Mostrando postagens com marcador Sri Yoga Devi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sri Yoga Devi. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de novembro de 2015

Queridos Dasas e Simpatizantes,


Namaskaram,



Ontem encerramos com chave de ouro, nossas atividades do mês de Outubro, onde dedicamos TODAS as atividades deste mês, em comemorações aos 100 anos de nosso Mandalam (Associação).
Foi um mês intenso em atividades e forte em sentimentos....
 Fomos todos agraciados pela “Divina”, pela Soberana “Yoga Devi” que através de seu Navaratri Puja nos cobriu e nutriu de Bençãos.

Confortavelmente tranqüila em Consciência está cumprido aqui parte deste  Dharma !

Devi Dasika,
Dharmameva Jayathe,
Shantirasthu,

sábado, 12 de abril de 2014

Sri Yoga Devi en las gradas del lago




Se trata de un óleo sobre tela de 65 x 76 cm., realizado por Elmina Moissan de Georgi, hacia 1937.
Está representada una entidad femenina, adornada de joyas, con una corona de oro macizo.
Su cabeza está circundada por una luminosidad dorada.
En su mano derecha sostiene la vara de poder o Yogadanda y en su mano izquierda tiene un Yapamalao rosario.
Cubre su cuerpo un vestido o túnica blanca que llega hasta sus pies; ciñe su cintura un cordón de oro.
El vestido no tiene mangas, por lo cual exhibe sus brazos desnudos desde los hombros.

De toda su figura emana un halo de luz blanca en forma ovalada.
Está posada en la séptima grada de una escala de piedras que conduce a un lago.
No lejos de ella, a la izquierda del cuadro se ve un primer grupo de hombres santos, dotados de aureolas que indican elevada investidura espiritual, junto a algunos discípulos.
Es una zona de suaves montañas, con frondosos árboles; más hacia atrás, a la derecha del cuadro se ve otro grupo de Maestros rodeados de discípulos, algunas aldeas y templos.
El lago en primer plano muestra tranquilas aguas y varias flores de loto de gran tamaño.

La escena representada ocurre en el lugar más sagrado para los devotos hindúes. Se trata de las aldeas sagradas de Badarivana, en los montes Himalayas, región que es conocida como la morada de los Siddhas o anacoretas, cantada desde hace milenios en las epopeyas místicas como el Mahabharata y tenida en alta reverencia. Esta región se caracteriza por sus gigantescos árboles banianos y sus lagos. (Sanatana Dharma
Dípika, Cap.I Secc.I).

La imagen femenina representa a Sri Yoga Devi, la Energía Cósmica o Brahma Shakti, como declara el propio Narayana del citado texto (SDD., pág. 150):

“Tu eres en verdad la energía de Brahman; Tu verdaderamente eres el actor universal y bajo el nombre de Yoga Devi cumples para Mi esta mi recta y sagrada tarea”.

El cuadro parece representar el momentoprevio a la iniciación Yoga Devi del Avatara o encarnación divina de Mitra Deva. En un folleto publicado en Madras, India en 1923 se relata un suceso ocurrido en los Himalayas el 11 de mayo de 1922 a orillas del lago Amrita Saras situado en Brahma Vana.
Allí se erigió un Mantap o altar para efectuar un Yagna o sacrificio.
La imagen está inspirada en el siguiente pasaje del mencionado folleto de 1923:

“En elPlenilunio de Vaishak, a eso de las 6 PM, Sri Yoga Devi se manifestó, Ella Misma en escena, con una forma tomada para esta ocasión, y se mantuvo en la séptima grada contándolas desde el fondo del
lago”
(Pág. 22 edición española).

En la obra, la tonalidad general está subordinada al efecto de la luminosa aparición de la Diosa Yoga Devi, que destaca en su vestimenta blanca, símbolo de la máxima pureza, y por su albo resplandor.
El paisaje, las figuras y el lago están trabajados con una gran variedad de matices armoniosamente combinados; no se ve demasiados detalles llamativos que distraigan de la escena divina central.
Incluso el agua, en primer plano está más bien sugerida por un suave reflejo del fulgor principal.

Respecto del dibujo, se trata de simples contornos que hacen aparecer a las figuras sólo como bulto sin mayores detalles. El conjunto es de gran armonía y trasmite una placidez digna de la iconografía religiosa oriental. Lo más importante para E.
Moissan es la idea que representa, la aparición mágica de la Diosa, y sin mayores aspavientos se ciñe a una realización convencional.

Si comparamos la obra de E. Moissan con otras llegadas de India, estas últimas parecen más estereotipadas, con cuatro brazos señalando diversos poderes de la Diosa.
Son en general de mayor rigidez, con dibujo bien marcado y llenas de detalles.




(*) Obregón, A. (19--). Yoga Devi en las gradas del lago. Revista Shakti, (N°?).
A casi un mes del plenilunio Suddha más importante del año (Vaishaka Suddha Pournima) y para todos los/as devotos/as que no tuvieron la oportunidad de leerlo, publicamos el análisis histórico y estético del cuadro llamado “Yoga Devi en las gradas de lago”. Originalmente publicado en la Revista Shakti (medio trimestral al servicio de la Yoga Brahma Vidya del Mandalam) y escrito por el Emisario-Instuctor Alejandro Obregón.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Sri Yoga Devi - Senhora da União de todas as energias femininas....(Devis)

Essa quadro tem história !!!!!

Pintado por Don Benjamin Gúsman Valenzuela (Sri Vájera Yogui Dasa), em meados dos anos 70 aqui em nosso Ashram, ainda quando era na rua Aurélia.

Esse quadro foi pintado em homenagem a Marinêz Peçanha de Figueiredo, então Gnana Datha  do Mandalam do SDM.

Sri Vájera se inspirou na própria Marinês para reproduzir "Devi"....

Eu tive o privilégio de acompanhar pessoalmente a confecção desta Arte !

Quando pronto, Sri Vájera me chama em primeira mão para vê-lo, já que eu morava na ocasião ao lado da casa de Marinês e Henry Feder, onde tínhamos o nosso  Sarva Mangalam Ashram.

Gente, simplesmente inesquecível este momento !

Quando lá cheguei, irreverente como sempre fui, comecei a rir do próprio Sri Vájera, pois ele estava vestido á caráter, como profissional que era desta arte, com avental, chapéu de pintor, aquarela e pincel nas mãos.

O quadro estava coberto com um imenso pano branco....

Ele me fez sentar frente ao quadro e falou alto e em bom tom: VOILÁ !!!!! descobrindo o quadro....

SEM PALAVRAS.......

Fiquei por alguns instantes sem fala, só olhando.....passado alguns instantes disse apenas: Ele Tem Vida  !

E é a mais pura realidade, Ele Tem Vida !

Dasa que é Dasa sempre vê esse quadro reproduzir várias facetas, é só estar em sintonia adequada.....

E é assim até hoje !

Como sempre ele está em nosso Ashram, exposto com muito orgulho, onde "Devi" se apresenta sentada, confortável e linda !!!!!!!!!

Este quadro foi dado de presente a pessoa de Marinês Peçanha com documento assinado e tudo pelo próprio Sri Vájera.

Atualmente ele está comigo, quadro e documento....minha responsabilidade e será sempre de quem for Gnana Dthatha deste Pitta.

Sri Vájera e Marinês são Almas Divinas que se manifestam por aqui sempre que necessário.

Eles tinham e tem uma amizade muito especial (todos da época notavam isso), que se reconheceram enquanto manifestos nesta matéria , daí aquela cumplicidade que muitos não entendiam na época e que chegou a provocar até ciúmes em alguns do Mandalam.

Tá aí então o segredo, eles são Almas afins, que vivem quase sempre juntas, aqui ou em qualquer outra dimensão ou mundo.

Quem sabe um dia, o Erick Schulz se habilita e vem contar pra todos nós, a história de Marinês Peçanha, uma Alta Iniciada em Escolas de Mistérios.

Eis aqui 3 fotos do mesmo quadro, pra vocês notarem como ele realmente é especial !

Namaskaram,
Ma Devi Dasika,






quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Sri Yoga Devi - A Deusa Suprema do Universo

Por: Margareth Gonçalves (Ma Devi Dasika)


                             Algumas Palavras sobre a Deusa Sri Yoga-Devi

Pintura de Sri Vájera Yogui Dasa


Sri Yoga-Devi é a Suprema Deusa , de infinito Poder em Sua atuação nos processos da Natureza, na evolução dos seres e dos mundos (físico e sutis).

 Manifestando-Se, investida com o Poder da Brahma-Shakti (a Energia de Brahman, que representa a Inteligência Cósmica Infinita), Ela atua na Criação, Preservação e Desintegração (em todos os processos deste Planeta), como Shakti tanto de Brahma, como de Vishnu e Shiva, assumindo o Aspecto de Saraswati, Lakshmi e Durga (ou Pârvati), respectivamente.

 Porém todos os seus nomes e vários outros pelos quais Ela é conhecida são somente descritivos de Seus Poderes de acordo com Sua atuação, sendo Ela Mesma sempre, em Seus vários Aspectos de manifestação. – Como Deusa, o Aspecto Feminino de Deus, Ela é a Divina Mãe.

Ela é o "fio de Sutratma" que liga todas as nossas intenções, emoções, desejos e etc....neste tão conhecido mundo interior, formando assim o "Tantra", a "Teia" de nossas
experimentações, através de nossos Karmas, unindo tudo e todos....

A Deusa a Quem Arjuna invoca antes da batalha, aconselhado por Sri Krishna, é a mesma Yoga-Devi em Seu Aspecto de Durga, a Deusa das guerras justas.

Ela é a criação...do Universo

Ela é a manutenção...do Universo

Ela é a transformação...do Universo

Ela é o Prana...(energia carreadora, facilitadora, que abre os caminhos do Universo, tanto externos como internos)

Ela é o Ojas...( energia da libido do Universo, esta energia é que nos traz o sentimento de "felicidade " é a nossa ocitocina !)

Ela é o Tejas...(energia do discernimento, sabedoria, sagrada-compreensão, consciência, enfim, espiritualidade)

Ela é o tudo e o nada !!!

Ela é o manifesto e o imanifestado !!!

Ela é Purusha...(Espírito,Consciência Pura, Sat, Chit, Ananda, sendo que este aspecto tbm é de energia masculina)

Ela é Mahat...(Alma Divina, Imaculada)

Ela é Prakriti...(matéria densa, formada pelos Doshas e suas qualificações Trigúnicas)

Ela é a Shakti(energia Suprema)do Universo !!!

Ela é a energia que alinhava tudo e todos através do Tantra Absoluto como um pano de fundo, bordando e tecendo a própria existência.

Ela é Aquela que pari a vida, que concretiza as vontades da minha própria fonte que é formada de energia masculina.

Ela é a força criadora do Universo !!!!

Ela é o Dharma (Lei individual, pessoal)

Ela é o Paradharma (Lei planetária)

Ela é o Paramadharma (Lei Universal)

Ela é a Lua mas tbm o Sol...

Se reconhece como Una em sua vontade e determinação do consciente que habita sua transcendência.

Ela é a motivação da intenção que gera movimento, atribuindo Karmas...

Ela é a causa dos Karmas que geram Dharmas...

A adoração à Mãe como Deusa é mais antigo que o de D'eus como Pai, mas em essência, D'eus não é masculino nem feminino, É a Realidade Absoluta !!!!!

Ela é formada de PURA LUZ, sendo incontestávelmente o EXPLENDOR de "Narayana", o D'eus de forma masculina....

Como "Yoga Devi", Ela é Maheswari, a Grande Energia Cósmica....representando a união de TODAS as manifestações femininas em nosso planeta, a junção de todas as Mães existentes em todas as Religiões, Tradições, Ciências, Artes e Filosofias....

A estampa, que representa a Deusa sobre um imenso Lótus, foi inspirada na descrição d’Ela feita pelos Mestres do Mandalam.

 Ela Se apresenta assim, em forma humana (em certas ocasiões importantes), como uma jovem de rara beleza, resplandecente de luz, Àqueles que A adoram e A podem ver com Visão Transcendental.

Esta tela foi pintada em São Paulo em meados dos anos 70 por Sri Vajra Yogui Dasa (Don Benjamín Guzmán Valenzuela), então Presidente da Sede Continental da Śuddha Dharma Mandalam Association, em Santiago do Chile e Instrutor Iniciático para as Américas e Europa. 

Foi Ele o precursor do "Suddha Raja Yoga"(metodologia de Yoga) para o Ocidente.

 Sendo durante muitos anos, professor de pintura e Diretor da Sociedade Nacional de Belas Artes em Santiago.

Em breve publicarei mais informações sobre este Ser que foi e continua sendo muito importante para o nosso entendimento sobre Ocultismo.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O SIMBOLISMO NAS IMAGENS DE NARAYANA E YOGA DEVI


Texto originalmente escrito por Edilene Lasmar de Faria, Dasa do Suddha Dharma Mandalam.

Texto revisado por Margareth Gonçalves (Ma Devi Dasika).

Pintura de Edilene Lasmar


                          Sri Bhagavan Narayana

Na ciência da Suddha Dharma Mandalam se estabelece à existência de um excelso ser denominado Sri Bhagavan Narayana, que, em conjunto com uma plêiade (grupo de pessoas ilustres) de Anjos, Siddhas e Yogues que vivem em diferentes planos da matéria, dirige a evolução total de todos os seres existentes nos vários reinos da natureza. 

Esse Excelso Ser é quem envia ao plano deste mundo terrestre os Avataras, tais como foram Rama, Krishna, Buda, Cristo e outros.

 Para a clareza deste estudo temos de especificar três aplicações distintas da palavra Narayana, a qual tem três significados, segundo o que se deseja expressar.

A palavra Narayana pode significar o GOVERNADOR ou CONSCIÊNCIA DIRETRIZ DO UNIVERSO. 

Também pode indicar o HIERARCA DIRETOR DA EVOLUÇÃO DOS SERES QUE HABITAM UM PLANETA e, igualmente, pode designar a CONSCIÊNCIA DORETORA DE UM INDIVIDUO.

Em resumo, as três acepções principais da palavra NARAYANA:

O NARAYANA CÓSMICO ou CONSCIÊNCIA UNIVERSAL;

O NARAYANA DIRETOR de um planeta habitado;

O NARAYANA ou a CONSCIÊNCIA PESSOAL DIRETOR DE UM INDIVÍDUO.

A figura de Narayana  apresenta-se aqui com um aspecto andrógino, porque representa a consciência original que transcende  os opostos. 

Dele se originam Yoga-Devi, que é o aspecto feminino, os Kumaras, Dakshinamurti e Naradeva que representa o aspecto masculino.

TRONO

O trono como função universal de suporte da glória aqui, mais uma vez, simboliza a manifestação da grandeza divina de Narayana.

 Junto do trono temos a Yoga-Danda, que é o Bastão do Poder, este bastão é usado para transmitir poder espiritual nas consagrações e nas iniciações.

 Os tronos hindus são de várias naturezas: o PADMASANA, assento ou pedestal de lótus exprime a harmonia cósmica. 

O trono simboliza a manifestação universal  tomada no seu florescimento total, que encerra o equilíbrio e a harmonia; é o suporte da manifestação  gloriosa de Deus, da misericórdia e da beatitude. 

O trono divino encontra-se sobre a água, domina o conjunto das potencialidades cósmicas ou o oceano da substância primordial, o que nos faz lembrar o símbolo hindu e búdhico do lótus que floresce na superfície da água e que é, simultaneamente a imagem do universo e o assento da divindade revelada. 

O trono simboliza também, o direito divino dos soberanos. Simboliza a pessoa que exerce o poder: uma decisão do trono atesta a presença contínua da autoridade e a sua origem divina..


AURA

 Materializada em torno da cabeça e do corpo de Narayana, a aura simboliza glória para o Ser em sua totalidade, designando os seres solares, dotados de luz divina. È a manifestação dos corpos sutis de cada indivíduo, sendo comparada á uma espessa nuvem luminosa. 

Sua coloração é variada, de acordo com o nível de evolução da consciência.

 A luz é sempre um sinal divino de sacralização (comunhão, santificar a alma).


ADORNOS:

Coroa

Como adorno da parte mais nobre do ser, a coroa tem um significado simbólico de realçar a divindade.

 A coroa é considerada uma insígnia (emblema, um sinal) da elevação do espírito sobre o corpo.


OURO

O ouro, metal usado nos adornos, foi sempre considerado o mais nobre dos metais; é dúctil (moldável), fácil de polir, brilhante, resistente ao calor e à acidez, sendo por isso um símbolo de imutabilidade, eternidade e perfeição.

 Entre outras coisas, por causa de sua cor, é identificado em quase todos os lugares com o sol e com o fogo. 

Por essa razão, ele também é um símbolo do conhecimento (principalmente do esotérico), da perfeição absoluta, da iluminação e da imortalidade. 

Tem o brilho da luz, diz-se na Ìndia que é a luz mineral.

 Tem o caráter ígnio, solar e real, até mesmo divino.

Os ícones de Buda são dourados, símbolo da iluminação e da perfeição absoluta. 

O fundo dos ícones das imagens budistas é dourado, reflexo da luz celeste.

 O ouro, dizem os Brâmanes é a imortalidade.


Pedras Preciosas

As pedras preciosas são o símbolo de uma transmutação do opaco  ao translúcido e em um sentido espiritual, da imperfeição à perfeição.

     ESMERALDA-   Refreia  a  lascividade (luxúria), aumenta a memória.

     RUBI-  Mantém boa saúde, protege e reconcilia.

     PÉROLA- Simboliza a sublimação dos instintos, a espiritualização da matéria, a transfiguração dos elementos, o termo brilhante da evolução.

     Por sua forma esférica e seu brilho inimitável, a pérola também é considerada um símbolo da perfeição.

 Em virtude de sua dureza e imutabilidade, simboliza a imortalidade.



Anel

O anel é o símbolo do poder, de domínio espiritual e material.

 Assim, o anel é o símbolo do saber e do poder.

É  como uma aliança, um elo que marca um domínio espiritual e material.



Círculo

O círculo retrocede para si mesmo, sendo por isso um símbolo da unidade, do absoluto e da perfeição. 

Por ser linha infinita, simboliza o tempo e a infinitude. 

O disco  é um símbolo solar, também representando o ciclo da vida e da morte.



Colar

O colar simboliza a redução do múltiplo ao uno. Símbolo da unidade.


Japa-Mala

 O  significado  geral da palavra é "corrente”, de qualquer espécie.

Usado na entoação dos Mantras(sons primordiais do universo, sílabas de supremo poder) .
 O som dos mantras harmonizam as vibrações da “aura”(campo magnético do corpo físico) e dos átomos físicos.

 Esse som representa  o Ekashara,  o som básico do ser vivente e que é necessário atualizar  para despertar os sentidos da alma.


Manto

O Manto indica a “pele protetora” dos veículos sutis.

 Tal pele isola o indivíduo das más vibrações que viajam pelos éteres. Símbolo da proteção. 

Livra das más influencias sutis, pensamentos ou sensações que viajam pelo espaço sem que o vejamos,  mas que nos trazem indesejáveis pensamentos e baixas sensações.


Posturas


Narayana está sentado na postura (ásana) ARDHA SIDDHASANA, também chamada de Meia Postura da Perfeição.

Esta postura tem como finalidade trazer disciplina  física e mental, além de preparar para a continuidade das práticas e de outras posturas.

DEDOS: em todas as épocas, sinais com os dedos  ou com as mãos  foram recursos de expressão psíquica(mente, espírito, alma) e espiritual.

MAÕS: é o símbolo da atividade, do poder e de dominação. A palavra manifestação tem a mesma raiz que Mão; manifesta-se aquilo que pode ser seguro ou alcançado pela mão.
BRAÇOS  :são o símbolo da força e do poder. Diversas divindades hindus possuem mais de dois braços para exprimir sua onipotência.

Narayana está representado aqui, com quatro braços. 

Os braços exprimem sua onipotência.

Em uma de suas mãos Ele segura ou sustenta o planeta terra, o qual Ele governa e dirige.

A outra mão ilumina e irradia a luz do seu coração (Atma) a este planeta.

Na mão esquerda ao alto Ele segura uma concha  que simboliza o movimento na permanência.

 A forma helicoidal da concha do caracol constitui um pictograma(figura) universal da temporalidade, da permanência do ser  através das flutuações  da modificação. 

Por ter a forma de figura geométrica tão difundida na natureza, simboliza também, a evolução da vida. O som produzido por esta concha, é uma arma contra os demônios.

Na mão direita (ao alto), Ele traz um disco em torno de seu dedo.

O disco, que por ser um círculo retrocede para si mesmo, sendo por isso um símbolo da unidade, do absoluto e da perfeição.

Por ser linha infinita simboliza o tempo e a infinitude.

 O disco é um símbolo solar, ele representa a tendência sáttwica (pura), volta explicitamente ao simbolismo do disco como arma, também, como sol. Destrói iluminando.


CORES


VERMELHO: simboliza Sri Yoga Devi  personificação da Shakti (energia)de Brahman, posto que fogo é o poder purificador e energizante principal nesta vida terrestre.

Cor do fogo e do sangue: como eles possui um significado simbólico ambivalente. 

No sentido positivo: cor da vida, do amor, da devoção , da fecundidade e da paixão fervorosa...no sentido negativo: cor da guerra, do poder destruidor do fogo, derramamento de sangue e do ódio.

ALARANJADO: o meio caminho entre o amarelo e o vermelho, o alaranjado é a mais actínia (elemento radioativo que emite radiação eletromagnética, de número atômico, resplandecente, radiante) das cores.(radiar significa resplandecer, emitir raios de luz ou calor).

Esta cor simboliza antes de tudo o ponto de equilíbrio entre o espírito  e a matéria.

DOURADO: (amarelo ouro) indica a inteligência, o despertar do sétimo chakra (sahasrara).

 O manto desta cor é utilizado nos estudos e conferencias.

O amarelo simboliza a essência divina, é a cor da eternidade, como o ouro é o metal da eternidade. 

O manto, cor do ouro e do sol, possui virtudes mágicas.

 Diz-se que a luz  do ouro torna-se, por vezes, um caminho de comunicação nos dois sentidos, um mediador entre os homens e  os deuses.

 O açafrão deve suas propriedades profiláticas ( prevenção de doenças)à sua cor.

AZUL: cor da sabedoria transcendental. denota devoção celestial. O azul é a mais profunda das cores. 

O azul é a mais imaterial das cores.

 A natureza o apresenta geralmente feito apenas de transparência, de vazio acumulado.

 O vazio é exato (vazio do ar, da água, do cristal, do diamante). 

O azul é a mais fria das cores, e em seu valor absoluto a mais pura  , a exceção do vazio total do branco neutro. 

Imaterial em si mesmo, o azul desmaterializa tudo aquilo que dele se impregna.

 É o caminho do infinito, onde o real se transforma em imaginário. 

Impávido, indiferente, não estando em lugar nenhum a não ser em si mesmo, o azul sugere uma ideia de eternidade  tranquila e altaneira, que é sobre humana.

 O Azul tem uma gravidade solene, supra  terrena.


CORES DO COLAR: (Branco, Rosa, Vermelho, Azul),
 
Branco: reúne todas as cores, simboliza Sri Bhagavan Narayana.

 Cor da luz, da pureza e perfeição.

 Associado ao absoluto, ao começo e ao fim e a união de ambos.

Rosa: dedicado a Sri Bhagavan Mitra Deva, a cor rosa simboliza a regeneração  e iniciação aos mistérios.

 Encontram-se estes dois elementos componentes da cor rosa: o vermelho e o branco, com seu valor simbólico tradicional, em todos os planos (  do profano ao sagrado) Simbolizando:  Devoção , Paixão,  Pureza , Amor transcendente e Sabedoria Divina.


Pintura de Edilene Lasmar
                          Sri Yoga Devi


O culto á Mãe é o culto de Deus como Mãe Divina,  ou   seja o aspecto feminino Dele mesmo.

Shakti é o poder  de Deus ou energia cósmica.

 Shakti é o aspecto energético do Ishwara ou seja Narayana.

  Shakti é inerente a Deus.

 Assim como não se pode separar o calor do fogo, de igual modo não se separa a Shakti de Deus.

A eletricidade, o magnetismo, a força, o calor, a luz, os cinco elementos e suas  combinações são em sua totalidade, as manifestações externas da Shakti.

A inteligência, o discernimento, o poder psíquico e a vontade são suas manifestações internas.

Na  Fraternidade Universal, Yoga Devi representa a energia que unifica  toda a assembléia  dos Mahatmas, Siddhas,  Rishis e Yogues, tal como o fio que une as contas de um colar.




TRONO


Yoga –Devi está sentada em um trono chamado PADMÁSANA, assento de lótus.

A flor de lótus tem um papel simbólico e significativo.

 Visto que suas  flores fecham à noite, recolhendo-se para a água, e só voltam a desabrochar ao nascer  do sol, o lótus é um antigo símbolo da luz;  tudo nela tem um significado próprio: a haste representa que tudo na vida provém dela; a folha representa a terra fértil; a flor o colo materno;o botão a virgindade; as flores abertas o sol; a flor inteira é o símbolo da beleza, da felicidade e da eterna renovação.

  A flor de lótus de 8 pétalas, é um símbolo de todos os pontos cardeais e, portanto, também um símbolo  da harmonia cósmica; neste sentido, é encontrada freqüentemente como símbolo da meditação.

A “gema na flor de lótus” (mani padme) é o nirvana, já, latente no mundo.; ela pode ser branca, azul, rosa ou vermelha  que surge  em águas lamacentas;  o lótus é o símbolo da pureza que sobrepuja a impureza.

 A flor de lótus aberta é um símbolo da criação.

 A flor de lótus cor de rosa representa o emblema solar  .; a de mil pétalas simboliza a totalidade de todas as revelações espirituais. 

Geralmente este trono ou pedestal de lótus encontra-se sobre a água.

 Como massa uniforme indiferenciada, simboliza a infinitude de possibilidades ou os primórdios de todo devir, a matéria prima .

Simboliza também a força de regenerescência e purificação física, psíquica e espiritual.

 Reservatório de energia.

 As águas trazem vida, força e pureza, tanto no plano espiritual quanto no físico.                                            
                                     


ÁGUA


Geralmente este trono ou pedestal escontra-se sobre a água. 
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     
Como massa uniforme indiferenciada, simboliza a infinitude  de possibilidades ou os primórdios de todo o devir, a matéria prima.

 Simboliza também a força de regenerescência e purificação física, psíquica e espiritual.

 Reservatório de energia.

As águas trazem vida, força e pureza, tanto no plano espiritual quanto no físico.

A água é a forma “substancial” da manifestação, a origem da vida e o elemento da regeneração corporal e espiritual, o símbolo da fertilidade, da pureza, da sabedoria, da graça e da virtude. 

A água é o instrumento da purificação ritual, esta tem um papel essencial. 

Na Índia e no Sudeste Asiático, é  costumeiro se fazer  abluções nas estátuas  já sacralizadas e também nos devotos.




LAGO


Simboliza as forças permanentes da criação. 

Os lagos (para muitos) são moradas dos Deuses. 

Os lagos são considerados também como palácios subterrâneos  de diamantes, jóias de cristais, de onde surgem seres divinos.



AURA



Yoga-Devi traz em torno de sua cabeça a aura ou a luz divina que rodeia os seres iluminados, simbolizando a sua glória.



ADORNOS


Coroa:
A coroa deYoga-Devi , traz a figura de uma concha.

 A concha, evocando as águas onde se forma, participa do simbolismo da fecundidade própria da água.

Também tem o ouro como metal; esta coroa é constituída de pedras preciosas: esmeralda, rubi e muitas pérolas. De maneira geral, a pérola é um símbolo lunar e feminino ligado à lua, à água e a mulher.

Símbolo de uma ordem análoga: o das pérolas enfiadas em um cordão, é o rosário, o SUTRATMA, a cadeia dos mundos, penetrados e unidos por ÁTMA, o espírito universal.

Assim o colar de pérolas ou a pulseira simbolizam a unidade Cósmica do Múltiplo, a integração dos elementos dissociados de um ser na unidade da pessoa, o relacionamento espiritual de dois ou mais seres.

Simboliza a superação dos instintos, a espiritualização da matéria, a transfiguração dos elementos,  o termo brilhante da evolução.

Anel:
É o símbolo do poder de domínio espiritual e material.


Manto:
Símbolo da proteção.


Braceletes e pulseiras:
Simbolizam a unidade, a perfeição ( por ser um círculo, retrocede para si mesmo).



POSTURAS    (ásanas)
Estas posturas são necessárias para manter e conservar o corpo físico em condições ideais, já que o mesmo serve como um templo, ou mesmo como um estojo de proteção aos corpos sutis.

 A saúde física também é necessária para obtenção de um conhecimento superior e de um desenvolvimento mais profundo.

 As posturas físicas dentro das práticas de Suddha Raja Yoga,têm por finalidade o aprimoramento e o perfeito domínio do corpo físico, através de uma prática constante e natural, sempre coordenada e dirigida pela mente, pois só desta forma se poderá atingir objetivos profundos e mais elevados.

 Yoga Devi está sentada na postura chamada: SIDDHASANA ou Postura da Perfeição, postura que leva à libertação.

Yoga-Devi  está representada aqui , também, com quatro braços.

Na mão esquerda (para o alto)  , Ela segura uma flor de lótus fechada que simboliza a totalidade de todas as possibilidades ainda não manifestadas.

 É também símbolo  do coração do homem.

Na outra mão ( para o alto), Ela segura um  Japa -Mala que é usado na entoação dos Mantras.

O som dos Mantras harmonizam as vibrações da aura e dos átomos físicos. 

Este som representa o Ekáskshara, o som básico do ser vivente e que é necessário atualizar para despertar os sentidos da alma.

Esses gestos com as mãos são chamados MUDRÁS.

Do lado esquerdo, a mão para baixo, com todos os dedos estendidos, a palma para frente, é chamado de VARADA-MUDRA. Yoga -Devi em seu aspecto  Kali (aspecto feminino de Shiva ), destrói os elementos não permanentes do universo; indica também que a Deusa está preparada para lhe satisfazer um desejo, ou lhe conceder bênçãos; com esta mesma mão Ela apóia a Yoga- Danda (bastão de poder).

Do lado direito, a mão levantada, com os dedos estendidos, palma para a  frente, é chamado ABHAYA- MUDRA. 

Esse mudra livra do medo e protege aqueles que invocam a Mãe Cósmica, indica também benção e confiança.

Os mudrás ABHAYA e VARADA, representam respectivamente a pacificação espiritual e o dom do conhecimento; o primeiro, ABHAYA, é acima de tudo efetuado pela mão direita, o segundo, VARADA, pela mão esquerda.



CORES

Rosa, alaranjado, amarelo-ouro (dourado)-já foram comentadas.

Verde: indica saúde e vida, o verdor dos campos, o vigor das árvores com suas flores e frutos, a abundância do sustento diário dos seres.

Cor da renovação anual da natureza, é a cor da esperança, da longevidade e da imortalidade.

 O verde, mediador entre o calor e o frio (amarelo e azul), o alto e o baixo.

 É uma cor tranquilizadora, refrescante, humana.

 Representa o despertar das águas primordiais, o despertar da vida.

 O verde dá uma impressão de repouso terreno e de contentamento consigo mesmo.

Violeta: é a cor intermediária entre o vermelho e o azul.

 O violeta simboliza a mediação, o equilíbrio (entre o céu e a terra, entre o espírito e o corpo, entre o amor e a sabedoria), a medida e a temperança.