Esta escola nos leva para um caminho de autoconhecimento objetivando nossa autorrealização, por direções simples e sintéticas através do Supremo Absoluto ! Rua: Coriolano 169/171 Bairro: Pompéia - São Paulo/SP Cel: 9 9889 0649 ------------------------------- A Suddha Dharma é a fonte das religiões do mundo que nutriram no passado e continuam a nutrir atualmente as sagradas aspirações da humanidade. Ela é a raiz da Luz. (Marinês Peçanha de Figueiredo)
sexta-feira, 30 de setembro de 2022
quinta-feira, 22 de setembro de 2022
Navaratri Puja ou Dasara –Homenagem ao Aspecto Feminino da Divindade
Navaratri Puja ou Dasara –
Namaskaram ,
Homenagem ao Aspecto Feminino da Divindade
(10 dias consecutivos com Rituais)
Este ano estaremos realizando esta Novena a partir de 26 de Setembro até 05 de Outubro.
-Os três primeiros dias dedicados a Devi em seu aspecto de “Maha Durga”.
Maha Durga (a grande Durga) é a Shakti (energia feminina ou consorte) do Senhor Shiva, aquele que corresponde ao segundo aspecto da Trimurti (Trindade Hindu) e representa os aspectos de Destruição e Transformação de D’eus.
Sendo assim, Ela manifesta o Poder Transformador de Shiva, que é a característica da Guna chamada Tamas (que é uma das qualidades da matéria que trabalha especificamente com a nossa inércia), representada pela cor preta.
Durga vence a escuridão, destruindo a ignorância para que a transformação possa ocorrer.
Ela é Aquela que remove os obstáculos !
Repetir a cada dia 108x este Mantra: “ Om Dum Dhurgaye Namaha"
-Os outros três dias seguintes, dedicados a Devi em seu aspecto de “Maha Lakshmi”.
Maha Lakshmi (a grande Lakshmi) é a Shakti (energia feminina ou consorte) do Senhor Vishnu, aquele que corresponde ao primeiro aspecto da Trimurti (Trindade Hindu) e representa os aspectos de Preservação e Conservação de D’eus.
Sendo assim, Ela manifesta o Poder Mantenedor de Vishnu, que é a característica da Guna chamada Rajas (que é uma das qualidades da matéria que trabalha especificamente com o movimento ), necessária para garantir a preservação da Criação.
Lakshmi simboliza o poder do puro pensamento, a encarnação do amor e a misericórdia.
Ela é Aquela que promove prosperidade.
Repetir a cada dia 108x este Mantra: “Om Srim Maha Lakshimyei Namaha"
-Nos últimos três dias (formando assim uma novena), dedicados a Devi em seu aspecto “Maha Sarasvasti”.
Maha Sarasvati (a grande Sarasvati) literalmente, "aquela que flui", é a Shakti (energia feminina ou consorte) do Senhor Brahma, aquele que corresponde ao terceiro aspecto da Trimurti (Trindade Hindu) e representa o aspecto de Criação de D’eus.
Sendo assim, Ela manifesta o Poder Criador de Brahma, que é a característica da Guna chamada Satvica (que é uma das qualidades da matéria que trabalha especificamente com o equilíbrio e pureza), qualidades estas necessárias a manifestação de Sabedoria em cada um de nós.
Representada pela cor branca, Sarasvati também simboliza a boca e a pureza da fala (que confere poder à palavra proferida).
Sarasvati é considerada a Deusa das Ciências, das Artes e da Sabedoria.
Repetir a cada dia 108x este Mantra: “Om Aim Sarasvatyai Namaha"
-Último dia, dia de festa !
O aspecto Supremo deste Festival acontece no décimo dia, conhecido como “Vijaya Dasami “ou “Dia da Glória”.
Maha Shakti Devi (a grande Deusa ou Supremo Poder), como Fonte de Toda Manifestação Feminina no Universo, conserva em Si mesma as qualidades de todas Elas !!!!!
Como Atma Shakti, a mais elevada forma de Shakti (energia) Ela se apresenta com o poder do conhecimento, da vontade e da ação, vivenciados na síntese.
No aspecto “Maha Devi”, está contida Nela, a manifestação de todas as “Devis”, como Durga, Lakshmi, Sarasvati, Kali, Ísis, Mãe Maria, Iemanjá, Oxum, Freya e etc....
Como Sri Yoga Devi, Ela é Maheswari, a Grande Energia Cósmica, representando o Sutratma ou Alma-Fio, que representa a união de todos os Seres e todas as coisas no Universo!!!!!
Sua graça é ilimitada;
Sua misericórdia é ilimitada;
Seu conhecimento é infinito;
Seu poder é incomensurável;
Sua glória e inefável;
Seu esplendor é indescritível.
Repetir neste dia 108x este Mantra: "Om Hrim Srim Klim Aim Sauh Yoga Deviay Namaha"
O Suddha Dharma Mandalam de São Paulo, transmitirá estes 10 dias de Puja totalmente online, pelo canal do Youtube do Ashram Sarva Mangalam:
https://studio.youtube.com/channel/UCxI9hXJ1rCS6AWZq32zC_3g
E tbm pelo canal do Youtube do Instituto Naradeva Shala:
https://studio.youtube.com/channel/UCg27RQbUBhy0B3F8ZwYhQWg
Horários deste Festival: dias de semana, as 20hs
Sábado e Domingo, as 16hs
Obs: Escolha em único pedido e o faça todos os dias durante esta novena !
Venha com a gente com o coração aberto e seguro da Força Sagrada do Divino !
Este é o momento, desfrute desta oportunidade oferecida pelo Universo....
ESTÁ FEITO !
ASSIM É !
Dharmameva Jayathe !!!!!!!
Sempre servidora,
Devi Marga Dasika,
sexta-feira, 29 de julho de 2022
CONCEITO SOBRE DEUS.
CONCEITO SOBRE DEUS.
Por Benjamín Guzmán Valenzuela
(Sri Vájera Yogui Dasa)
Quando se diz Deus, não devemos imaginar um ser com forma,
mas sim um Espírito que está através de todo o Universo.
Mas existe o hábito de imaginarmos Deus como um homem e não
só com a forma de homem, mas com qualidades de homem.
Assim tem pessoas que pensam que Deus é
um ser vingativo, que pune pelo gosto de punir uma falta, sem levar em seu
pensamento a ideia da correção do castigo.
Por exemplo: um castigo eterno, que leva
o ser para um inferno do qual o condenado nunca sairá.
A vingança não leva a correção dos atos, muito melhor um distanciamento
daquilo que nos torna inferior, de ser bárbaro, do que se vingar do mal com uma punição severa.
Outros tem o pensamento de que Deus é um Ser bravo continuamente, raivoso e que
descarrega essa ira sobre os homens, sobre os povos e isto porque vão aplicando
as qualidades dos homens a este Ser Divino, como consequência de que é a nossa
imagem, por isto, estas palavras de que Deus é à nossa imagem, deve ser
claramente entendida para não cair no erro de colocar qualidades a Deus, porque
Deus transcende, supera todas as qualidades e estando acima delas, é
transcendente.
Deus não é bom nem mau, está livre de criar méritos para si,
nem adquirir maior glória por isto ou aquilo, e que se lhe falta glória, nós
poderíamos Lhe dar.
A Deus jamais falta glória, nem méritos, transcende essas qualidades, é
Absoluto, é Imutável, é Invariável, pela singela razão de Deus ser a
Consciência do Universo, não um ser.
É a vida que palpita em todos os lugares, é a vida que vibra em nosso coração.
Assim como nossa vida particular, microscópica está trancada
dentro do nosso ser, a consciência que dirige todo nosso corpo, nossos
músculos, nossos ossos, nossos movimentos, nossos pensamentos, estão dirigidas
por uma Consciência Central, todo nosso corpo está cheio de vida do espírito
interior; assim é a semelhança de Deus, a Consciência de Deus, o espírito de
Deus está em todos os átomos do mundo, do Universo, não como um ser, mas sim
como o espírito está em nosso corpo, o Espírito de Deus, está em todo o corpo
cósmico.
Então, quando se pensa em Deus, tente sentir o espírito
próprio, o espírito individual unificado a Deus, é dizer que o nosso espírito é
como se fosse uma gotinha de azeite que se espalha no azeite Universal, nossa
gotinha de azeite se mistura em todo o universo, sem desengatar o eixo central
do nosso eu pessoal, cujo eixo está aqui, mas cujos raios da roda vão se ampliando
para o infinito, unificando-se à roda cósmica.
Essa roda cósmica, é aquela que tem a Suprema Energia, a
Suprema Inteligência, o Supremo Poder, ela dá movimento as engrenagens do
Universo, mas a roda cósmica é infinita, imóvel, de maneira que, se vocês
pensarem em Deus, pense pois em unificar-se a este Espírito, adorar a Deus em Espírito,
não adorar a Deus em forma de ser.
Dessas rodas que vão unificadas à roda cósmica, há algumas
que apenas começam a andar; há algumas que são rodas grandes, que podem fazer
grandes trabalhos, suportar grandes pesos e se ocupam para ajudar as
engrenagens e eixos das rodinhas menores.
Diz-se que atualmente, uma destas grandes rodas, que gira na
evolução deste planeta, está pronta para trabalhar entre nós humanos;
A esta roda é chamada de Mestre Bhagavan
Mitra Deva e diz-se, que os raios deste eixo, desta roda, de Bhagavan Mitra
Deva, já são tão poderosos que abarcam a terra inteira.
Magnéticamente, a consciência deste ser, deste novo profeta,
deste novo Senhor Redentor da nossa época (que vocês compreendem que é preciso,
pois o mundo sofre de uma era de guerra e uma crise formidável, além da
degeneração dos costumes) é necessário a vinda de um Grande Ser, de uma grande
roda, que nos ensine a girar retamente, sem sairmos da via em que se deve seguir.
Pois bem, esse raio, a roda da consciência de Bhagavan Mitra
Deva, atualmente está dentro de nós, e Ele, mesmo que seja um Ser Superior, não
é de forma alguma o Deus da Consciência Cósmica de que estava falando, são
deuses menores.
Também a Sri Yoga Devi é dado o nome de Deus que quer dizer
Divina, mas de forma alguma se deve entender que este Ser apenas individual e
pessoal, vá ser o Deus Cósmico, ou seja o Supremo Deus, entenda-se claro, são
rodas , mas nem pensar em rodas cósmicas.
Nós com nossa vontade, podemos entrar magnéticamente em
contato e receber a força, a ajuda desses Seres conforme seja nossa intenção,
nossa vocação.
Nesta cerimônia, invocaremos a força e o poder de Bhagavan
Mitra Deva e tentaremos entrar em contato com Ele para ampliarmos nossa inteligência;
entrar em uma paz profunda, que não nos permita em sermos incomodados em nada.
Sem paz não há progresso, por isso é tão necessário se impregnar de paz.
Dizem que os anjos cantavam quando veio
o Mestre Jesus: ′′ Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa
vontade ", ou seja, o que mais pediam era paz.
Assim nós nos unificamos a Bhagavan Mitra Deva e Ele vai nos
preenchendo o coração de uma paz profunda.
Ainda a maior incompreensão, a maior ingratidão, que é o que
mais dói na terra, não nos comoverá.
Muitas vezes não importa perder a
fortuna, não importa uma doença, mas sim uma ingratidão, uma incompreensão,
mata, destrói.
Por isso é tão conveniente mergulhar numa paz profunda, que nem mesmo os mais
grosseiros insultos chegam a comover o eixo central do nosso espírito, que será
tão poderoso que nenhuma circunstância da vida enfraquecerá nosso espírito.
Isso trará a você felicidade, paz e quando passarem uma
situação difícil, vocês vão se lembrar desta sensação, vão sentir esta paz
profunda e assim saberão dominar as situações com esta paz.
Esta paz nos leva à glória, é a paz que nos torna inteligentes, a paz que nos
faz ativos e saudáveis, porque aquele que não tem paz vibracional em seu corpo
e mente, são tomados pelo medo e assim adoecem dos nervos.
A paz tão necessária e conquistada, adquire-se pela tranquilidade do ser
imutável, que não tem impulsos de iras nem tem impulsos de amor, é sempre o
mesmo, é imutável, puro e sereno.
Então, nesta cerimónia de hoje, vamos pensar em nós nesta
roda de Bhagavan Mitra Deva e vamos pensar principalmente nesta qualidade de
paz, para que a sua tranquilidade seja colada a nós.
Que venha a nós, o seu magnetismo durante esta cerimónia.
Fechem os olhos e mergulhem na paz de
Bhagavan Mitra Deva.
Revisão feita por:
Jnana Datha Acharya, Devi Marga Dasika
Margareth Gonçalves
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CONCEPTO ACERCA DE DIOS
Por Benjamín Guzmán
Valenzuela
Cuando se dice
Dios, no debemos nosotros imaginarnos un ser con forma, sino un Espíritu que
está a través de todo el Universo.
Pero existe la
costumbre de imaginarnos a Dios como un hombre, y no sólo con la forma de
hombre, sino con cualidades de hombre. Así hay personas que piensan que Dios,
es un ser vengativo que castiga por el gusto de castigar una falta, sin llevar
en su pensamiento la idea de la corrección del castigado. Por ejemplo: un
castigo eterno, que entra el ser a un infierno del cual el condenado no sale
jamás.
La venganza no
lleva por fin el corregir, sino más bien un cierto desquite de ser inferior, de
ser bárbaro, de vengarse del mal con un castigo severo. Otros llevan el
pensamiento de que Dios es un Ser airado continuamente, que tiene ira y esta
ira la descarga sobre los hombres, sobre los pueblos y esto porque van
aplicando las cualidades de los hombres a este Ser Divino, como consecuencia de
que es a nuestra imagen, por esto, estas palabras de que Dios es a nuestra
imagen, debe entenderse claramente para no caer en el error de poner cualidades
a Dios, porque Dios trasciende, supera todas las cualidades, está sobre ellas,
es trascendente.
Dios no es bueno ni
malo, está libre de méritos, Dios no puede hacer méritos ni tener mayor gloria
porque querría decir aquello, que a dios le falta gloria y que nosotros
podríamos dársela. A Dios jamás le falta gloria, ni méritos, trasciende estas
cualidades, es Absoluto, es Inmutable, es Invariable, por la sencilla razón de
que Dios es la Conciencia del Universo, no un ser. Es la vida que palpita en
todas partes, es la vida que vibra en nuestro corazón.
Así como nuestra
vida particular, microscópica está encerrada dentro de nuestro ser, la
conciencia que dirige todo nuestro cuerpo, nuestros músculos, nuestros huesos,
nuestros movimientos, nuestros pensamientos, están dirigidas por una Conciencia
Central, todo nuestro cuerpo está lleno de vida del espíritu interior; así es
la semejanza de Dios, la Conciencia de Dios, el espíritu de Dios está en todos
los átomos del mundo, del Universo, no como un ser, sino así como el espíritu
está en nuestro cuerpo, el Espíritu de Dios, está en todo el cuerpo cósmico.
De modo que cuando
uno piensa en Dios, entonces trata uno de sentir el espíritu propio, el
espíritu individual unificado a Dios, es decir que nuestro espíritu como si
fuera una gotita de aceite que se esparce en el aceite Universal, nuestra
gotita de aceite se esparciera en todo el Universo, sin desasirse el eje
central de nuestro yo personal, cuyo eje está aquí, pero cuyos rayos de la
rueda se van extendiendo hasta el infinito, unificándose a la rueda cósmica.
Esta rueda cósmica,
es la que tiene la Suprema energía, la suprema Inteligencia, el supremo Poder,
ella da movimiento a las ruedecillas del Universo, pero la rueda cósmica es
infinita, inmóvil, de manera que, si ustedes piensan en Dios, piensen pues en unificarse
a este Espíritu, adorar a Dios en espíritu, no adorar a Dios en forma de ser.
De estas ruedas que
van unificadas a la rueda cósmica, hay algunas que apenas comienzan a caminar;
hay algunas que son ruedas grandes, que pueden hacer grandes trabajos, soportar
grandes pesos y se ocupan para ayudar a las ruedecillas y ejes de las
ruedecitas menores.
Se dice que
actualmente, una de estas grandes ruedas, que gira en la evolución de este
planeta, está pronta a trabajar entre los vivos, entre nosotros; a esta rueda
la llaman el Maestro Bhagavan Mitra Deva y se dice, que los rayos de este eje,
de esta rueda, de Bhagavan Mitra Deva, son ya tan poderosas que abarcan la
tierra entera.
Magnéticamente, la
conciencia de este Ser, de este nuevo profeta, de este nuevo Señor Redentor de
nuestra época (que ustedes comprenden que se necesita, ya que el mundo sufre de
una era de guerra y una crisis formidable, además de la degeneración de las
costumbres) es necesario la venida de un Gran Ser, de una gran rueda, que nos
enseñe a girar rectamente, sin salirnos de la vía en que se debe actuar.
Pues bien, este
rayo, la rueda conciencia de Bhagavan Mitra Deva, actualmente está dentro de
nosotros, y Él, aun cuando es un Ser Superior, no es de ninguna manera el Dios
de la Conciencia Cósmica del que estaba hablando, son dioses menores.
También a Sri Yoga
Devi se le da el nombre de Dios que quiere decir Divina, pero de ninguna manera
se debe entender que este Ser solo individual y personal, vaya a ser el Dios
Cósmico, es decir el Supremo Dios, entiéndase claro, son ruedas, pero de
ninguna manera ruedas cósmicas.
Nosotros con
nuestra voluntad, podemos ponernos magnéticamente en contacto y recibir la
fuerza, la ayuda de estos seres según sea nuestra intención, nuestra vocación.
En esta ceremonia,
invocaremos la fuerza y el poder de Bhagavan Mitra Deva y trataremos nosotros,
de ponernos magnéticamente en contacto con Él para subir de inteligencia;
entrar en una paz profunda, que no nos pueda llegar a perturbar nadie. Sin paz
no hay progreso, por esto es tan necesario impregnarse de paz. Dicen que los
ángeles cantaban cuando vino el Maestro Jesús: “Gloria a Dios en las alturas y
paz en la tierra a los hombres de buena voluntad”, es decir que lo que más
pedían era paz.
Así nosotros nos
unificamos a Bhagavan Mitra Deva y Él nos va llenando el corazón de una paz
profunda.
Aun la más grande
incomprensión, la más grande ingratitud, que es lo que más duele en la tierra,
no nos conmoverá. Muchas veces no importa perder la fortuna, no importa una
enfermedad, pero sí una ingratitud, una incomprensión, mata, destruye. Por esto
es tan conveniente sumergirse en una paz profunda, que ni aun los más groseros
insultos lleguen a conmover el eje central de nuestro espíritu, que será tan
poderoso que ninguna circunstancia llegue a hacer temblar nuestro espíritu.
Esto traerá a usted
felicidad, paz y cuando pasen una situación difícil, ustedes se van a acordar
de esta sensación, van a sentir esta paz profunda y van ustedes a saber dominar
las situaciones con esta paz. Esta paz nos lleva a la gloria, es la paz que nos
hace inteligentes, la paz que nos hace activos y sanos, porque el que no tiene
paz que vibre en su cuerpo y mente, lo asaltan el temor y van enfermando de los
nervios. La paz es tan necesaria y lograda se adquiere esa tranquilidad del ser
inmutable, que no tiene arranques de iras ni tiene arranques de amor, es
siempre el mismo, es inmutable, puro y sereno.
De modo que, en
esta ceremonia de hoy día, vamos a pensar en nosotros en esta rueda de Bhagavan
Mitra Deva y vamos a pensar principalmente en esta cualidad de paz, para que Su
tranquilidad se nos pegue a nosotros, nos venga Su magnetismo, durante esta
ceremonia, cierren los ojos y se sumergen en la paz de Bhagavan Mitra Deva.
quarta-feira, 20 de julho de 2022
Sri Subbier Subramania Iyer, o Grande Ancião do Sul da Índia
Radiante perfil do
“Dharma-Rakshaka” (Defensor do Dharma) Sri Subbier Subramania Iyer, o Grande
Ancião do Sul da Índia
O primeiro episódio do
brilhante esboço autobiográfico de Sri S. Subramania Iyer, o pai do (Home Rule) Movimento de Autogoverno da Índia, eminente advogado e um
luminar multifacetado da luta libertária indiana.
Por Sandeep Balakrishna
Prefácio
A LISTA DE MEUS CRESCENTES
DÉBITOS com Shatavadhani Dr. Ganesh aumentou recentemente depois
que ele me enviou um vídeo interessante de uma excelente palestra de Sriram V,
intitulada Some Lawyers of Madras and their Cultural Influence (“Alguns
Advogados de Madras e Sua Influência Cultural”)[1]. Se nosso suposto
sistema educacional tivesse algum mínimo de sentido fundamental, tais palestras
teriam sido impressas e feitas leitura prescrita para estudantes do ensino
médio.
Entre os luminares legais e judiciários que o Sr. Sriram menciona
na palestra, o nome de Subbier Subramania Iyer (popularmente, Sir S.
Subramania Iyer) chamou a minha atenção para uma evocação bastante afetuosa: um
perfil que DVG (D. V. Gundappa, escritor indiano) escreveu sobre este baluarte.
É talvez o melhor perfil de Subramania Iyer escrito em inglês. Na verdade, é
uma guirlanda perfumada de oferta que DVG colocou aos pés de Sri Subramania
Iyer.
Cerca de meio século
separou Sri Subramania Iyer e D. V. Gundappa. Em certo sentido, DVG foi tanto o
beneficiário quanto discípulo indireto de Sri Subramania Iyer. Assim, quando
ele escreveu o esboço biográfico de Sri Iyer em 7 de junho de 1918, DVG estava
de certa forma oferecendo uma espécie de Guru Dakshina sincera,
espalhada por trinta e quatro enobrecedoras páginas. Sri Subramania Iyer viveu setenta
e seis anos, praticamente quase como um Sanyasi.
DVG escreveu em sua
capacidade múltipla como um homem de eminência pública, um editor de revistas,
um lutador da liberdade, um estadista, um legislador e um contemporâneo júnior de Sri Iyer. Esses
papéis combinados encarnados no DVG deram-lhe o tipo de autoridade que gerações
posteriores de biógrafos naturalmente não podem possuir.
A essa distância no tempo e
graças mais uma vez a um “sistema educacional” que criou ingratidão para nossos
sábios passados - mesmo da safra recente – o nome Sri Subramania Iyer nem
sequer ocorre como uma nota de rodapé em nossa memória nacional. Mas bem na
primeira década de “independência”, seu nome figurava com destaque e várias
vezes como o Pai do Home Rule (“Movimento de Autogoverno da Índia”), que
ele fundou com Annie Besant. Seu papel e os sucessos que o Movimento de Regras
Domésticas anotou naquela época foi o verdadeiro material das lendas. Sri Iyer
também conta como um dos construtores seminais que transformaram Madras em um
próspero ponto comercial, político e cultural durante o século 1860-1960. Sua
casa em essência era lar da cultura, música, aprendizado, bolsa de estudos e
publicação. Acima de tudo, ele ganhou uma residência permanente de distinção e
reverência no Coração Hindu daquele período por seu serviço instintivo de
devoção ao Dharma através de duas grandes instituições que fundou e alimentou:
o Dharma Rakshana Sabha e a Suddha Dharma Mandalam. E é o
suficiente.
Sem mais delongas, considero meu dever e com muito orgulho de ofertar este primeiro
episódio de uma série contendo excertos tirados do perfil de DVG de Sri S.
Subramania Iyer, intitulado Sri Subramania Iyer: Uma Introdução Biográfica. Algumas
mudanças estilísticas foram feitas, mas o texto original não foi alterado.
Uma feliz leitura!
– I –
O ILUSTRE PATRIOTA fornece um exemplo
evidente da verdade de que o caráter é mais do que opinião. A influência de uma ideia sobre a mente
popular depende não apenas de sua própria solidez ética ou
utilitária, mas também o valor moral e prático de seu promulgador. Assim foi
com Sir S. Subramania Iyer. Parece que os deuses em sua bondade presidiram
atentamente a vida deste grande filho da Índia e o guiaram ao longo dos
caminhos que eventualmente a trouxeram ao seu destino atual.
– II –
Sir S. Subramania
Iyer era um rapaz de 15 anos quando a Índia fez o primeiro sinal surpreendente
da sua persistência do instinto de autopreservação. O motim indiano não era, na
verdade, uma mera ascensão dos sipais[2], nem um ataque frenético
de ignorância nativa sobre a iluminação estrangeira; foi a autoafirmação da
nação contra o autoengrandecimento do poder estrangeiro.
Os anos de 1857 e 1917 - cobrindo
entre si um ciclo hindu completo - marcam dois estágios notáveis na história de
apenas um princípio, o princípio da autoconsciência nacional. Os interesses,
ideias, paixões e esperanças que eletrificaram o ar que respiramos hoje,
começaram a agitar a atmosfera em que Sir Subramania Iyer teve de passar
os anos impressionáveis da juventude.
Nascido em 1º de outubro de 1842 e
criado em meio às circunstâncias animadoras e castigadoras de uma família de
Brâmanes[3]
que havia sido poupada tanto da degradação da pobreza quanto da desmoralização
da riqueza, ele teve acesso à educação em inglês muito cedo na vida, de modo
que sua mente estava aberta em seu período formativo às influências
energizantes que o Ocidente havia introduzido. Seu pai Subbaiyer era o oficial
de confiança ou agente do Zemindar de Ramnad (Distrito de Madura), e ele era,
como sua denominação popular Suravally (redemoinho) indica, uma pessoa
de energia marcada e aptidão para assuntos práticos. Essas qualidades foram a
única fortuna que ele (desde que morreu em 1844) foi capaz de conferir ao seu
terceiro filho Subramania.
A criança de dois anos cresceu sob os cuidados de sua mãe, que viveu
para vê-lo no auge da prosperidade, e que, nos primeiros anos de sua viuvez,
teve o apoio de seu devotado primeiro filho Ramaswamy Aiyer, que subiu ao posto
de Huzur Sheristadar[4]
do Distrito de Madura. Tendo passado pelo curso fundamental primeiro em uma
escola mantida por um alfaiate, depois em uma dirigida por uma Missão Cristã, e
por último em uma aberta por um certo Krishnaswami Chettiar, o jovem Subramania
ingressou na Zilla High School[5],
em 1856. O chefe daquela instituição, o Sr. William Williams era um inglês
culto de ampla simpatia, e ele foi rápido em discernir o valor latente de seu
novo aluno. Subramania logo foi premiado com uma bolsa mensal de 5 rúpias, e
ganhando prêmio após prêmio, ele passou com sucesso no exame mais alto daquela
escola, em 1859.
Seu nome apareceu na Gazeta Oficial e chamou a atenção
do Coletor do Distrito que, ao ser questionado, soube que seu portador era
irmão de seu próprio secretário-chefe. Muito em breve, o jovem bem-sucedido foi
capaz de começar sua carreira no serviço do governo como funcionário em 20
rúpias por mês - de certa alguma uma posição insignificante naqueles dias.
Estes vários fatos servem para mostrar que o personagem de Subramania
Iyer foi moldado em nenhum ambiente maçante ou langoroso. O acesso a novos
caminhos mentais, um generoso incentivo ao esforço próprio e um contato íntimo
com a vida geral do país - essas eram as vantagens que ele tinha no período
mais plástico da vida.
Continua.
Fonte:
https://www.dharmadispatch.in/author/sandeep-balakrishna
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Texto traduzido a partir do original em inglês por Jaimini Dasa (Robson
Gimenes),
Emissário(Acharya), do Ashram Sarva Mangalam, da Suddha Dharma Mandalam.
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https://www.dharmadispatch.in/culture/a-radiant-profile-of-dharma-rakshaka-sri-subbier-subramania-iyer-the-grand-old-man-of-south-india?fbclid=IwAR13nQpXlKvPBZFu4QsB3z8DQRqNyTsjohLExkdBCO-L1cZOTJoeCrV6Hg4
[1] Eis o link da palestra: https://www.youtube.com/watch?v=eCXWSr5clk8
[2]
Sepoys:
os sipais eram soldados indianos que serviam no exército da Companhia Britânica
das Índias Orientais.
[3]
A mais alta das castas da Índia.
[4]
Um alto funcionário público local.
[5]
Escola de nível médio atual (o nosso antigo
colegial).
O serviço de Sri S. Subramania Iyer ao Dharma Rakshana Sabha
O serviço de Sri S. Subramania Iyer ao Dharma Rakshana Sabha
Neste episódio, temos um
vislumbre do serviço dedicado do Sri S. Subramania Iyer ao Dharma Rakshana
Sabha para reformar a gestão dos templos.
Por Sandeep Balakrishna
APESAR DE POSSUIR UM PROBLEMA OCULAR PERSISTENTE —
em vez disso, devido a uma consciência muito sensível, S. Subramania Iyer pediu
permissão para se aposentar do serviço, o que ele fez em 13 de novembro de
1907. Ele poderia facilmente ter estendido por mais oito meses e conseguiria
ganhar uma pensão anual de 1.200 libras, em vez das atuais 880 libras. O Dirigente
do Conselho, em um Diário Extraordinário, registrou o seu apreço pelos “serviços
eminentes”, prestados por Sir S. Subramania Iyer, K.C.I.E.[1], durante seu longo mandato
como Juiz da Suprema Corte. Foi ainda dito:
As altas qualidades
jurídicas, a independência de caráter e o profundo aprendizado que ele sempre
demonstrou ao longo de sua longa carreira lhe renderam um nome que por muito
tempo será mantido em reverência e estima pelo Governo e pelo público.
Em 1896,
ele havia sido feito um Dewan Bahadur[2]; algum tempo depois, foi
elevado a Companheiro da Ordem do Império Britânico; e, em 1900, recebeu a
investidura de K.C.I.E. (“Cavaleiro-Comandante da Ordem do Império
Indiano”), com direito de usar o título de “Sir”. Ele fez um discurso
inspirador aos graduados do ano na Convocação da Universidade de Madras, em cujo
bem-estar ele sempre teve um especial e pessoal interesse pessoal. Ele defendeu
o abrandamento dos encargos dos alunos, para a minimização dos problemas do
exame, para a difusão da cultura liberal e a extensão do ensino superior. Tais
serviços para a Universidade tiveram um forte apreço e assim ele foi honrado
com o cargo de Vice-Chanceler, uma honra nunca estendida a um indiano até
então.
– VII –
Nos anos anteriores da aposentadoria, o impulso que
buscava se realizar era o impulso soberano da alma. De fato, sua paixão pelas
coisas do espírito pode-se dizer que estavam no fundo de todas as outras
paixões de alta ascensão de sua vida. Dedicado como sempre, foi ao estudo das
escrituras antigas de sua religião e ao desenrolar de seus mistérios, ele
poderia dar mais tempo à contemplação de suas verdades e ao cultivo de seus
ascetismos agora que o manto do cargo tinha sido finalmente jogado fora. Mas o
feitiço do Yoga não poderia durar por muito tempo. Para nenhuma alma profunda,
a religião jamais significou o abandono de toda a preocupação com os males dos
semelhantes. Pelo contrário, parecia a todas essas almas que a religião seria
uma coisa totalmente estéril e inútil - um mero alívio para silenciar a
consciência - se não resulte em uma busca frenética da tarefa de
aperfeiçoamento humano.
Dharma Rakshana Sabha
É o zelo religioso de SIR SUBRAMANIA AIYER que deu permanência ao
seu interesse na reforma do sistema de administração de doações religiosas e de
caridade, e o levou a organizar e dirigir o Dharma Rakshana Sabha, que
era um órgão registrado e reconhecido para checar e as contas e relatar a
condição dos templos e instituições de caridade. É o mesmo zelo que inspirou
seus apelos comoventes para a liberalização das instituições sociais hindus, e
o levou a organizar conferências dos Pandits — como as realizadas em
Conjeevaram e Tiruvadi, para modernizar sua perspectiva sobre a vida. É o mesmo
zelo que respira em suas mensagens para a juventude do país. É, mais uma vez, o
mesmo zelo que está mantendo sua fé no valor potente do nacionalismo indiano
como uma força para o bem da raça. É o mesmo zelo que garantiu sua lealdade à
causa da democracia que lhe é nada mais do que o trabalho prático fora do
princípio sagrado da fraternidade. É, naturalmente, o mesmo zelo religioso que
o levou a seguir em frente para tomar o lugar que ele poderia ter tomado entre
as forças do Home Rule (Movimento de Autogoverno da Índia) com a maior
consequência possível.
Ele que tinha assistido ao nascimento do Congresso em 1884, retornou ao
seu serviço em 1914, como presidente do Comitê de Recepção, em Madras.
O que o profeta inicia, o estadista consuma: martírio e oportunismo (no
melhor sentido) são processos complementares no progresso da reforma. Para Sir
S. Subramania Iyer pertence à distinção de estar entre aqueles a quem o destino
nomeia.
A Pátria é seu principal interesse. Política é apenas um dos meios.
Geralmente, toda a vida de um grande homem é considerada dominada ou
permeada por uma qualidade imponente da cabeça ou do coração. Pode ser força de
vontade, pode ser ousadia intelectual, pode ser a busca de um ideal
desconhecido, pode ser filantropia, pode até ser o desejo de popularidade ou de
fama. No caso de Sir Subramania Aiyer, é magnanimidade. É sua natureza
ser magnânimo. Mesmo suas falhas aparentes devem ser atribuídas a essa nobreza
natural e imutável da alma. Ele ajudou a um grande número de jovens a se
educar; e, de fato, nenhum aluno em dificuldades jamais foi até ele sem obter
os meios necessários de alívio.
O Ranganatha Mudaliyar Memorial Hostel, agora chamado Victoria
Hostel, deve sua existência à sua iniciativa, que, naturalmente, foi apoiada
por uma bela assinatura. Enquanto ele liderava o tribunal, seus subalternos tiveram
uma ampla participação em sua prosperidade, e foi sua mão que levantou o finado
Sr. P. B. Sundara Iyer e o finado Sr. Y. Krishnaswami Iyer da obscuridade
comparativa à eminência que eles finalmente ocuparam. O falecido Swami
Vivekananda, quando seu objeto era tudo menos para louvar teosofistas, sentiu
que era necessário falar do
MM. Juiz Subramania Iyer
a quem minha mais profunda gratidão é devida. Ele tem a visão de gênio, e é um
dos amigos mais importantes que tenho nesta vida, um verdadeiro amigo, de fato,
um verdadeiro filho da Índia.
Uma natureza tão sem arte, tão sincera e tão ardente em sua devoção deve
necessariamente ser tão rápida para ser movida à indignação. Uma vez que toda a
fala prossegue em tal caso fora da plenitude do coração, a expressão da
desaprovação deve ser tão boca cheia quanto a expressão de simpatia ou apreço.
Daí a nota ocasional de veemência no discurso de Sir Subramania Iyer,
quando diz respeito àqueles que lhe parecem estar entre o país e o que ele
considera ser seu destino legítimo.
Continua
Fonte: https://www.dharmadispatch.in/author/sandeep-balakrishna
[1]
O título foi concedido pelo governo de Sua Majestade a Rainha Vitória, por uma
indicação do Vice-Rei da Índia, o Lord Curzon, em 1900.
[2]
Dewan Bahadur ou Diwan Bahadur foi um título de alta honra
concedido pelo governo britânico na Índia. Era concedido a indivíduos que
desempenharam um serviço fiel ou atos de bem-estar público à nação. Poucas
pessoas ilustres tiveram a honra de recebê-lo. Os agraciados em sua maioria
eram os governantes dos principados do Império Indiano (Marajás, Rajás,
Primeiros-Ministros etc.).
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Texto traduzido a partir do
original em inglês por Jaimini Dasa (Robson Gimenes),
Emissário (Acharya), do
Ashram Sarva Mangalam, da Suddha Dharma Mandalam.
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https://www.dharmadispatch.in/culture/sri-s-subramania-iyers-service-to-the-dharma-rakshana-sabha?fbclid=IwAR0_yo64YoILrZ9VYjZKGAlXgkqrvmuMum6HziFQBGx0-ISCJuLwbaZLgbw
quarta-feira, 13 de julho de 2022
Guru Purnima Puja
Hoje, dia 13 de julho, é um dia muito especial chamado GURU PURNIMA.
Cada tradição possui uma forma de contemplar e agradecer sua linhagem de GURUS (mestres e professores) ...
No Suddha Dharma Mandalam não é diferente, possui sua metodologia própria, pois de acordo com as lições e sistemas que o Dasa (devoto) vai recebendo vai tendo contato com todos os detalhes e toda a linhagem de Gurus representativos da SDM e assim podemos não só os agradecer mas tbm ter contato com Eles.
Asmat Gurubhyo Namah:
Asmat Parama Gurubhyo Namah:
Asmat Sarva Gurubhyo Namah:
Representando aqui toda essa linhagem numa forma mais externa, nada melhor que o Yantra de Mitra Deva, que em Sânscrito descreve todos os detalhes, silabas e outros detalhes dessa linhagem e acima de tudo, representa o nosso Guru maior manifestado Sri Bhagavan Mitra Deva.
Que nesse dia possamos meditar, fazer nossas preces, rituais e tals, agradecendo nossos professores, mestres, gurus, acharyas, swamis, babas, rishis e assim por diante..... que trabalharam incansavelmente em prol do Sanatana Dharma... e é graças a estes movimentos que este vasto conhecimento chegou até os dias atuais.
Obrigado a todos os mestres e professores que tive até hj, que me ensinaram através do conhecimento e do exemplo.... e agradeço desde já, aos muitos que ainda irei conhecer !
Guru Purnima Ki Jaya !
SUBHAMASTU SARVA JAGATAM
OM NAMAH SRI PARAMA RISHIBHYO YOGUIBHIYAH:
Um Abraço do amigo Erick G. Schulz
(Jnana Dhatha Acharya do SDM - Ashram "Sarva Mangalam")
segunda-feira, 4 de julho de 2022
OS SONHOS DE VIDAS PASSADAS
Don Benjamin Gúsman Valenzuela
Sri Vájera Yogui Dasa (Autoridade Iniciática Ocidental do SDM)
Pergunta: A quarta classe em que os sonhos foram divididos,
isto é, sonhos proféticos, tem mais atração para mim. Você não acha
extraordinário que o que nós sonhamos agora se realize exatamente igual dois ou
mais anos depois? Que esses mesmos sonhos nos previnam de males ou nos guiem ao
sucesso?
Resposta: Não há dúvida de que os sonhos proféticos são
muito importantes, mas você verá que o mais interessante é a quinta e última
subdivisão. É claro que essa fase da ciência dos sonhos é difícil de ser
provada pelos seres do mundo corrente. Vou começar essa explicação contando uma
experiência minha.
Quando criança, eu costumava ter um pesadelo terrível. Foi
repetido para mim com um intervalo de dois ou três anos. No começo desse
pesadelo, eu disse a mim mesmo no mesmo sonho: "Isso eu já sonhei". E
como a visão era assustadora, repeti a mim mesmo: "Isso é assustador, eu
não quero sonhar de novo." Mas parece que o registro gravado em minha alma
foi forçado a terminar seu desenvolvimento por uma força oculta interna. Apesar
do imenso esforço que eu fazia para impedir a repetição da marcha das visões
desagradáveis, com suas respectivas sensações e pensamentos, o pesadelo se
realizava até terminar completamente seu desenlace.
O sonho se tratava do seguinte: eu me via passar por uma
floresta enorme, acompanhado de um amigo. Em uma parte do caminho eu via uma
cobra que pula sobre mim e me morde, inoculando em mim seu veneno mortal. Eu
também vi que meu amigo corre onde eu estou, com o propósito de me defender e
matar a cobra. Mas, infelizmente, a víbora também pula nele e o morde.
Eu, como se realmente estivesse vivendo isso, me sentia
morrendo e, com grande desespero, gritava chamando a minha mãe. Eu perdi o
conhecimento. Era a morte. Naquele momento, eu acordei banhada em transpiração,
com meu coração batendo intensamente e todo o meu “Eu” envolvido em terror.
Passaram-se muitos anos e eu já tinha uns quarenta anos,
quando, por conta de uma iniciação especial, os Mestres da Mandalam, através de
seus poderes místicos, examinaram minhas vidas passadas. Ao fazer exame tão
transcendente, uma noite eu tornei a sonhar o pesadelo da serpente, com uma
série de detalhes, interessantes apenas para mim, e qual não foi minha surpresa
ao receber dias depois uma carta do mestre iniciador Srinivasachariar, que me
comunicava o resultado do exame da minha vida anterior. Nessa carta, que eu
mantenho como relíquia, os Mestres, ao descrever minha existência anterior, me
relatam a morte que eu tive na minha vida anterior e este relato era
consistente com o pesadelo que, com tanto horror, foi repetido para mim desde a
minha infância. E o mais surpreendente é que eu nunca havia comunicado tal
sonho a ninguém e aquele que me escreveu morava do outro lado do mundo. Depois
disso, estudando os livros sagrados da Índia, cheguei à conclusãode que, quando
um sonho se repete da mesma forma, é quase certo que se trata de memória
espiritual de uma experiência de vidas passadas.
Pergunta: Diga-me ... como essas memórias de vidas passadas
são produzidas se o ego ou espírito está encarnado em um novo corpo e,
portanto, tem outro cérebro?
Resposta: Memória, inteligência e vontade são as três
grandes faculdades do espírito. O cérebro físico não tem qualquer faculdade, é
apenas o instrumento ou veículo onde a alma manifesta as qualidades do
espírito. Quando o cérebro físico é ferido ou intoxicado, a memória que pode
ser transmitida pelo espírito, através desse veículo material, é obstruída.
Pergunta: Então, a memória só está no espírito?
Resposta: Sem espírito ou, como um brâmane diria, sem o Atma
não há vida. O Atma ou vida se manifesta através de formas como: memória,
inteligência, vontade e atividade. O Atma é o Indivíduo Eterno, ou seja, é o
disco espiritual indestrutível que registra e preserva todos os eventos que
acontecem a um ser na vida. O Atma ou Purusha, como também é chamado, registra
até os pensamentos mais insignificantes. Tudo o que sentimos, vimos, ouvimos,
comemos ou provamos permanece indelevelmente inscrito no Ego por toda a
eternidade. Quando algum alto iniciado entra em contato com uma faceta daquele
repositório de memória, ele vê, sente e entende o passado como se realmente
estivesse vivendo naquele exato momento.
Este é o caso de Teresa Neuman, a alemã estigmatizada.
Naturalmente, há cenas de vidas passadas que, devido à maior força com que
foram impressas, destacam-se acima das outras ou antes das mais fracas. Essas
experiências ou eventos registrados em nosso Purusha, com maior intensidade,
são os que afloram primeiro, geralmente de forma espontânea quando meditamos, enquanto
dormimos ou quando somos submetidos à regressão de memória mediante o
hipnotismo ou catalepsia.
Mas, os grandes iniciados que receberam a Diksha Yoga Devi
podem lembrar, com perfeita clareza, várias encarnações passadas com apenas um
esforço de vontade. Dessa forma, eles sabem quem foram em outras vidas, onde
viveram e o que fizeram.
Mesmo que não corresponda ao tema dos sonhos repetidos,
sobre os quais estamos falando agora; no entanto, acho conveniente dizer que
quem quer que tenha o domínio de examinar seu próprio espírito e examinar suas
vidas passadas, também pode fazê-lo com os demais homens. Eu lembro que Jesus
Cristo perguntou aos seus discípulos: Quem os homens dizem que eu sou? E um
respondeu: "Você era Elijah". Outro disse: "João Batista", e
eles continuaram a nomear outros profetas do passado. E Jesus, sabendo quem ele
era antes, negava os nomes equivocados, até que sua verdadeira identidade foi
apontada a ele. Um grande Mestre pode examinar no Atma as diferentes
reencarnações de nosso espírito e revelar para nós quem fomos antes. Por
enquanto, só quero dizer que os sonhos que se repetem com insistência, quase
certamente, são memórias de passagens culminantes de nossas vidas anteriores.
Pergunta: Que explicação notável para um mistério tão oculto.
Resposta: O conhecimento desses fatos traz à nossa
consciência a imensa satisfação de nos saber eternos em termos de indivíduos
espirituais. E que tudo o que somos é o resultado da maior ou menor pureza e
ação de nosso ser através das formas materiais que são organizadas na vida
visível. Daí o fato da herança física e espiritual. Essas duas heranças serão
tratadas quando analisarmos o tema das reencarnações.
Tradução de:
Acharya, Vidya Vinayaka Dasa
Augusto Simões Cunha
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LOS SUEÑOS DE VIDAS PASADAS (3° parte)
Don Benjamin Gúsman Valenzuela
Sri Vájera Yogui Dasa (Autoridade Iniciática Ocidental do SDM)
Pregunta: La cuarta clase en que se dividió los sueños, es
decir los sueños Proféticos,
tiene mayor atracción para mí, ¿No le parece extraordinario
que lo que hemos soñado ahora, se realice exactamente igual dos o más años
después? ¿Qué esos mismos sueños nos prevengan de males o nos guíen al éxito?
Respuesta: No hay duda que los sueños proféticos tienen gran
importancia, pera ya verá
usted, cuanto más interesante es la quinta y última
sub-división. Claro que esta fase de la ciencia de los sueños es difícil que la
comprueben los seres del mundo corriente. Comenzaré esta explicación relatando
una experiencia mía.
Yo, cuando niño, solía tener una tremenda pesadilla. Se me
repetía con intervalo de dos o tres años. Al comenzar dicha pesadilla, yo me
decía en el mismo sueño: “Esto ya lo he soñado”. Y como la visión era
espantosa, yo mismo repetía. “Esto es tremendo, no quiero volver a soñarlo”.
Pero parece que el disco grabado en mi alma era forzado a terminar su
desarrollo por una interna fuerza oculta. A pesar del inmenso esfuerzo que
hacía para detener la repetición de la marcha de las desagradables visiones con
sus respectivas sensaciones y pensamientos, la pesadilla se realizaba hasta
terminar completamente su desenlace.
Se trataba de esto: me veía ir por un bosque inmenso,
acompañado de un amigo. En una parte del sendero veo una culebra que salta
sobre mí y me muerde, inoculándome su mortífero veneno. Vi también que mi amigo
corre donde estoy, con el propósito de defenderme y matar a la serpiente. Más,
desgraciadamente, la víbora salta también sobre él y lo muerde.
Yo, tal como si lo estuviera realmente viviendo, me sentía,
morir y, con gran desesperación, gritaba llamando a mi madre. Perdía el
conocimiento. Era la muerte. En ese momento despertaba bañado de transpiración,
con el corazón latiendo intensamente y todo mi Yo envuelto por el terror.
Pasaron así muchos años y yo tendría ya unos cuarenta años,
cuando por motivo de una iniciación especial, los Maestros del Mandalam, por
medio de sus místicos poderes, examinaron mis vidas pasadas. Al hacer tan
trascendente examen, una noche volví a soñar la pesadilla de la serpiente, con
una serie de detalles, solamente interesantes para mí, y, cuál no sería mi
sorpresa, al recibir días después una carta aérea del Iniciador
Srinivasachariar, el cual me comunicaba el resultado del examen de mi vida
anterior. En esa carta, que conservo como reliquia, al describir los Maestros
mi anterior existencia, me relatan la muerte que yo tuve en mi vida anterior y
dicho relato concordaba con la pesadilla que, con tanto espanto se me repetía
desde mi niñez. Y lo asombroso es que yo nunca había comunicado a nadie tal
sueño y el que me escribía, vivía al otro lado del mundo. Después de esto,
estudiando los libros sagrados de la India, llegue al conocimiento de que
cuando un sueño se repite en idéntica forma, es casi seguro que se trata del
recuerdo espiritual de alguna experiencia de vidas pasadas.
Pregunta: Dígame… ¿cómo se producen esos recuerdos de las
vidas pasadas si el ego o espíritu está encarnado en un nuevo cuerpo y por lo
tanto posee otro cerebro?
Respuesta: La memoria, la inteligencia y la voluntad son las
tres grandes facultades del espíritu. El cerebro físico no tiene ninguna
facultad, es solamente el instrumento o vehículo donde el alma manifiesta las
cualidades del espíritu. Cuando el cerebro físico se lesiona o intoxica, la
memoria que puede transmitir el espíritu, a través de ese vehículo material se
entorpece.
Pregunta: Entonces, ¿La memoria solo radica en el espíritu?
Respuesta: Sin espíritu o como diría un Brahman, sin Atma no
hay vida. El Atma o la vida se manifiesta a través de las formas como: Memoria,
inteligencia, voluntad y actividad. El Atma es el Eterno Individuo, es decir es
el Indestructible disco espiritual que registra y conserva grabados todos los
acontecimientos que le suceden a un ser en la vida. El Atma o Purusha, como
también es denominado, registra hasta los más insignificantes pensamientos.
Todo lo que hemos sentido, visto, oído, palpado o gustado, queda indeleblemente
inscrito en el Ego por toda la eternidad. Cuando algún alto Iniciado toma
contacto con una faceta de ese repositorio de la memoria, ve, siente y
comprende el pasado como si realmente lo estuviera viviendo en ese preciso
instante.
Es el caso de Teresa Neuman, la estigmatizada alemana.
Naturalmente, hay escenas de las vidas pasadas que, debido a la mayor fuerza
con que fueron impresas, resaltan sobre las otras o antes que las más débiles.
Esas experiencias o acontecimientos grabados en nuestro Purusha, con mayor
intensidad, son los que afloran primero, generalmente, en forma espontánea
cuando meditamos, mientras dormimos o cuando se nos somete a la regresión de la
memoria mediante el hipnotismo o catalepsia.
Pero, los grandes iniciados que han recibido la Yoga Devi
Diksha pueden recordar con perfecta claridad, varias encarnaciones pasadas con
sólo un esfuerzo de voluntad. De esa manera, ellos saben quiénes han sido en
otras vidas, donde han vivido y lo que han hecho.
Aun cuando no corresponda al tema de los sueños repetidos,
sobre los que estamos hablando ahora; sin embargo, creo conveniente decir que
quien alcanza la maestría de examinar su propio espíritu y escudriñar sus vidas
anteriores, también puede hacerlo con los demás hombres. Recuerdo que
Jesucristo preguntó a sus discípulos: ¿Quién dicen los hombres que soy Yo? Y
uno respondió: “Tú fuiste Elías”. Otro dijo: “Juan el Bautista”, y continuaron
nombrando otros profetas del pasado. Y Jesús, sabedor de quien había sido
antes, negaba los nombres equivocados, hasta que su verdadera identidad le fue
señalada. Un gran Maestro puede examinar en el Atma las diferentes
reencarnaciones de nuestro espíritu y revelarnos quienes hemos sido antes. Por
el momento, solo quiero decir que los sueños que se repiten con insistencia,
casi con seguridad son recuerdos de culminantes pasajes de nuestras vidas
anteriores.
Pregunta: Que notable explicación de tan oculto misterio.
Respuesta: El conocimiento de estos hechos trae a nuestra
conciencia la satisfacción inmensa de sabernos eternos en cuanto a individuos
espirituales. Y que todo lo que somos es el resultado de la mayor o menor
pureza y actuación de nuestro ser a través de las formas materiales que se
organizan en la vida visible. De aquí se deduce el hecho de la herencia física
y espiritual. Estas dos herencias serán tratadas cuando analicemos el tema de
las reencarnaciones.

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