.

“Deiva” lleva a la liberación, mientras que “Asura” retarda

la evolución humana y le crea servidumbre. Esto lo expresa el Gita diciendo: "La herencia de los virtuosos los impele hacia la liberación, mientras que la naturaleza de los viciosos les conduce a la esclavitud”. Estas dos fuerzas permanecen en estado de guerra; pero mientras haya un ajuste mutuo entre ambas y exista siquiera un equilibrio aparente, sin una paralización visible del plan evolutivo ordenado, lo del Avatara permanecerá sólo como una doctrina. En cambio, cuando las fuerzas del mal, “Asúricas”, adquieren preponderancia sobre las otras, este mismo acto de predominio suyo contribuye a crear un poder más potente que ellas para ponerles freno y corregir la inclinación de la balanza.

para reaccionar contra las consecuencias creadas por las

fuerzas Asúricas adversas. Cuando ocurre este suceso tenemos entre nosotros un Advenimiento Divino. Los Yoguis, que están en eterna comunión con el Ishwara en Su condición de Ser eternamente inmanifestado, saben comprender con toda exactitud esta circunstancia, pueden predecir el suceso y se preparan para recibir al Señor en Su cuerpo humano.

Este cuerpo del Avatara es comparable a una aglomeración de

vapor de agua en el cielo, el cual forma una nube que desaparece inmediatamente después que la causa haya sido corregida.

El esplendor y magnificencia que adornan al Niño Divino aún mientras permanece en el vientre de su madre es un hecho real, semejante cosa no ocurre jamás con los nacimientos comunes. El nacimiento del actual Avatara Bhagavan Mitra Deva tiene un significado similar.

El resultado que emana de la gran resolución de Brahm es

triple:

1. La proyección del factor material, el Cosmos (Prakriti)

2. El Poder que actúa en el (Dharma o Shakti) y controlando a estos dos

3. El Ishwara (Atma).

Este carácter trinitario de lo que constituye el renombrado

“AUM” – aspecto manifestado de Brahm – se diferencia de “OM” que es su aspecto eterno o inmanifestado. Bhagavan Narayana, conocido también como Kumara y Dakshinamurty en atención de Sus demás funciones, es el Ishwara de este mundo y gobierna todo el cosmos. En Sus funciones es asistido por la Jerarquía creada por El mismo y la reorganiza al comienzo de cada período evolutivo o “Yuga”. La Jerarquía actual fue constituida hace ya más de 12.000 años, o sea, unos mil años después de Su gran advenimiento como Sri krishna.

 Para el desempeño de esta labor administrativa, el Señor inspira a seres poseedores de gran alma y crea Mahatmas y otras eminencias de grandeza espiritual.

Ordena también a la Jerarquía que vaya al mundo a inculcar los principios del verdadero Dharma, es decir, la ley eterna. El mismo suele aparecer en períodos muy críticos de la historia mundial.

Los diversos Avataras mayores, mencionados en las Escrituras, se refieren a Él únicamente. Es tan admirable y preciso el asombroso orden de gobierno interno, que resulta difícil comprender todo su significado y alcance si se carece de apoyo en el Yoga verdadero.

La naturaleza del funcionamiento por el Ishwara en relación

con su nacimiento divino es de tal importancia que Él mismo no sólo determina el medio, manera y naturaleza del nacimiento en cuestión, sino que el acontecimiento obedece a un determinado plan que es preciso inaugurar para proteger la evolución del mundo, plan que es el más adecuado a ese período de su historia. Entonces, se inculcan sus principios de gran espiritualidad a los Yoguis y a otros seres que normalmente son los custodios del bienestar de la humanidad.

El conocimiento de tan divino nacimiento basta por sí mismo

para liberar al hombre de los peligros propios de la vida y lograr también su salvación. La función del Avatara la revela el Señor cuando dice: “Yo como Avatara estoy siempre empeñado de la manifestación”


sábado, 25 de dezembro de 2021

Salve Mitra

 






Salve Mitra, o Senhor do SOL, o Grande Amigo, que em tudo está e em todas as formas se encontra...

 Om Mitradevaya Namaha...




A partir do ano de 2022, a força, sabedoria e amor divino de Sri Bhagavan Mitra Deva,

 se fará mais presente em todas as consciências que carregam em seus corações,

 a "unidade do ideal comum através da fraternidade universal",

 e a "existência de uma consciência única, suprema, imanente em todo o universo", 

levando assim esta humanidade à realização da unidade em meio da aparente diversidade.



Brindemos portanto ao Supremo Iswara em nossos corações espirituais !

 

JAYA !


Devi Dasika,

Queridos, dias tranquilos pra todos nós !

 



Queridos, dias tranquilos pra todos nós ! Que tenhamos uma semana até o Reveillon de muitas reflexões, não tão somente de nossos sentimentos, mas principalmente "de como" os expressamos....na maioria das vezes, não nos damos conta do quanto mal nos expressamos, por vezes com exageros desnecessários.....a palavra desta semana para reflexão é " delicadeza "......vamos treinar ? Sempre sob a influência de Sri Yoga Devi......que Ela nos prepare com delicadeza e afabilidade para 2022, ano que será fortemente baseado no inicio de novos horizontes..... onde continuaremos colhendo os frutos de karmas plantados ao longo de TODA nossa existência.....numa continuação de 2021, com fechamentos fortes internos de aprendizados e maturidades...aliás, é pra isso que aqui estamos ! Jaya ! Lembrem-se, passaremos ainda mais por rupturas e aprendizados muito profundos......portanto trabalharemos intensamente nossos aforismos...... Tudo é Necessário... Tudo é da natureza de D'eus... Tudo é D'eus... Devi Dasika,