Esta escola nos leva para um caminho de autoconhecimento objetivando nossa autorrealização, por direções simples e sintéticas através do Supremo Absoluto ! Rua: Coriolano 169/171 Bairro: Pompéia - São Paulo/SP Cel: 9 9889 0649 ------------------------------- A Suddha Dharma é a fonte das religiões do mundo que nutriram no passado e continuam a nutrir atualmente as sagradas aspirações da humanidade. Ela é a raiz da Luz. (Marinês Peçanha de Figueiredo)
sexta-feira, 30 de setembro de 2022
quinta-feira, 22 de setembro de 2022
Navaratri Puja ou Dasara –Homenagem ao Aspecto Feminino da Divindade
Navaratri Puja ou Dasara –
Namaskaram ,
Homenagem ao Aspecto Feminino da Divindade
(10 dias consecutivos com Rituais)
Este ano estaremos realizando esta Novena a partir de 26 de Setembro até 05 de Outubro.
-Os três primeiros dias dedicados a Devi em seu aspecto de “Maha Durga”.
Maha Durga (a grande Durga) é a Shakti (energia feminina ou consorte) do Senhor Shiva, aquele que corresponde ao segundo aspecto da Trimurti (Trindade Hindu) e representa os aspectos de Destruição e Transformação de D’eus.
Sendo assim, Ela manifesta o Poder Transformador de Shiva, que é a característica da Guna chamada Tamas (que é uma das qualidades da matéria que trabalha especificamente com a nossa inércia), representada pela cor preta.
Durga vence a escuridão, destruindo a ignorância para que a transformação possa ocorrer.
Ela é Aquela que remove os obstáculos !
Repetir a cada dia 108x este Mantra: “ Om Dum Dhurgaye Namaha"
-Os outros três dias seguintes, dedicados a Devi em seu aspecto de “Maha Lakshmi”.
Maha Lakshmi (a grande Lakshmi) é a Shakti (energia feminina ou consorte) do Senhor Vishnu, aquele que corresponde ao primeiro aspecto da Trimurti (Trindade Hindu) e representa os aspectos de Preservação e Conservação de D’eus.
Sendo assim, Ela manifesta o Poder Mantenedor de Vishnu, que é a característica da Guna chamada Rajas (que é uma das qualidades da matéria que trabalha especificamente com o movimento ), necessária para garantir a preservação da Criação.
Lakshmi simboliza o poder do puro pensamento, a encarnação do amor e a misericórdia.
Ela é Aquela que promove prosperidade.
Repetir a cada dia 108x este Mantra: “Om Srim Maha Lakshimyei Namaha"
-Nos últimos três dias (formando assim uma novena), dedicados a Devi em seu aspecto “Maha Sarasvasti”.
Maha Sarasvati (a grande Sarasvati) literalmente, "aquela que flui", é a Shakti (energia feminina ou consorte) do Senhor Brahma, aquele que corresponde ao terceiro aspecto da Trimurti (Trindade Hindu) e representa o aspecto de Criação de D’eus.
Sendo assim, Ela manifesta o Poder Criador de Brahma, que é a característica da Guna chamada Satvica (que é uma das qualidades da matéria que trabalha especificamente com o equilíbrio e pureza), qualidades estas necessárias a manifestação de Sabedoria em cada um de nós.
Representada pela cor branca, Sarasvati também simboliza a boca e a pureza da fala (que confere poder à palavra proferida).
Sarasvati é considerada a Deusa das Ciências, das Artes e da Sabedoria.
Repetir a cada dia 108x este Mantra: “Om Aim Sarasvatyai Namaha"
-Último dia, dia de festa !
O aspecto Supremo deste Festival acontece no décimo dia, conhecido como “Vijaya Dasami “ou “Dia da Glória”.
Maha Shakti Devi (a grande Deusa ou Supremo Poder), como Fonte de Toda Manifestação Feminina no Universo, conserva em Si mesma as qualidades de todas Elas !!!!!
Como Atma Shakti, a mais elevada forma de Shakti (energia) Ela se apresenta com o poder do conhecimento, da vontade e da ação, vivenciados na síntese.
No aspecto “Maha Devi”, está contida Nela, a manifestação de todas as “Devis”, como Durga, Lakshmi, Sarasvati, Kali, Ísis, Mãe Maria, Iemanjá, Oxum, Freya e etc....
Como Sri Yoga Devi, Ela é Maheswari, a Grande Energia Cósmica, representando o Sutratma ou Alma-Fio, que representa a união de todos os Seres e todas as coisas no Universo!!!!!
Sua graça é ilimitada;
Sua misericórdia é ilimitada;
Seu conhecimento é infinito;
Seu poder é incomensurável;
Sua glória e inefável;
Seu esplendor é indescritível.
Repetir neste dia 108x este Mantra: "Om Hrim Srim Klim Aim Sauh Yoga Deviay Namaha"
O Suddha Dharma Mandalam de São Paulo, transmitirá estes 10 dias de Puja totalmente online, pelo canal do Youtube do Ashram Sarva Mangalam:
https://studio.youtube.com/channel/UCxI9hXJ1rCS6AWZq32zC_3g
E tbm pelo canal do Youtube do Instituto Naradeva Shala:
https://studio.youtube.com/channel/UCg27RQbUBhy0B3F8ZwYhQWg
Horários deste Festival: dias de semana, as 20hs
Sábado e Domingo, as 16hs
Obs: Escolha em único pedido e o faça todos os dias durante esta novena !
Venha com a gente com o coração aberto e seguro da Força Sagrada do Divino !
Este é o momento, desfrute desta oportunidade oferecida pelo Universo....
ESTÁ FEITO !
ASSIM É !
Dharmameva Jayathe !!!!!!!
Sempre servidora,
Devi Marga Dasika,
sexta-feira, 29 de julho de 2022
CONCEITO SOBRE DEUS.
CONCEITO SOBRE DEUS.
Por Benjamín Guzmán Valenzuela
(Sri Vájera Yogui Dasa)
Quando se diz Deus, não devemos imaginar um ser com forma,
mas sim um Espírito que está através de todo o Universo.
Mas existe o hábito de imaginarmos Deus como um homem e não
só com a forma de homem, mas com qualidades de homem.
Assim tem pessoas que pensam que Deus é
um ser vingativo, que pune pelo gosto de punir uma falta, sem levar em seu
pensamento a ideia da correção do castigo.
Por exemplo: um castigo eterno, que leva
o ser para um inferno do qual o condenado nunca sairá.
A vingança não leva a correção dos atos, muito melhor um distanciamento
daquilo que nos torna inferior, de ser bárbaro, do que se vingar do mal com uma punição severa.
Outros tem o pensamento de que Deus é um Ser bravo continuamente, raivoso e que
descarrega essa ira sobre os homens, sobre os povos e isto porque vão aplicando
as qualidades dos homens a este Ser Divino, como consequência de que é a nossa
imagem, por isto, estas palavras de que Deus é à nossa imagem, deve ser
claramente entendida para não cair no erro de colocar qualidades a Deus, porque
Deus transcende, supera todas as qualidades e estando acima delas, é
transcendente.
Deus não é bom nem mau, está livre de criar méritos para si,
nem adquirir maior glória por isto ou aquilo, e que se lhe falta glória, nós
poderíamos Lhe dar.
A Deus jamais falta glória, nem méritos, transcende essas qualidades, é
Absoluto, é Imutável, é Invariável, pela singela razão de Deus ser a
Consciência do Universo, não um ser.
É a vida que palpita em todos os lugares, é a vida que vibra em nosso coração.
Assim como nossa vida particular, microscópica está trancada
dentro do nosso ser, a consciência que dirige todo nosso corpo, nossos
músculos, nossos ossos, nossos movimentos, nossos pensamentos, estão dirigidas
por uma Consciência Central, todo nosso corpo está cheio de vida do espírito
interior; assim é a semelhança de Deus, a Consciência de Deus, o espírito de
Deus está em todos os átomos do mundo, do Universo, não como um ser, mas sim
como o espírito está em nosso corpo, o Espírito de Deus, está em todo o corpo
cósmico.
Então, quando se pensa em Deus, tente sentir o espírito
próprio, o espírito individual unificado a Deus, é dizer que o nosso espírito é
como se fosse uma gotinha de azeite que se espalha no azeite Universal, nossa
gotinha de azeite se mistura em todo o universo, sem desengatar o eixo central
do nosso eu pessoal, cujo eixo está aqui, mas cujos raios da roda vão se ampliando
para o infinito, unificando-se à roda cósmica.
Essa roda cósmica, é aquela que tem a Suprema Energia, a
Suprema Inteligência, o Supremo Poder, ela dá movimento as engrenagens do
Universo, mas a roda cósmica é infinita, imóvel, de maneira que, se vocês
pensarem em Deus, pense pois em unificar-se a este Espírito, adorar a Deus em Espírito,
não adorar a Deus em forma de ser.
Dessas rodas que vão unificadas à roda cósmica, há algumas
que apenas começam a andar; há algumas que são rodas grandes, que podem fazer
grandes trabalhos, suportar grandes pesos e se ocupam para ajudar as
engrenagens e eixos das rodinhas menores.
Diz-se que atualmente, uma destas grandes rodas, que gira na
evolução deste planeta, está pronta para trabalhar entre nós humanos;
A esta roda é chamada de Mestre Bhagavan
Mitra Deva e diz-se, que os raios deste eixo, desta roda, de Bhagavan Mitra
Deva, já são tão poderosos que abarcam a terra inteira.
Magnéticamente, a consciência deste ser, deste novo profeta,
deste novo Senhor Redentor da nossa época (que vocês compreendem que é preciso,
pois o mundo sofre de uma era de guerra e uma crise formidável, além da
degeneração dos costumes) é necessário a vinda de um Grande Ser, de uma grande
roda, que nos ensine a girar retamente, sem sairmos da via em que se deve seguir.
Pois bem, esse raio, a roda da consciência de Bhagavan Mitra
Deva, atualmente está dentro de nós, e Ele, mesmo que seja um Ser Superior, não
é de forma alguma o Deus da Consciência Cósmica de que estava falando, são
deuses menores.
Também a Sri Yoga Devi é dado o nome de Deus que quer dizer
Divina, mas de forma alguma se deve entender que este Ser apenas individual e
pessoal, vá ser o Deus Cósmico, ou seja o Supremo Deus, entenda-se claro, são
rodas , mas nem pensar em rodas cósmicas.
Nós com nossa vontade, podemos entrar magnéticamente em
contato e receber a força, a ajuda desses Seres conforme seja nossa intenção,
nossa vocação.
Nesta cerimônia, invocaremos a força e o poder de Bhagavan
Mitra Deva e tentaremos entrar em contato com Ele para ampliarmos nossa inteligência;
entrar em uma paz profunda, que não nos permita em sermos incomodados em nada.
Sem paz não há progresso, por isso é tão necessário se impregnar de paz.
Dizem que os anjos cantavam quando veio
o Mestre Jesus: ′′ Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa
vontade ", ou seja, o que mais pediam era paz.
Assim nós nos unificamos a Bhagavan Mitra Deva e Ele vai nos
preenchendo o coração de uma paz profunda.
Ainda a maior incompreensão, a maior ingratidão, que é o que
mais dói na terra, não nos comoverá.
Muitas vezes não importa perder a
fortuna, não importa uma doença, mas sim uma ingratidão, uma incompreensão,
mata, destrói.
Por isso é tão conveniente mergulhar numa paz profunda, que nem mesmo os mais
grosseiros insultos chegam a comover o eixo central do nosso espírito, que será
tão poderoso que nenhuma circunstância da vida enfraquecerá nosso espírito.
Isso trará a você felicidade, paz e quando passarem uma
situação difícil, vocês vão se lembrar desta sensação, vão sentir esta paz
profunda e assim saberão dominar as situações com esta paz.
Esta paz nos leva à glória, é a paz que nos torna inteligentes, a paz que nos
faz ativos e saudáveis, porque aquele que não tem paz vibracional em seu corpo
e mente, são tomados pelo medo e assim adoecem dos nervos.
A paz tão necessária e conquistada, adquire-se pela tranquilidade do ser
imutável, que não tem impulsos de iras nem tem impulsos de amor, é sempre o
mesmo, é imutável, puro e sereno.
Então, nesta cerimónia de hoje, vamos pensar em nós nesta
roda de Bhagavan Mitra Deva e vamos pensar principalmente nesta qualidade de
paz, para que a sua tranquilidade seja colada a nós.
Que venha a nós, o seu magnetismo durante esta cerimónia.
Fechem os olhos e mergulhem na paz de
Bhagavan Mitra Deva.
Revisão feita por:
Jnana Datha Acharya, Devi Marga Dasika
Margareth Gonçalves
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CONCEPTO ACERCA DE DIOS
Por Benjamín Guzmán
Valenzuela
Cuando se dice
Dios, no debemos nosotros imaginarnos un ser con forma, sino un Espíritu que
está a través de todo el Universo.
Pero existe la
costumbre de imaginarnos a Dios como un hombre, y no sólo con la forma de
hombre, sino con cualidades de hombre. Así hay personas que piensan que Dios,
es un ser vengativo que castiga por el gusto de castigar una falta, sin llevar
en su pensamiento la idea de la corrección del castigado. Por ejemplo: un
castigo eterno, que entra el ser a un infierno del cual el condenado no sale
jamás.
La venganza no
lleva por fin el corregir, sino más bien un cierto desquite de ser inferior, de
ser bárbaro, de vengarse del mal con un castigo severo. Otros llevan el
pensamiento de que Dios es un Ser airado continuamente, que tiene ira y esta
ira la descarga sobre los hombres, sobre los pueblos y esto porque van
aplicando las cualidades de los hombres a este Ser Divino, como consecuencia de
que es a nuestra imagen, por esto, estas palabras de que Dios es a nuestra
imagen, debe entenderse claramente para no caer en el error de poner cualidades
a Dios, porque Dios trasciende, supera todas las cualidades, está sobre ellas,
es trascendente.
Dios no es bueno ni
malo, está libre de méritos, Dios no puede hacer méritos ni tener mayor gloria
porque querría decir aquello, que a dios le falta gloria y que nosotros
podríamos dársela. A Dios jamás le falta gloria, ni méritos, trasciende estas
cualidades, es Absoluto, es Inmutable, es Invariable, por la sencilla razón de
que Dios es la Conciencia del Universo, no un ser. Es la vida que palpita en
todas partes, es la vida que vibra en nuestro corazón.
Así como nuestra
vida particular, microscópica está encerrada dentro de nuestro ser, la
conciencia que dirige todo nuestro cuerpo, nuestros músculos, nuestros huesos,
nuestros movimientos, nuestros pensamientos, están dirigidas por una Conciencia
Central, todo nuestro cuerpo está lleno de vida del espíritu interior; así es
la semejanza de Dios, la Conciencia de Dios, el espíritu de Dios está en todos
los átomos del mundo, del Universo, no como un ser, sino así como el espíritu
está en nuestro cuerpo, el Espíritu de Dios, está en todo el cuerpo cósmico.
De modo que cuando
uno piensa en Dios, entonces trata uno de sentir el espíritu propio, el
espíritu individual unificado a Dios, es decir que nuestro espíritu como si
fuera una gotita de aceite que se esparce en el aceite Universal, nuestra
gotita de aceite se esparciera en todo el Universo, sin desasirse el eje
central de nuestro yo personal, cuyo eje está aquí, pero cuyos rayos de la
rueda se van extendiendo hasta el infinito, unificándose a la rueda cósmica.
Esta rueda cósmica,
es la que tiene la Suprema energía, la suprema Inteligencia, el supremo Poder,
ella da movimiento a las ruedecillas del Universo, pero la rueda cósmica es
infinita, inmóvil, de manera que, si ustedes piensan en Dios, piensen pues en unificarse
a este Espíritu, adorar a Dios en espíritu, no adorar a Dios en forma de ser.
De estas ruedas que
van unificadas a la rueda cósmica, hay algunas que apenas comienzan a caminar;
hay algunas que son ruedas grandes, que pueden hacer grandes trabajos, soportar
grandes pesos y se ocupan para ayudar a las ruedecillas y ejes de las
ruedecitas menores.
Se dice que
actualmente, una de estas grandes ruedas, que gira en la evolución de este
planeta, está pronta a trabajar entre los vivos, entre nosotros; a esta rueda
la llaman el Maestro Bhagavan Mitra Deva y se dice, que los rayos de este eje,
de esta rueda, de Bhagavan Mitra Deva, son ya tan poderosas que abarcan la
tierra entera.
Magnéticamente, la
conciencia de este Ser, de este nuevo profeta, de este nuevo Señor Redentor de
nuestra época (que ustedes comprenden que se necesita, ya que el mundo sufre de
una era de guerra y una crisis formidable, además de la degeneración de las
costumbres) es necesario la venida de un Gran Ser, de una gran rueda, que nos
enseñe a girar rectamente, sin salirnos de la vía en que se debe actuar.
Pues bien, este
rayo, la rueda conciencia de Bhagavan Mitra Deva, actualmente está dentro de
nosotros, y Él, aun cuando es un Ser Superior, no es de ninguna manera el Dios
de la Conciencia Cósmica del que estaba hablando, son dioses menores.
También a Sri Yoga
Devi se le da el nombre de Dios que quiere decir Divina, pero de ninguna manera
se debe entender que este Ser solo individual y personal, vaya a ser el Dios
Cósmico, es decir el Supremo Dios, entiéndase claro, son ruedas, pero de
ninguna manera ruedas cósmicas.
Nosotros con
nuestra voluntad, podemos ponernos magnéticamente en contacto y recibir la
fuerza, la ayuda de estos seres según sea nuestra intención, nuestra vocación.
En esta ceremonia,
invocaremos la fuerza y el poder de Bhagavan Mitra Deva y trataremos nosotros,
de ponernos magnéticamente en contacto con Él para subir de inteligencia;
entrar en una paz profunda, que no nos pueda llegar a perturbar nadie. Sin paz
no hay progreso, por esto es tan necesario impregnarse de paz. Dicen que los
ángeles cantaban cuando vino el Maestro Jesús: “Gloria a Dios en las alturas y
paz en la tierra a los hombres de buena voluntad”, es decir que lo que más
pedían era paz.
Así nosotros nos
unificamos a Bhagavan Mitra Deva y Él nos va llenando el corazón de una paz
profunda.
Aun la más grande
incomprensión, la más grande ingratitud, que es lo que más duele en la tierra,
no nos conmoverá. Muchas veces no importa perder la fortuna, no importa una
enfermedad, pero sí una ingratitud, una incomprensión, mata, destruye. Por esto
es tan conveniente sumergirse en una paz profunda, que ni aun los más groseros
insultos lleguen a conmover el eje central de nuestro espíritu, que será tan
poderoso que ninguna circunstancia llegue a hacer temblar nuestro espíritu.
Esto traerá a usted
felicidad, paz y cuando pasen una situación difícil, ustedes se van a acordar
de esta sensación, van a sentir esta paz profunda y van ustedes a saber dominar
las situaciones con esta paz. Esta paz nos lleva a la gloria, es la paz que nos
hace inteligentes, la paz que nos hace activos y sanos, porque el que no tiene
paz que vibre en su cuerpo y mente, lo asaltan el temor y van enfermando de los
nervios. La paz es tan necesaria y lograda se adquiere esa tranquilidad del ser
inmutable, que no tiene arranques de iras ni tiene arranques de amor, es
siempre el mismo, es inmutable, puro y sereno.
De modo que, en
esta ceremonia de hoy día, vamos a pensar en nosotros en esta rueda de Bhagavan
Mitra Deva y vamos a pensar principalmente en esta cualidad de paz, para que Su
tranquilidad se nos pegue a nosotros, nos venga Su magnetismo, durante esta
ceremonia, cierren los ojos y se sumergen en la paz de Bhagavan Mitra Deva.
quarta-feira, 20 de julho de 2022
Sri Subbier Subramania Iyer, o Grande Ancião do Sul da Índia
Radiante perfil do
“Dharma-Rakshaka” (Defensor do Dharma) Sri Subbier Subramania Iyer, o Grande
Ancião do Sul da Índia
O primeiro episódio do
brilhante esboço autobiográfico de Sri S. Subramania Iyer, o pai do (Home Rule) Movimento de Autogoverno da Índia, eminente advogado e um
luminar multifacetado da luta libertária indiana.
Por Sandeep Balakrishna
Prefácio
A LISTA DE MEUS CRESCENTES
DÉBITOS com Shatavadhani Dr. Ganesh aumentou recentemente depois
que ele me enviou um vídeo interessante de uma excelente palestra de Sriram V,
intitulada Some Lawyers of Madras and their Cultural Influence (“Alguns
Advogados de Madras e Sua Influência Cultural”)[1]. Se nosso suposto
sistema educacional tivesse algum mínimo de sentido fundamental, tais palestras
teriam sido impressas e feitas leitura prescrita para estudantes do ensino
médio.
Entre os luminares legais e judiciários que o Sr. Sriram menciona
na palestra, o nome de Subbier Subramania Iyer (popularmente, Sir S.
Subramania Iyer) chamou a minha atenção para uma evocação bastante afetuosa: um
perfil que DVG (D. V. Gundappa, escritor indiano) escreveu sobre este baluarte.
É talvez o melhor perfil de Subramania Iyer escrito em inglês. Na verdade, é
uma guirlanda perfumada de oferta que DVG colocou aos pés de Sri Subramania
Iyer.
Cerca de meio século
separou Sri Subramania Iyer e D. V. Gundappa. Em certo sentido, DVG foi tanto o
beneficiário quanto discípulo indireto de Sri Subramania Iyer. Assim, quando
ele escreveu o esboço biográfico de Sri Iyer em 7 de junho de 1918, DVG estava
de certa forma oferecendo uma espécie de Guru Dakshina sincera,
espalhada por trinta e quatro enobrecedoras páginas. Sri Subramania Iyer viveu setenta
e seis anos, praticamente quase como um Sanyasi.
DVG escreveu em sua
capacidade múltipla como um homem de eminência pública, um editor de revistas,
um lutador da liberdade, um estadista, um legislador e um contemporâneo júnior de Sri Iyer. Esses
papéis combinados encarnados no DVG deram-lhe o tipo de autoridade que gerações
posteriores de biógrafos naturalmente não podem possuir.
A essa distância no tempo e
graças mais uma vez a um “sistema educacional” que criou ingratidão para nossos
sábios passados - mesmo da safra recente – o nome Sri Subramania Iyer nem
sequer ocorre como uma nota de rodapé em nossa memória nacional. Mas bem na
primeira década de “independência”, seu nome figurava com destaque e várias
vezes como o Pai do Home Rule (“Movimento de Autogoverno da Índia”), que
ele fundou com Annie Besant. Seu papel e os sucessos que o Movimento de Regras
Domésticas anotou naquela época foi o verdadeiro material das lendas. Sri Iyer
também conta como um dos construtores seminais que transformaram Madras em um
próspero ponto comercial, político e cultural durante o século 1860-1960. Sua
casa em essência era lar da cultura, música, aprendizado, bolsa de estudos e
publicação. Acima de tudo, ele ganhou uma residência permanente de distinção e
reverência no Coração Hindu daquele período por seu serviço instintivo de
devoção ao Dharma através de duas grandes instituições que fundou e alimentou:
o Dharma Rakshana Sabha e a Suddha Dharma Mandalam. E é o
suficiente.
Sem mais delongas, considero meu dever e com muito orgulho de ofertar este primeiro
episódio de uma série contendo excertos tirados do perfil de DVG de Sri S.
Subramania Iyer, intitulado Sri Subramania Iyer: Uma Introdução Biográfica. Algumas
mudanças estilísticas foram feitas, mas o texto original não foi alterado.
Uma feliz leitura!
– I –
O ILUSTRE PATRIOTA fornece um exemplo
evidente da verdade de que o caráter é mais do que opinião. A influência de uma ideia sobre a mente
popular depende não apenas de sua própria solidez ética ou
utilitária, mas também o valor moral e prático de seu promulgador. Assim foi
com Sir S. Subramania Iyer. Parece que os deuses em sua bondade presidiram
atentamente a vida deste grande filho da Índia e o guiaram ao longo dos
caminhos que eventualmente a trouxeram ao seu destino atual.
– II –
Sir S. Subramania
Iyer era um rapaz de 15 anos quando a Índia fez o primeiro sinal surpreendente
da sua persistência do instinto de autopreservação. O motim indiano não era, na
verdade, uma mera ascensão dos sipais[2], nem um ataque frenético
de ignorância nativa sobre a iluminação estrangeira; foi a autoafirmação da
nação contra o autoengrandecimento do poder estrangeiro.
Os anos de 1857 e 1917 - cobrindo
entre si um ciclo hindu completo - marcam dois estágios notáveis na história de
apenas um princípio, o princípio da autoconsciência nacional. Os interesses,
ideias, paixões e esperanças que eletrificaram o ar que respiramos hoje,
começaram a agitar a atmosfera em que Sir Subramania Iyer teve de passar
os anos impressionáveis da juventude.
Nascido em 1º de outubro de 1842 e
criado em meio às circunstâncias animadoras e castigadoras de uma família de
Brâmanes[3]
que havia sido poupada tanto da degradação da pobreza quanto da desmoralização
da riqueza, ele teve acesso à educação em inglês muito cedo na vida, de modo
que sua mente estava aberta em seu período formativo às influências
energizantes que o Ocidente havia introduzido. Seu pai Subbaiyer era o oficial
de confiança ou agente do Zemindar de Ramnad (Distrito de Madura), e ele era,
como sua denominação popular Suravally (redemoinho) indica, uma pessoa
de energia marcada e aptidão para assuntos práticos. Essas qualidades foram a
única fortuna que ele (desde que morreu em 1844) foi capaz de conferir ao seu
terceiro filho Subramania.
A criança de dois anos cresceu sob os cuidados de sua mãe, que viveu
para vê-lo no auge da prosperidade, e que, nos primeiros anos de sua viuvez,
teve o apoio de seu devotado primeiro filho Ramaswamy Aiyer, que subiu ao posto
de Huzur Sheristadar[4]
do Distrito de Madura. Tendo passado pelo curso fundamental primeiro em uma
escola mantida por um alfaiate, depois em uma dirigida por uma Missão Cristã, e
por último em uma aberta por um certo Krishnaswami Chettiar, o jovem Subramania
ingressou na Zilla High School[5],
em 1856. O chefe daquela instituição, o Sr. William Williams era um inglês
culto de ampla simpatia, e ele foi rápido em discernir o valor latente de seu
novo aluno. Subramania logo foi premiado com uma bolsa mensal de 5 rúpias, e
ganhando prêmio após prêmio, ele passou com sucesso no exame mais alto daquela
escola, em 1859.
Seu nome apareceu na Gazeta Oficial e chamou a atenção
do Coletor do Distrito que, ao ser questionado, soube que seu portador era
irmão de seu próprio secretário-chefe. Muito em breve, o jovem bem-sucedido foi
capaz de começar sua carreira no serviço do governo como funcionário em 20
rúpias por mês - de certa alguma uma posição insignificante naqueles dias.
Estes vários fatos servem para mostrar que o personagem de Subramania
Iyer foi moldado em nenhum ambiente maçante ou langoroso. O acesso a novos
caminhos mentais, um generoso incentivo ao esforço próprio e um contato íntimo
com a vida geral do país - essas eram as vantagens que ele tinha no período
mais plástico da vida.
Continua.
Fonte:
https://www.dharmadispatch.in/author/sandeep-balakrishna
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Texto traduzido a partir do original em inglês por Jaimini Dasa (Robson
Gimenes),
Emissário(Acharya), do Ashram Sarva Mangalam, da Suddha Dharma Mandalam.
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https://www.dharmadispatch.in/culture/a-radiant-profile-of-dharma-rakshaka-sri-subbier-subramania-iyer-the-grand-old-man-of-south-india?fbclid=IwAR13nQpXlKvPBZFu4QsB3z8DQRqNyTsjohLExkdBCO-L1cZOTJoeCrV6Hg4
[1] Eis o link da palestra: https://www.youtube.com/watch?v=eCXWSr5clk8
[2]
Sepoys:
os sipais eram soldados indianos que serviam no exército da Companhia Britânica
das Índias Orientais.
[3]
A mais alta das castas da Índia.
[4]
Um alto funcionário público local.
[5]
Escola de nível médio atual (o nosso antigo
colegial).

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